• Os Melhores Filmes e Séries com Rachel Brosnahan, a Nova Lois Lane
    Mariane Morisawa

    Mariane Morisawa

    Editor JustWatch

    Em Superman (2025), de James Gunn, Rachel Brosnahan assume bloquinho, caneta, gravador e computador de Lois Lane no cinema, depois de Phyllis Coates, Margot Kidder, Kate Bosworth e Amy Adams. 

    A atriz, que faz par com o Superman de David Corenswet, ficou conhecida pelas séries House of Cards, Manhattan e principalmente Maravilhosa Sra. Maisel, pela qual ganhou o Emmy de melhor atriz de série cômica em 2018, além dos Globos de Ouro na mesma categoria em 2018 e 2019. Na nossa lista a seguir, confira os melhores filmes e séries de TV da atriz.

    Maravilhosa Sra. Maisel (2017-2023)

    Na série Maravilhosa Sra. Maisel, criada por Amy Sherman-Palladino, de Gilmore Girls (2000-2007), Rachel Brosnahan é Miriam Maisel, apelidada Midge, uma dona de casa de vida super confortável e guarda-roupa fabuloso, na Nova York dos anos 1950. 

    Com o fim de seu casamento com Joel (Michael Zegen), ela decide tentar a vida no stand-up, com o apoio da empresária Susie Myerson (Alex Borstein) e para choque de seus pais, Rose (Marie Hinkle) e Abe (Tony Shalhoub). A atriz brilha nas cenas de stand-up e também com os diálogos espertos e acelerados típicos de Sherman-Palladino, mostrando com graça as dificuldades de ser mulher em um ambiente majoritariamente masculino. A série em si é excepcional, mas isso se deve em grande parte à atuação de Rachel Brosnahan, que esbanja todo o seu talento com cada episódio. 

    House of Cards (2013-2018)

    Era para ser apenas uma participação especial de Rachel Brosnahan em House of Cards. Mas o criador e showrunner Beau Willimon gostou tanto do trabalho da atriz que estendeu a presença dela como Rachel Posner, de dois para 19 episódios nas três primeiras temporadas da série. Sua atuação rendeu uma indicação ao Emmy de melhor atriz convidada em série dramática em 2015. 

    Posner é uma prostituta usada em esquemas políticos por Douglas Stamper (Michael Kelly), braço direito de Frank Underwood (Kevin Spacey). Doug se apaixona por Rachel e estabelece uma relação abusiva com ela. House of Cards foi o primeiro trabalho de grande destaque da atriz, depois de dois curtas-metragens de Ari Aster, episódios esporádicos de séries como Em Terapia (2008-2021) e papéis importantes no teatro.

    Sou Sua Mulher (2020)

    Como em Maravilhosa Sra. Maisel, em Sou Sua Mulher Rachel Brosnahan interpreta uma dona de casa, só que nos anos 1970. Casada com Eddie (Bill Heck), Jean leva uma vida solitária, sem filhos, até que o marido aparece com um bebê. Pouco depois, Eddie some, e Jean precisa fugir, isolando-se em uma casa vazia no subúrbio.

    O filme dirigido por Julia Hart e escrito por ela em parceria com Jordan Horowitz é cheio de estilo e mergulha o espectador naquela década. Brosnahan nunca deixa de surpreender em sua atuação como uma mulher solitária, sempre à espera, que vira protagonista de sua história. Algo que, nos filmes feitos na época, como O Poderoso Chefão, seria impossível. 

    Manhattan (2014-2015)

    É mais um filme ou série de época para Rachel Brosnahan. A série ficcionaliza o Projeto Manhattan, dirigido pelo militar Leslie Groves e pelo cientista J. Robert Oppenheimer, que levou à criação de armas nucleares pelos Estados Unidos. Manhattan, criada por Sam Shaw, acompanha os cientistas do Projeto Y, nos anos 1943 e 1944, e suas famílias na cidade de Los Alamos, Novo México, onde é instalado o laboratório ultrassecreto. 

    A atriz interpreta Abby Isaacs, a mulher do cientista Charlie Isaacs (Ashley Zukerman), uma das jovens estrelas do projeto liderado pelo Dr. Frank Winter (John Benjamin Hickey). Abby tem uma vida bastante movimentada para uma dona de casa da época, o que dá à atriz a oportunidade de exercitar seu talento. 

    O Dia do Atentado (2016)

    O Dia do Atentado, como o título indica, é inspirado em um ataque terrorista, o da Maratona de Boston, em 14 de abril de 2013, que deixou três mortos e centenas de feridos. No filme dirigido por Peter Berg, Rachel Brosnahan interpreta Jessica Kensky, uma das vítimas, que é levada para um hospital diferente do seu marido, Patrick Downes (Christopher O’Shea).

    Não é um papel muito grande, mas importante por mostrar o impacto das bombas deixadas pelos irmãos Dzhokhar e Tamerlan Tsarnaev, vividos por Alex Wolff e Themo Melikidze, respectivamente. Mark Wahlberg é um personagem fictício, o sargento Tommy Saunders, que ajuda os feridos e depois participa da caçada aos irmãos. Rachel rouba a cena sempre que aparece, mesmo em meio a um elenco estelar e com poucas aparições. 

    O Espião Inglês (2020)

    O Espião Inglês é mais um filme de época para Rachel Brosnahan, que aqui interpreta, com a presença forte de sempre, a espiã da CIA Emily Donovan. Ela está envolvida em uma missão durante a crise dos mísseis na década de 1960, que quase levou à guerra nuclear entre Estados Unidos e União Soviética.A agência americana e o MI6 decidem mandar um homem de negócios comum, Greville Wynne (Benedict Cumberbatch), para intermediar a obtenção de dados sigilosos do programa nuclear soviético. 

    O papel de Brosnahan no longa mostra sua habilidade de interpretar mulheres com personalidade fortes distintas, dando sempre uma performance que apenas deixa suas personagens mais complexas e interessantes. 

    Mais Forte que Bombas (2015)

    Rachel Brosnahan não aparece tanto em Mais Forte que Bombas, dirigido por Joachim Trier (A Pior Pessoa do Mundo, de 2021), mas sua Erin é importante para mostrar as consequências de uma tragédia na vida de uma família traumatizada depois da morte da fotógrafa Isabelle Reed (Isabelle Huppert), especialista em registrar o impacto da guerra depois da saída das tropas. 

    Três anos após seu aparente suicídio, o viúvo Gene (Gabriel Byrne) e seus dois filhos se reúnem novamente. O mais novo, Conrad (Devin Druid), não sabe das circunstâncias da morte da mãe. O mais velho, Jonah (Jesse Eisenberg), deixa a mulher, o bebê pequeno e o trabalho por uns dias para selecionar fotos para a mostra. Erin é sua ex-namorada, que ele reencontra no corredor de um hospital, neste longa exibido em competição no Festival de Cannes. O papel de Rachel pode até ser pequeno, mas junto a sua performance, se torna essencial para a trama.

    Superman (2025)

    Um novo Superman requer uma nova Lois Lane. E a versão de Rachel Brosnahan neste Superman que abre o Universo DC dirigido por James Gunn é mais moderna, cheia de atitude, capaz de questionar Clark Kent/Superman sobre a ética de ser um super-herói. 

    As interações da dupla são cheias de vivacidade, mostrando toda a química da atriz com o novo Superman. O papel é perfeito para mostrar como Rachel mescla perfeitamente seu charme e profundidade em cena para trazer uma versão completamente inédita de uma personagem tão icônica. Apesar de ser um filme sobre o super-herói, a Lois Lane de Rachel Brosnahan é um ponto central para a história, enriquecendo a trama com sua presença marcante e ajudando Cornsweet a alcançar novas alturas como o herói. 

    Onde encontrar os filmes e séries com Rachel Brosnahan? 

    Cheque a nossa lista para saber onde assistir no Brasil aos trabalhos da atriz que faz Lois Lane no cinema e na televisão:

  • O Elenco do Filme Street Fighter Está Bombando na Internet
    Mariane Morisawa

    Mariane Morisawa

    Editor JustWatch

    É uma pena que um videogame tão amado e bem-sucedido quanto Street Fighter não tenha tido uma adaptação cinematográfica à altura. Street Fighter: A Última Batalha (1994), dirigido por Steven E. de Souza e estrelado por Jean-Claude Van Damme, Raul Julia e Kylie Minogue, teve recepção morna dos fãs, para dizer o mínimo. Street Fighter: A Lenda de Chun-li (2009), de Andrzej Bartkowiak, com Kristin Kreuk, também não empolgou tanto quanto os games. 

    Mas tudo pode mudar com o reboot Street Fighter, que está sendo desenvolvido desde 2023, com previsão de filmagem para este segundo semestre. O lançamento originalmente previsto para março de 2026 foi retirado do calendário pela distribuidora Sony, mas ainda há expectativa de que estreie no ano que vem. O filme chega na esteira do sucesso recente de outras produções baseadas em videogames, como Super Mario Bros. O Filme (2023), Um Filme Minecraft (2025), Sonic - O Filme (2020), Sonic 2 - O Filme (2022), Sonic 3: O Filme (2024) e Mortal Kombat (2021).

    A direção de Street Fighter está a cargo de Kitao Sakurai, de Bad Trip (2021) e da série The Eric Andre Show (2012-2023). Não se sabe nada ainda da trama, mas os anúncios do elenco bombaram na internet, com uma mescla inesperada de nomes. Confira a seguir os atores e atrizes cotados e onde assisti-los:

    Andrew Koji como Ryu

    O ator e lutador de artes marciais inglês está cotado para interpretar Ryu, um dos principais personagens do videogame, que corre o mundo atrás de oponentes e luta contra seu lado sombrio. Andrew Koji é conhecido pela série Warrior (2019-2023), baseada em um argumento original de Bruce Lee, em que interpretou Ah Sahm, um prodígio das artes marciais que vai da China para São Francisco para procurar sua irmã. 

    Atuou também no filme Trem-Bala (2022), dirigido por David Leitch, ao lado de Brad Pitt, Sandra Bullock e Bad Bunny. Ele apareceu recentemente em Black Doves (2023), no papel de um funcionário do governo, e na terceira temporada de Gangues de Londres (2020-2025). Com tanta experiência em produções de ação, Andrew Koji pode trazer acrobacias verdadeiramente únicas.

    Noah Centineo como Ken

    O ator norte-americano ficou famoso graças à Netflix, em comédias românticas como Para Todos os Garotos que Já Amei (2018) e as continuações Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você (2020) e Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre (2021), além de Sierra Burgess é uma Loser (2018). 

    Depois disso, ele embarcou em filmes de ação como Adão Negro (2022), no papel de Esmaga Átomo, ao lado de Dwayne Johnson, e Tempo de Guerra (2025), dirigido por Alex Garland e Ray Mendoza. Noah Centineo também é o protagonista da série Recruta (2022-2025), novamente na Netflix, interpretando Owen Hendricks, advogado recém-contratado pela CIA. Ele está cotado para interpretar Ken, o principal rival de Ryu, em Street Fighter, papel que deve usar todo o seu leque emocional e físico.

    Callina Liang como Chun-li

    A jovem atriz nascida no Canadá ainda tem um currículo modesto, o que a torna um bom nome a ser descoberto no elenco de Street Fighter. Ela participou de episódios das séries Conte Tudo para Mim (2022) e Fundação (2023), além de estrelar em Bad Genius (2024), dirigido por J.C. Lee, no papel de Lynn Kang, parte de um grupo de estudantes que se une para derrubar um esquema fraudulento de admissão em universidades. Mas seu trabalho mais significativo até aqui foi no terror Presença (2024), de Steven Soderbergh, sobre uma família que se muda para uma casa nos subúrbios e desconfia não estar sozinha. 

    Chun-li é a primeira e principal protagonista feminina de Street Fighter, sempre em busca de vingança pela morte de seu pai nas mãos de M.Bison. 

    David Dastmalchian como M.Bison

    O ator chamou a atenção logo em seu primeiro papel no cinema, interpretando Thomas Schiff, que tem esquizofrenia paranoide, em Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008), de Christopher Nolan, com quem trabalharia também em Oppenheimer (2023). Ele participou de três filmes de Denis Villeneuve: Os Suspeitos (2013), como Bob Taylor, Blade Runner 2049 (2017) e Duna (2021). Fez ainda Homem-Formiga (2015) e Homem-Formiga e a Vespa (2018), e foi Abner Krill/Homem-Bolinha em O Esquadrão Suicida (2021). 

    M. Bison é o grande vilão de Street Fighter, líder do grupo criminoso Shandaloo, com pretensões de se tornar um ditador e dominar o mundo. Como um ator camaleão capaz de trazer personagens diferentes porém igualmente cativantes, o M. Bison de David Dastmalchian promete algo completamente novo.

    Cody Rhodes como Guile

    Astro da WWE, empresa de promoção da luta livre, e apelidado Pesadelo Norte-Americano e agora Rei do Pesadelo, Cody Rhodes quer investir mais na carreira de ator, como Dwayne Johnson, Dave Bautista e John Cena fizeram. O lutador tem no currículo muitas participações como ele mesmo em programas relacionados à WWE e sete episódios da série Arrow (2012-2020), na quinta e sétima temporadas, no papel de Derek Sampson. Ele está no elenco do novo Corra que a Polícia Vem Aí! (2025), estrelado por Liam Neeson e Pamela Anderson.

    Em Street Fighter, ele deve assumir o personagem Guile, um piloto da Força Aérea dos Estados Unidos que também busca vingança contra M.Bison, trazendo suas experiências nos ringues e nas telas para a sua versão de Guile. 

    Roman Reigns como Akuma

    Street Fighter deve ter mais de um lutador da WWE em seu elenco. Roman Reigns, campeão durante 1.316 dias e cujo nome real é Leati Joseph Anoaʻi, está na lista para interpretar Akuma, anti-herói que é o irmão mais novo do mestre de Ryu e Ken. 

    A experiência de Reigns como ator é pequena. Além das aparições nas lutas e programas da WWE, ele participou de A Missy Errada (2020) e fez o papel de Mateo Hobbs, irmão de Luke (Dwayne Johnson), em Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw (2019), dirigido por David Leitch e estrelado também por Jason Statham. No filme, ele foi creditado como Joe ‘Roman Reigns’ Anoai. Apesar de ter participado de poucos filmes, sua carreira nos ringues pode providenciar um Akuma verdadeiramente poderoso. 

    Jason Momoa como Blanka

    Um dos nomes mais conhecidos do elenco, Jason Momoa deve ficar com o papel de Blanka, um homem selvagem com pele verde que gera energia e vem da Floresta Amazônica brasileira. 

    O ator, que começou sua carreira em S.O.S. Malibu (1989-2001), ganhou impulso depois de viver Khal Drogo na primeira e segunda temporadas de Game of Thrones (2011-2019). Ele interpretou Arthur Curry/Aquaman em Liga da Justiça (2017) e Liga da Justiça de Zack Snyder (2021) e no filme solo do personagem, Aquaman (2018). Fez Duncan Idaho em Duna (2021), além de ter sido escalado na nova fase da DC, liderada por James Gunn, para viver Lobo. Sua filmografia fala por si só, e convenhamos, Momoa tem a estatura e presença em tela para interpretar Blanka. 

    Orville Peck como Vega

    Outra escolha inusitada para o elenco é Orville Peck, cantor de country queer, nascido na África do Sul e conhecido por se apresentar mascarado. Ele lançou seu primeiro álbum, Pony, em 2019. Street Fighter deve ser sua estreia no cinema, mas atuar não é novidade para Peck, que fez a peça Peter Pan Goes Wrong e foi o Mestre de Cerimônias na mais recente temporada do musical Cabaret na Broadway.

    Em Street Fighter, ele deve interpretar Vega, que no videogame é um toureiro mascarado e narcisista, que usa uma garra de metal para atacar seus oponentes e é conhecido como Ninja Espanhol. 

    50 Cent como Balrog

    Orville Peck não é o único músico do elenco. O rapper 50 Cent deve estrelar como Balrog, um boxeador norte-americano forte, que gosta de farra e atua como segurança pessoal de M.Bison. 

    Claro que 50 Cent, ou Curtis James Jackson III, não é um ator iniciante. Ele estreou no filme Fique Rico ou Morra Tentando (2005), dirigido por Jim Sheridan, fez As Duas Faces da Lei (2008), ao lado de Robert De Niro e Al Pacino, e Nocaute (2015), de Antoine Fuqua, além das séries Power (2014-2020) e Power Book II: Ghost (2020-2024), que ele também produziu. Também é produtor de outras séries, como For Life - Lutando por Justiça (2020-2021) e BMF (2021-2025). Agora é só esperar para saber como esse músico e ator talentoso vai trazer Balrog para as telonas. 

    Andrew Schulz como Dan Hibiki

    O comediante de stand-up é conhecido pelos podcasts The Brilliant Idiots e Flagrant, em que entrevistou Donald Trump. Ele deve ficar com o personagem Dan Hibiki, treinado pelo mesmo mestre de Ryu e Ken e que sempre procurou vingança contra Sagat, assassino de seu pai. Dan normalmente aparece como alguém arrogante e não muito capaz, com tons cômicos. 

    Como ator, Andrew Schulz participou de episódios de Benders (2015), Sneaky Pete (2015-2017) e Crashing (2017-2019), além do filme Upgrade - As Cores do Amor (2024), com Camila Mendes, Archie Renaux e Marisa Tomei, e o faroeste The Thicket (2024), estrelado por Peter Dinklage e Juliette Lewis.

    Onde encontrar os filmes e séries com os atores cotados para Street Fighter em streaming? 

    Cheque a nossa lista para saber onde assistir no Brasil aos longas-metragens com o elenco que deve fazer Street Fighter:

  • Como Assistir a ‘Dexter’ em Ordem: Guia Completo da Série e Derivados
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    Para mergulhar no mundo sombrio e fascinante de Dexter Morgan — o analista forense de dia e serial killer justiceiro de noite —, é essencial seguir a ordem correta dos episódios e spin-offs.

    Desde a temporada clássica até o revival Dexter: New Blood, passando pelo controverso final original, este guia organiza a jornada do "Código de Harry" sem spoilers, incluindo a nova série Dexter: Ressurreição. Vale dizer que uma produção futura vai explorar o passado de Arthur Mitchell, conhecido como o Trinity Killer (John Lithgow na série original), mas ainda não há informações.

    Outra informação importante: você até pode assistir às produções em ordem cronológica começando por Dexter: Pecado Original – a qual é uma prequela – e seguindo com a ordem de lançamento, mas caso você não tenha assistido à série original, talvez não faça total sentido.

    Prepare suas lâminas de sangue-falso e vamos começar!

    Como assistir às produções de ‘Dexter’ na ordem certa?

    1. Dexter (2006-2013)

    Em Dexter, Dexter Morgan (Michael C. Hall) é um analista forense especializado em manchas de sangue em Miami — e um serial killer que assassina criminosos impunes, seguindo o "Código de Harry" (ensinado por seu pai adotivo). 

    A série mistura thriller psicológico e humor ácido enquanto Dexter equilibra sua dupla vida, relacionamentos complicados (como com sua irmã Deb) e vilões memoráveis (como Trinity Killer). A série explora até onde vai a justiça nas mãos de um monstro que finge ser humano.

    2. Dexter: New Blood (2021-2022)

    Após 10 anos foragido como "Jim Lindsay", um recluso vendedor de equipamentos no fictício Iron Lake (Nova York), Dexter Morgan enfrenta novos impulsos assassinos quando seu filho adolescente, Harrison, aparece — carregando traumas e segredos tão sombrios quanto os dele. Enquanto tenta proteger o filho e controlar sua "Fome Sombria", um assassinato local desencadeia uma caçada liderada pela xerife Angela Bishop, que desconfia de seu passado. 

    A temporada de 10 episódios reconecta tramas inacabadas (como o destino de Batista e o caso Trinity) e culmina em um final chocante que redefine o legado de Dexter.

    3. Dexter: Pecado Original (2024)

    Esta prequela sombria revela a adolescência de Dexter Morgan nos anos 90, quando o detetive Harry Morgan (Christian Slater) começou a moldar seus impulsos assassinos em um "código de honra". Ambientada em uma Miami violenta e decadente, a série explora os primeiros erros brutais de Dexter, sua relação conflituosa com a jovem Debra e os serial killers que assombravam a cidade — vilões que inspirariam seus métodos no futuro. 

    Com um elenco renovado e referências ao Dexter adulto, redefiniu o que sabíamos sobre as origens do justiceiro mais complexo da TV.

    4. Dexter: Ressurreição (2025)

    Pela primeira vez na franquia, a ação se desenrola em Nova York. Após sobreviver ao tiro de Harrison, Dexter rastreia o filho na metrópole, enquanto Batista o persegue pelos crimes de Miami. Ele encontra com Leon Prater (Peter Dinklage), que promove um macabro encontro entre serial killers (incluindo personagens de Jon Hamm e David Dastmalchian). O cerne da trama em Ressureição explora o conflito entre Dexter e Harrison — enquanto o pai tenta romper o ciclo de violência, Batista alerta o jovem sobre o "caminho sombrio".  Além de ser a série mais recente, é também a trama mais recente na cronologia de Dexter

    Onde assistir às produções de 'Dexter' online, em streaming?

    Abaixo, saiba onde assistir online, em streaming, às séries de Dexter.

  • 10 Bandas Fictícias de Filmes e Séries que Gostaríamos que Fossem Reais
    Beatriz Coutinho

    Beatriz Coutinho

    Editor JustWatch

    O cinema e a televisão já lançaram diversas histórias sobre bandas fictícias que alcançaram sucesso dentro de suas narrativas, mas que também conquistaram o público do mundo real. Nesta lista da JustWatch você confere 10 bandas fictícias que muita gente gostaria que fossem reais, assim como em quais filmes e séries encontrá-las. Com trilhas sonoras repletas de hits e alguns que contam até mesmo com artistas famosos de verdade.

    School of Rock - Escola do Rock (2004)

    Comédia clássica dos anos 2000, Escola do Rock coloca Jack Black no papel de um músico falido que finge ser professor em uma escola bastante rígida e tradicional. Embora devesse ensinar matemática para as crianças, ele percebe o potencial delas durante uma aula de música e decide criar uma banda com seus alunos, inscrevendo o grupo em uma competição.

    O longa, que também conta com a presença de Miranda Cosgrove, muito conhecida por iCarly, mostra Jack Black e as crianças tocando clássicos do rock. Incluindo, Touch Me da banda The Doors, Immigrant Song do Led Zeppelin e It's a Long Way to the Top (If You Wanna Rock 'n' Roll) do AC/DC.

    As Mary Janes - Homem-Aranha: Através do Aranhaverso (2023)

    Mencionada de forma indireta no primeiro filme de Miles Morales, em Homem-Aranha: Através do Aranhaverso vemos a banda As Mary Janes, composta por MJ Watson no vocal e na guitarra, Gwen Stacy na bateria, Betty Brant no piano e Glory Grant no baixo.

    Ao longo da animação vemos que Gwen deixou a banda por conta do luto pela morte do Peter Parker de seu universo, mas no início do filme é possível ver que ela é uma ótima baterista, o que só nos faz ter mais vontade de que The Mary Janes fosse uma banda real. Vale lembrar que a banda apareceu pela primeira vez nos quadrinhos na segunda edição de Edge of Spider-Verse, lançada em 2014. Se você quiser ouvir algo na pegada das Mary Janes, Paramore e Sista Grrrls Riot são boas escolhas.

    Marvin Berry e os Starlighters - De Volta Para o Futuro (1985)

    Outro clássico, mas desta vez dos anos 1980, De Volta Para o Futuro é uma aventura com viagem no tempo que conquistou muita gente. O filme conta a história de Marty McFly (Michael Fox), que acidentalmente aciona uma máquina do tempo construída pelo cientista Dr. Emmett Brown (Christopher Lloyd) em um Delorean e volta para os anos 1950, quando seus pais estão no ensino médio e correm o risco de não ficarem juntos, o que faria com que Marty não existisse no futuro.

    A cena final do filme, quando o jovem canta e toca Johnny B. Goode, de Chuck Berry, no baile da escola ao lado da banda Marvin Berry e os Starlighters, é incrível, capaz de colocar qualquer um para cantar e dançar. O filme é repleto de referências musicais, como os passos de Jimi Hendrix, Berry e Pete Townshend na dança de Marty, e a presença de Eddie Van Halen, que toca o riff de guitarra com o qual Marty acordou George.

    Daisy Jones and The Six (2023)

    Daisy Jones and The Six é a adaptação para série de TV do livro de mesmo nome, escrito pela autora Taylor Jenkins Reid — que por sua vez, se inspirou na carreira brilhante, mas turbulenta do icônico quinteto Fleetwood Mac, famoso pelo álbum Rumours, que conta com músicas como Dreams, The Chain e Go Your Own Way.

    Ao longo de 10 episódios, o público conhece a história da banda fictícia Daisy Jones and The Six, cuja ascensão meteórica é marcada por problemas de relacionamento, abuso de drogas, entre outros, que resultou em uma separação no auge do sucesso. A série conta com a presença de Riley Keough como Daisy Jones, Sam Claflin como Billy Dunne, Suki Waterhouse como Karen Sirko, entre outros, que gravaram o álbum Aurora, repleto de canções incríveis e marcantes como Aurora, Look At Us Now (Honeycomb) e The River.

    Sex Bob-omb - Scott Pilgrim Contra o Mundo (2010)

    Baseado na história em quadrinhos Scott Pilgrim, do autor Bryan Lee O'Malley,  o filme Scott Pilgrim Contra o Mundo é o queridinho de muita gente. No filme, Scott (Michael Cera) se apaixona perdidamente pela misteriosa Ramona Flowers (Mary Elizabeth Winstead), mas precisa enfrentar os sete ex-namorados malvados dela para finalmente ficar com a garota de cabelos coloridos.

    No filme dirigido por Edgar Wright, que soube como adaptar a história de forma genial, utilizando elementos de HQs como onomatopeias de efeitos sonoros, Scott faz parte da banda Sex Bob-omb, cujo grande hit se chama Garbage Truck, que em tradução livre significa Caminhão de Lixo. A atriz Brie Larson também aparece no filme, cantando Black Sheep, canção escrita pela banda real Metric.

    Stillwater - Quase Famosos (2000)

    Em Quase Famosos, que inicialmente não chamou tanta atenção, mas atualmente é um clássico no coração de muita gente, o adolescente William Miller chama a atenção da revista Rolling Stone com sua escrita e ganha a chance de acompanhar a primeira turnê da banda StillWater como jornalista.

    O roteiro é parcialmente baseado na vida do próprio diretor, Cameron Crowe, que também escreveu para a Rolling Stone e acompanhou diversos shows do Led Zepellin quando jovem. Segundo Crowe, o grupo Stillwater é baseado em três de suas bandas preferidas: Led Zeppelin, The Allman Brothers Band e Lynyrd Skynyrd. Já deu vontade de assistir de novo pra ouvir o Stillwater cantando Fever Dog, não deu?

    The Wonders - The Wonders - O Sonho Não Acabou (1996)

    Em The Wonders - O Sonho Não Acabou, comédia musical de Tom Hanks, o público é transportado para os anos 1960, quando surgem os Beatles e com eles a “beatlemania”. O filme conta a história da banda Oneders, um trocadilho com o termo “one-hit wonder”, que posteriormente é rebatizada por seu empresário como The Wonders. Na véspera de uma apresentação importante, o baterista do grupo quebra o braço e precisa ser substituído às pressas por um jovem amigo da família, que de prontidão aceita assumir o posto.

    O que ninguém esperava é que, como um apaixonado por jazz, ele tocaria a música That Thing You Do de forma bem mais agitada, o que deixa o vocalista muito bravo. No entanto, a mudança faz sucesso e a canção alcança o topo das paradas, dando início a uma mudança gigantesca na vida de todos os integrantes. É impossível não ouvir os álbuns Please Please Me, With the Beatles ou A Hard Day’s Night após o filme.

    Huntrix - Guerreiras do K-Pop (2025)

    Na animação Guerreiras do K-Pop o grupo musical Huntrix, do qual fazem parte as integrantes Rumi, Mira e Zoey, é muito mais do que parece ser. Fora dos palcos, as cantoras protegem o mundo caçando demônios assustadores, e são surpreendidas pelo momento em que um misterioso grupo de garotos demoníacos surge dominando as paradas musicais que antes eram delas.

    A trilha sonora do filme conta a presença de três integrantes do talentoso — e real! — grupo feminino TWICE, que dão voz à músicas incríveis como TAKEDOWN, Golden e Free. Embora as Huntrix infelizmente não sejam reais, se quiser continuar na vibe da música pop coreana após o filme, o próprio TWICE, além de Blackpink, DreamCatcher e NewJeans são ótimas opções para dar uma chance. E se você adorou o hit Soda Pop, os grupos masculinos BTS, EXO e Stray Kids podem te conquistar.

    Sing Street - Sing Street: Música e Sonho (2016)

    Na divertida comédia dramática Sing Street: Música e Sonho, o adolescente Conor Lalor está lidando com o fato de que seus pais não param de brigar e de que agora que ele precisa ir para a escola pública, onde um diretor bastante severo e valentões complicam sua vida.

    Triste, Conor conhece Raphina, uma aspirante a modelo que está sempre pela região, e decide impressioná-la afirmando que está montando uma banda e que gostaria de tê-la no primeiro clipe do grupo. Quando ela aceita o convite, ele precisa criar uma banda de verdade do zero. Uma trilha sonora repleta de grupos dos anos 1970 e 1980, como The Cure e Duran Duran, embala a jornada da recém-formada Sing Street, que empolgou muita gente com as canções originais The Riddle of the Model e Drive It Like You Stole It.

    Hex Girls - Scooby-Doo e o Fantasma da Bruxa (1999)

    Em Scooby-Doo e o Fantasma da Bruxa, Fred, Daphne, Velma, Salsicha e Scooby viajam até Oakhaven para o Festival de Outono, a convite do escritor de histórias de terror Ben Ravencroft, que diz ter a bruxa má Sarah Ravencroft como ancestral. Por lá, a Mistério S/A deve investigar aparições misteriosas pela cidade, quando as Hex Girls, um grupo de cantoras góticas, chega para participar do evento.

    Com músicas como ‘Hex Girls’, ‘Earth, Wind, Fire and Air’ e ‘The Witch’s Ghost’, a banda conquistou o público de forma inesperada e apareceu em outros episódios de Scooby-Doo após o filme, sempre com seu visual marcante, cheio de roupas pretas, maquiagem e instrumentos que combinavam com a estética das integrantes.

    Menção Honrosa: Vagabanda - Malhação (2004)

    Formada por Natasha (Marjorie Estiano), Gustavo (Guilherme Berenguer) e Catraca (João Velho), a Vagabanda foi uma febre no Brasil durante a temporada de 2004 da série de TV Malhação

    Com músicas como a famosa ‘Você Sempre Será’, além de ‘Versos Mudos’ e ‘Reflexos do Amor’, o CD ‘Malhação Múltipla Escolha 2004’ vendeu mais de 150 mil cópias graças ao sucesso do grupo, que foi o incentivo certo para que alguns anos depois Estiano lançasse seu primeiro álbum solo em 2005.

    Onde assistir aos filmes e séries das melhores bandas fictícias que podiam ser reais?

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  • 'Superman': 10 Melhores Animações do Homem de Aço (de Clássicos a Novas Adaptações)
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    Parece que esperamos uma eternidade, mas finalmente Superman, comandado por James Gunn, está finalmente chegando aos cinemas. O novo longa marca o início do universo da DC renovado, e promete uma abordagem mais descontraída do Homem de Aço, principalmente se compararmos com suas versões live-action recentes. Sejamos sinceros: se olharmos para cima, veremos que o hype está nas alturas.

    Se, por um lado, muitos fãs acreditam que o Superman ideal deve ser baseado nos quadrinhos, uma grande parcela de entusiastas do herói preferem os desenhos animados protagonizados por Clark Kent. Enquanto os filmes live-action enfrentaram anos de desenvolvimento – e eventuais problemas na produção – , as animações mantiveram viva a essência do herói. 

    Se você quer explorar essas raízes, não pode perder a nossa seleção dos melhores desenhos do Superman de todos os tempos e onde assistir a eles online, em streaming. 

    Grandes Astros Superman (2011)

    Esta fiel adaptação da HQ de Grant Morrison transforma o fim anunciado do Homem de Aço - envenenado por radiação solar - numa celebração da vida. Em seu último ano, Superman realiza feitos impossíveis: desde revelar sua identidade a Lois até criar um "presente final" para a humanidade. Cada ato, grandioso ou cotidiano, redefine o heroísmo como compaixão em ação.

    Grandes Astros Superman captura a essência do quadrinho, mostrando um Superman que enfrenta a mortalidade com esperança inquebrantável. Mais que superpoderes, é sua humanidade - simbolizada no coração que persiste contra toda adversidade - que coroa esta como a definitiva história do mito kryptoniano.

    Super Amigos (1973-1985)

    Super Amigos transformou o Superman em ícone pop, misturando heróis da DC e vilões excêntricos como a Legião do Mal de Lex Luthor. Apesar da animação rudimentar e roteiros ingênuos que viraram memes, a série foi um fenômeno geracional, dominando publicidade e TV infantil. Seus momentos absurdos - do Aquaman inútil aos Gêmeos Fantasmas - criaram um charme único.

    Quatro décadas depois, ainda encanta novas gerações em streaming, provando que mesmo como "piada cult", conquistou seu lugar na história da animação como obra genuinamente cativante e cheia de personalidade.

    Superman: A Série Animada (1996-2000) 

    Após o sucesso de Batman: A Série Animada, Bruce Timm e Alan Burnett reinventaram o Homem de Aço com uma abordagem que redefiniu o personagem para sempre. Mais sutil que seu predecessor, Superman: A Série Animada estabeleceu os pilares do Superman moderno: um herói equilibrado entre nobreza e humor seco, uma Lois Lane independente e sagaz, e um Lex Luthor (voz de Clancy Brown) tão carismático quanto perigoso. 

    O visual art déco simplificado e as atuações vocais icônicas de Tim Daly (Superman) e Dana Delany (Lois) elevaram a animação, enquanto arcos sombrios — como o chocante assassinato do detetive Dan Turpin por Darkseid — provaram que Superman podia explorar temas maduros.

    Liga da Justiça: Crise em duas Terras (2010)

    Liga da Justiça: Crise em duas Terras é um filme animado da DC que adapta livremente a graphic novel JLA: Terra 2, apresentando a Liga da Justiça em um universo paralelo dominado pela Sociedade do Crime - versões sombrias dos heróis. Destaque para Mark Harmon (de NCIS) como Superman, em uma atuação que surpreendeu os fãs. 

    Considerado um dos melhores filmes animados da DC da década, mistura ação intensa e dilemas morais quando os heróis enfrentam seus próprios reflexos perversos. Curiosamente, a sequência abandonou esse elenco vocal para reunir o time clássico - mas esta primeira aventura permanece como obra-prima autônoma do gênero. 

    Minhas Aventuras com o Superman (2023–) 

    Surpreendendo desde sua estreia, esta série reinventa o mito do Homem de Aço com um visual inspirado em animes e narrativa contemporânea. Clark Kent ganha até uma transformação estilo Sailor Moon no primeiro episódio, mas por trás do tom leve e colorido, a série aborda temas profundos: aceitação, família escolhida e a essência heroica além dos poderes. 

    Com Lois Lane como protagonista ativa e um Superman genuinamente bondoso, Minhas Aventuras com o Superman equilibra comédia, romance e ação, tornando-se uma das adaptações mais frescas do personagem - perfeita para novas gerações, sem abandonar o cerne do legado do Superman.

    Liga da Justiça Sem Limites (2004-2006) 

    Liga da Justiça Sem Limites elevou o Superman animado ao seu ápice, condensando tudo que fez o personagem brilhar no DCAU. A série entregou momentos icônicos: a comovente adaptação de "Para o Homem Que Tem Tudo", onde Superman enfrenta seus desejos mais profundos; o épico discurso do "Mundo de Papelão" durante sua batalha contra Darkseid; e o emocionante episódio natalino "Hereafter", celebrando a humanidade do herói. 

    Com roteiros que mesclavam ação espetacular e profundidade emocional, a série mostrou um Superman plenamente realizado - poderoso sem ser invencível, nobre sem ser ingênuo. Até hoje, permanece como o padrão-ouro para interpretações do Homem de Aço na animação. 

    Super-Homem (1988) 

    Produzida pela Ruby-Spears durante a era das Tartarugas Ninja, esta animação de somente 13 episódios merece ser lembrada. Com roteiros supervisionados por Marv Wolfman (DC Comics) e designs baseados nos traços pós-Crise de Gil Kane, Super-Homem trazia um Superman visualmente impressionante - a animação envelheceu como vinho. 

    Diferente de outras produções da época, evitou crossovers (exceto uma ponta da Mulher-Maravilha), focando em histórias coesas sobre o Homem de Aço. Um tesouro enterrado pela ascensão dos heróis mutantes, mas que ainda brilha como exemplo de animação infantil com alma de HQ.

    The New Adventures of Superman (1966-1970)

    Em 1966, a Filmation criou The New Adventures of Superman, revitalizando o herói após o fim da série live-action com George Reeves. A animação começou focada no Homem de Aço, mas inovou ao incorporar Aquaman na 2ª temporada e Batman na 3ª, criando um dos primeiros crossovers animados da DC.

    Com animação simples, mas carismática, a série superou em legado os antigos seriados de Fleischer, tornando-se referência dos anos 60. Foi pioneira ao estabelecer o visual calvo de Lex Luthor, padrão que permanece até hoje. Disponível em coleções especiais, mantém seu charme nostálgico como marco da Era de Prata dos desenhos animados.

    Liga da Justiça em Ação (2016)

    Esta série de curtas animados, exibidos no Cartoon Network e online, trouxe uma abordagem fresca e descontraída dos heróis da DC. Com episódios rápidos de somente alguns minutos,  Liga da Justiça em Ação capturou o espírito divertido e absurdo das HQs, perfeito para o público jovem. 

    Superman brilhou em vários episódios, destacando-se em "True Colors", onde a hilária Kryptonita Rosa o transforma em Superwoman — um conceito clássico dos quadrinhos revivido com humor e ação. Apesar da curta duração, Liga da Justiça em Ação surpreendeu pela qualidade da animação e roteiros criativos, mantendo-se fiel ao tom vibrante das aventuras da Liga.

    Superman: O Homem do Amanhã (2020) 

    Lançado como o marco inicial do "Tomorrowverse" - um soft reboot do universo animado da DC -, Superman: O Homem do Amanhã reconta a origem do Homem de Aço com um visual moderno e narrativa introspectiva. 

    O filme explora Clark Kent aceitando seu legado como último sobrevivente de Krypton, enquanto enfrenta ameaças como o caçador de recompensas Lobo e encontra um mentor inesperado em Caçador de Marte. Apesar do sucesso crítico e entre fãs, essa versão do Superman teve seu arco encerrado em Crise nas Infinitas Terras (2024), que reiniciou o universo animado mais uma vez.

    Onde assistir aos melhores desenhos de 'Superman'?

    Abaixo, saiba onde assistir online, em streaming, aos melhores desenhos de Superman.

  • 'Superman': Ranking das Melhores Versões de Lois Lane nos Filmes e Séries
    Bruno Pinheiro Melim

    Bruno Pinheiro Melim

    Editor JustWatch

    A destemida e ética jornalista do universo do Homem de Aço, Lois Lane, é frequentemente considerada uma das principais - e primeiras - representações de personagens femininas independentes na indústria do entretenimento norte-americano - principalmente quando levamos em conta histórias de super-heróis.

    Aproveitando a chegada do novo Superman, que apresentará uma nova Lois, interpretada por Rachel Brosnahan, elencamos as melhores versões, tanto no cinema, quanto na TV, dessa figura tão importante da DC. Viaje no tempo conosco, e veja como sua representação se alternou durante diferentes períodos, e também conheça as principais atrizes que deram vida a ela. 

    Utilize este guia também para saber onde assistir aos filmes e séries do universo do Super-Homem, com cada versão da Lois Lane. 

    1. Margot Kidder

    A maior referência do cinema quando se fala em Lois Lane é, sem dúvida, Margot Kidder. O primeiro papel da atriz na pele da personagem aconteceu nos anos setenta com a obra Superman - O Filme. E daí, seguiram mais três longas, Superman 2 - A Aventura Continua, Superman 3 e Superman 4 - Em Busca da Paz, o que obviamente fez com que ela virasse um marco. 

    Profissional fortemente dedicada na sua ocupação, a jornalista do Planeta Diário de Margot Kidder é uma personagem multifacetada, que demonstra o seu lado mais duro quando está trabalhando, e mais amável à medida que se envolve com Clark Kent, cuja identidade ela descobre aos poucos ao longo dos filmes. As atrizes que vieram depois certamente tiveram Margot como a principal modelo de uma Lois Lane moderna e insubmissa.

    2. Erica Durance

    Se, no cinema, Margot Kidder é quem tem a bola toda, na televisão, o título de ‘best Lois Lane’ fica com Erica Durance. Famosa por desempenhar a personagem durante sete anos na série Smallville, a atriz conseguiu aproximar Lois Lane de um público mais jovem e contemporâneo. 

    Com um arco dramático desenvolvido ao longo de anos, Erica teve a oportunidade de trabalhar as diversas facetas da personagem, desde quando era uma impulsiva e imprudente jornalista investigativa interessada em cobrir os feitos do Super-Homem, até se tornar a parceira romântica e principal conselheira não só de Clark, como também do Homem de Aço. 

    3. Amy Adams

    Quando um espectador mais recente pensa em Lois Lane, com certeza a primeira atriz que vem em mente é Amy Adams. Afinal, a intérprete norte-americana, nos últimos anos, fez a personagem em quatro filmes diferentes da DC. Em Homem de Aço, ela é apresentada como uma jornalista renomadíssima, em Batman vs Superman: A Origem da Justiça, ela contribui diretamente no conflito contra Lex Luthor, e em Liga da Justiça e Liga da Justiça de Zack Snyder, ela aparece como uma personagem já consolidada no universo.

    Com um caráter ainda mais destemido, curioso e independente, a Lois Lane de Amy Adams consegue equilibrar de maneira perfeita o lado mais frio e austero, em contraponto com a sua face mais sensível e calorosa. É uma personagem cujas ações não acontecem somente para ilustrar o entorno do universo que rodeia o Super-Homem, mas também para impactar diretamente no desenvolvimento do enredo de cada filme.

    4. Teri Hatcher

    Teri Hatcher tem um lugar especial na lista, já que foi a primeira atriz que interpretou Lois Lane em uma produção que leva o nome da personagem no título. Ao longo de quatro anos, Hatcher se transformou em Lois na série Lois & Clark - As Novas Aventuras do Superman, que conta a história completa do casal, desde o início, quando eram apenas colegas de trabalho no jornal, até quando se casaram, na última temporada. 

    Para muitos, é a mais divertida e sensível Lois de todas, justamente por ser uma produção que tem sua história - junto com Clark - como ponto principal do enredo. Inquestionavelmente, a atuação de Hatcher consegue elevar a personagem a outro nível.

    5. Kate Bosworth

    Em 2006, Bryan Singer trouxe o Super-Homem - e consequentemente Lois Lane - de volta às telonas, após um hiato de quase vinte anos - vide o fracasso do filme anterior. Kate Bosworth foi a responsável por assumir o papel da parceira do herói, em uma versão que conta a história da personagem de maneira bastante distinta. É curioso, mas o enredo de Superman - O Retorno se situa após os acontecimentos do filme Superman 2 - A Aventura Continua, e traz o herói de volta à Terra após longos anos procurando as ruínas do seu planeta natal. 

    Nesta adaptação, Lois Lane é retratada como uma jornalista vencedora do Pulitzer, com um filho pequeno, e com uma relação estável com outro homem, o que obviamente faz com que sua relação com Clark fique ainda mais complexa quando ele retorna. 

    6. Elizabeth Tulloch

    Elizabeth Tulloch é o outro exemplo de uma atriz que interpretou Lois Lane em uma série que leva o nome da jornalista. Em Superman e Lois, a personagem já inicia a história com o conhecimento da verdadeira identidade do Super-Homem. E não só, na verdade, Clark e Lois são casados, têm dois filhos, e retornam para viver na cidade de Smallville enquanto enfrentam ameaças constantes. 

    É a oportunidade perfeita para ver uma Lois Lane mais madura, com autoridade, com uma família para gerir, além de ser uma mulher que contribui diretamente com o seu marido e herói na luta para salvar o mundo.

    7. Noel Neill

    A lendária Noel Neill foi a primeira mulher a interpretar Lois Lane no cinema. Sua estreia aconteceu em 1948, na série cinematográfica Superman, onde fez o público conhecer a destemida jornalista do Planeta Diário. Na sequência, Noel reviveu a personagem em outro seriado de filmes chamado Atom Man vs. Superman, que trouxe Lois como uma repórter televisiva e bastante ativa nas missões do herói. 

    Mas a sua produção mais duradoura e conhecida, que fez sua personagem ficar extremamente popular com o grande público, foi na série televisiva Adventures of Superman (Noel assumiu a partir da 2ª temporada), onde Lois assume um papel central nas investigações dos casos mais sérios que precisavam da ajuda do Super-Homem.

    8. Phyllis Coates 

    Contemporânea à Noel Neill, Phyllis Coates foi a primeira Lois Lane da televisão, ao interpretar a personagem na 1ª temporada de Adventures of Superman. A atriz saiu após não querer mais renovar o seu contrato, com o desejo de atuar em outras produções. 

    Além da série, Coates também deu vida à jornalista no primeiro longa-metragem do herói, chamado Superman and the Mole Men. Uma história que apresenta Clark e Lois cobrindo a inauguração do maior poço de petróleo do mundo, que acidentalmente perfurou um mundo subterrâneo habitado por criaturas bizarrisimas. Os moradores locais passam a querer destruir as criaturas e o Super-Homem é obrigado a aparecer para intervir no conflito.

    9. Dana Delany

    Para concluir, terminamos a lista com um bônus. Se, no live-action, as oito atrizes anteriormente citadas brilharam ao viver a jornalista mais célebre do universo de super-heróis, Dana Delany é a voz mais conhecida da personagem quando o assunto é desenho animado. 

    Ao longo de décadas, a atriz fez a narração de Lois Lane em diversas mídias, desde séries televisivas a jogos de videogame, sendo que sua principal participação aconteceu durante a produção Superman: A Série Animada.

    Onde assistir aos filmes e séries com as melhores versões de Lois Lane?

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  • Descanse em… Piadas? As Mortes Mais Inesquecíveis de ‘Os Simpsons’
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    Os Simpsons, uma das séries mais icônicas da televisão, é conhecida por seu humor irreverente e por momentos emocionantes que marcaram gerações. Ao longo de mais de 30 temporadas, o desenho também apresentou cenas marcantes envolvendo a morte de personagens importantes, seja de forma cômica, trágica ou surpreendente. Desde figuras secundárias até nomes queridos do público, essas perdas deixaram um impacto duradouro nos fãs. 

    Neste texto, exploramos todas as grandes mortes de Os Simpsons, relembrando como a série lidou com esses momentos e como eles contribuíram para o legado da animação.

    Maude Flanders (11ª temporada)

    Em 2000, a saída da dubladora Maggie Roswell por conflitos salariais levou à abrupta morte de Maude Flanders no episódio "Alone Again, Natura-Diddily". A cena - onde ela é atingida por um canhão de camisetas - chocou pelo tom inesperado. O curioso é que Roswell retornou em 2002 para outros papéis, enquanto Maude se tornou uma rara morte permanente no universo da série. Esse episódio revela como disputas de bastidores podem alterar drasticamente uma história que já dura mais de 30 anos, deixando um legado triste para os fãs do casal Flanders.

    Edna Krabappel  (25ª temporada)

    Quando Marcia Wallace, a voz da inesquecível professora Edna Krabappel, faleceu em 2013, Os Simpsons decidiu aposentar o personagem com respeito. Diferente de outros casos, a série fez homenagens discretas: um quadro-negro com "We'll really miss you Mrs. K", Ned Flanders de braçadeira preta (seu viúvo na trama) e diálogos emocionados de Nelson e Ned sobre sua falta. Wallace, que ganhou um Emmy pelo papel, teve assim uma despedida digna - prova do carinho que a produção tinha por essa atriz e por uma das melhores personagens femininas da série

    Mona Simpson (19ª temporada)

    Mona Simpson, mãe ausente de Homer (com a voz original de Glenn Close), trouxe cenas emocionantes em suas raras aparições. Ativista ambiental, seu retorno sempre despertava em Homer o medo de novo abandono, terminando em novas separações. Na 19ª temporada, após rejeitá-la outra vez, Homer tenta se desculpar, mas ela já havia falecido dormindo. Num último ato poético, suas cinzas acabam - sem querer - impedindo que Burns polua a Amazônia com lixo nuclear, dando à rebelde Mona uma despedida digna e coerente com seus ideais.

    Tony Gordo (22ª temporada)

    Anthony "Tony Gordo" D'Amico é um personagem que os fãs mais antigos de Os Simpsons certamente sentem falta. Como chefão da máfia de Springfield, ele equilibrava atrocidades com um humor peculiar, tornando-se uma figura marcante. Porém, no Episódio 9 da 22ª temporada, seu destino muda quando Homer – em quem ele depositava total confiança – o trai, provocando um ataque cardíaco fatal. O episódio explora o remorso de Homer, mostrando-o genuinamente abalado pela perda de seu "amigo" mafioso. Uma morte que, apesar de cômica, trouxe um inesperado peso emocional.

    Hyman Krustofsky (26ª temporada)

    Figura marcante nas primeiras temporadas, o rabino Hyman Krustofsky (voz de Jackie Mason, vencedor de um Emmy) era o pai severo, porém amoroso, de Krusty. Sua morte no episódio "Clown in the Dumps" (26ª temporada) decepcionou alguns fãs pelo hype excessivo em torno de um personagem secundário, mas teve peso narrativo: aprofundou o arco de Krusty, reforçando seus conflitos entre identidade judaica e vida artística. Apesar das poucas aparições, o rabino deixou legado emocional – desde o clássico "Like Father, Like Clown" até seu último adeus, mostrando que até em Os Simpsons, mortes podem ter significado. 

    Bleeding Gums Murphy (6ª temporada) 

    Considerada uma das cenas mais emocionantes da série, a morte de Bleeding Gums Murphy - mentor musical de Lisa - no episódio "Round Springfield" (6ª temporada) marcou os fãs. Após encontrá-lo no hospital, Lisa fica devastada ao saber de seu falecimento. O episódio explora com sensibilidade seu luto e a busca por preservar o legado do saxofonista, equilibrando humor e melancolia típicos de Os Simpsons. A despedida desse personagem (que aparecia desde a 1ª temporada) mostrou como a série pode, quando quer, tratar da morte com profunda humanidade - e fazer o público chorar com Lisa.

    Alice Glick (23ª temporada)

    A velhinha sovina Alice Glick - famosa por explorar Bart em "Three Men and a Comic Book" - teve um fim absurdo na 23ª temporada: esmagada por uma foca robótica em "Replaceable You". O curioso? Seu fantasma (ou erro de continuidade?) continua aparecendo em cenas de fundo, inclusive no céu, enquanto sua voz nunca mais foi ouvida. Típico do humor surreal de Os Simpsons, sua morte ambígua virou piada interna - será um descuido dos animadores ou a avareza de Alice era tão forte que transcendeu a morte?

    Amber Simpson (18ª temporada)

    Amber, a caça-fortunas que Homer casou bêbado em Vegas em "Viva Ned Flanders", teve o destino mais indigno da série: morreu de overdose sendo enterrada no início de um episódio da 18ª temporada. Seu funeral rápido e a completa indiferença de Homer (que nunca assumiu responsabilidade pelo casamento) criaram uma das situações mais sombrias da série. Enquanto outras mortes ganham peso emocional ou humor, Amber virou mero plot device - um desfecho cruel para uma personagem que já era tratada como piada desde sua primeira aparição.

    Larry Dalrymple (35ª temporada)

    Aparecendo desde a 1ª temporada como o barfly silencioso de Moe's Tavern, Larry finalmente ganhou destaque apenas para morrer - bebendo no bar, como sempre - no episódio "Cremains of the Day". Sua morte revelou um triste detalhe: ele considerava Homer e os frequentadores do bar seus melhores amigos, algo que ninguém suspeitava. Típico do humor melancólico de Os Simpsons, a cena mostrou como até personagens secundários podem deixar saudades, mesmo sem falar quase nada em mais de  30 temporadas. Uma despedida discreta, mas cheia de significado.

    Nick Callahan (36ª temporada)

    Enquanto a suposta morte de Marge no final da 36ª temporada ("Estranger Things") foi rapidamente desconsiderada pelos criadores como não-canônica, o episódio "The Yellow Lotus" trouxe uma morte permanente: Nick Callahan, o agente imobiliário trapaceiro. Introduzido na 9ª temporada, Nick morreu de forma absurda - esfaqueado por uma lontra drogada com remédios do Dr. Hibbert - numa paródia de "The White Lotus". Diferente do falso futuro de Marge, essa morte se manteve válida no cânone da série, marcando o fim (e merecido castigo) de um personagem secundário recorrente.

    Tia Sadie (36ª temporada)

    Tia Sadie, a irritante, mas bem-intencionada tia de Krusty (voz de Susie Essmann), estreou na 36ª temporada como uma "especialista em relações" que só causou confusão. Seus conselhos duvidosos criaram uma amizade forçada entre Homer, Patty e Selma - que rapidamente desmoronou - e revelaram-se apenas truques para seu programa de TV. Quando todos rejeitaram suas manipulações, a arrogante Sadie saiu furiosa... só para ser esmagada por uma placa gigante em uma morte tão cômica quanto cruel. Seu destino, tão abrupto quanto sua introdução, provou que Os Simpsons ainda sabe encerrar personagens com humor ácido - mesmo os recém-chegados.

    Onde assistir a ‘Os Simpsons’ online, em streaming?

    Abaixo, saiba onde assistir a Os Simpsons e seus episódios especiais online, em streaming. 

  • Ranking das 15 Melhores Animações Originais da Netflix
    Beatriz Coutinho

    Beatriz Coutinho

    Editor JustWatch

    Embora vez ou outra ainda enfrentem o estigma de serem associadas exclusivamente a algo infantil, há anos as animações se consolidaram como uma forma potente de contar histórias emocionantes, divertidas, com críticas sociais e tramas tão complexas quanto as que encontramos nos filmes live-action. Além disso, elas oferecem muito mais espaço para experimentações que seriam muito caras ou simplesmente impossíveis de serem recriadas na vida real.

    O extenso catálogo da Netflix está repleto de opções de filmes e séries incríveis criadas ou publicadas pelo próximo estúdio. Entre elas estão animações para todos os tipos de gosto, esteja você procurando uma produção infantil, adulta ou do tipo família. Guerreiras do K-Pop, por exemplo, é a animação mais recente da Netflix, e conquistou o mundo inteiro, tornando-se a mais vista da história da plataforma, alcançando 33 milhões de visualizações em apenas duas semanas.

    Neste ranking da JustWatch você confere quais são as 15 melhores animações originais da Netflix, que vão de obras como Arcane e Nimona, até The Midnight Gospel e Castlevania.

    1. Arcane (2021)

    Com uma estética visual fantástica e narrativa envolvente, Arcane é baseada no famoso jogo League of Legends, mas a série animada vai muito além dele, alcançando o primeiro lugar dessa lista por ser uma obra-prima, um colírio para os olhos e explorar dualidades como bem e mal, livre arbítrio e destino, pobreza e riqueza de forma primorosa em seu roteiro. A trama central gira em torno da tecnologia mágica Hextec, cuja descoberta afetará a vida de personagens densos e muito bem desenvolvidos, incluindo as irmãs Jinx e Vi, os amigos Viktor e Jace, além de Mel, Ekko, Silco, entre outros. 

    Arcane possui um estilo de animação impressionante, com técnicas 2D e 3D, além de texturas pintadas a mão e uma trilha sonora incrível, com nomes de peso como Twenty One Pilots, Stromae, Woodkid e Ashnikko, cujas canções surgem em momentos chave, emocionando qualquer espectador. A série venceu nove prêmios do Annie Awards, considerado o Oscar da animação, incluindo Melhor série de TV para o público em geral e Melhores Efeitos Especiais em Série. Com classificação indicativa de 16 anos, a animação é ideal para quem gosta de magia, estilo steampunk, tramas políticas e dramas familiares. 

    2. Samurai de Olhos Azuis (2023)

    Violenta e emocionalmente intensa, Samurai de Olhos Azuis é uma série animada recomendada apenas para adultos, que apresenta a história de Mizu, uma jovem guerreira excluída e renegada durante a infância por conta de sua aparência. Ao atingir a maioridade, ela aproveita o anonimato que lhe foi imposto desde criança para iniciar uma jornada visceral com um único objetivo: vingança. 

    Esta é uma história sangrenta, esteticamente marcante e repleta de cenas de luta de tirar o fôlego, que merece o segundo lugar por sua profundidade emocional, bastante parecida com a de Cyberpunk: Mercenários, mas mais íntima. Com personagens muito bem desenvolvidos, Samurai de Olhos Azuis é perfeita para quem gostou de produções como Afro Samurai e Kill Bill — inclusive, vale lembrar que a história foi recomendada por grandes personalidades, como George R. R. Martin, criador de Game of Thrones.

    3. Cyberpunk: Mercenários (2022)

    Também baseada em um videogame, Cyberpunk: Mercenários é uma série animada que mergulha no caos, violência, corrupção e instinto de sobrevivência que compõem a obscura, mas também colorida cidade de Night City. Apesar da estética neon (completamente diferente da estética em Samurai dos Olhos Azuis) e da trilha sonora pulsante, o roteiro é brutal e por isso a animação é recomendada apenas para maiores de 16 anos. 

    Nesta história, o público acompanha David Martinez, um estudante brilhante, forçado a reconhecer que sua realidade não o levará a lugar nenhum, o que faz com que ele mude completamente o rumo de sua vida. Com personagens originais em relação ao jogo, Cyberpunk: Mercenários entrega uma produção que deixará qualquer um de boca aberta com seu mundo, especialmente fãs de distopias que gostam de Akira e Blade Runner, explorando questões parecidas com as de Arcane, mas com uma ambientação mais futurista.

    4. Klaus (2019)

    Klaus é uma encantadora história de Natal que reinventa a origem do Papai Noel com charme, humor, emoção e originalidade. O filme acompanha o mimado carteiro Jasper, que tem um prazo apertado para entregar 6 mil cartas em uma ilha gelada e hostil, ou será deserdado por sua família. Lá, ele conhece o recluso carpinteiro Klaus, que tem um dom especial, e juntos eles iniciam uma corrente de generosidade entre as crianças do local que ajudará Jasper a bater sua meta. 

    Capaz de derreter até mesmo o coração de quem compartilha a personalidade do protagonista em Grinch, a animação é linda, com um estilo que remete a clássicos 2D, e foi até mesmo indicada ao Oscar de Melhor Animação. Recomendada para crianças um pouco mais velhas, esta é uma ótima aventura para assistir em família durante a época do Natal, cuja abordagem clássica e calorosa a torna atemporal em relação à A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas, por exemplo.

    5. BoJack Horseman (2014)

    Uma das melhores séries animadas adultas de todos os tempos, BoJack Horseman é um retrato cru e comovente da humanidade, que mistura drama e comédia na medida certa para retratar temas importantes como saúde mental, autossabotagem, envelhecimento e vícios — tudo isso de forma honesta, forte e engraçada ao mesmo tempo, como uma mistura de Rick & Morty com Fleabag. O tema da animação lembra The Midnight Gospel, mas Bojack é mais consistente, trazendo suas reflexões de forma mais acessível e direta.

    Nesta história com narrativa profunda e doses generosas de sarcasmo, acompanhamos BoJack, um cavalo antropomórfico que é uma estrela já esquecida de um seriado famoso na década de 1990. Disfarçando seus traumas e complicações de saúde mental com muito uísque, o personagem decide que fará um retorno triunfal à fama lançando uma biografia, mas precisará mergulhar em sua própria história para fazer isso. Diferentemente de Kaus, essa série cobre tópicos muito mais maduros, fazendo dela uma opção para um público mais velho. 

    6. Castlevania (2017)

    Fãs de vampiros, chegou o momento de vocês. Baseada na clássica franquia de jogos homônima e na mitologia que envolve essas criaturas fascinantes, Castlevania usa violência como Samurai de Olhos Azuis e Cyberpunk: Mercenários, mas é mais voltada para quem curte histórias sobrenaturais e com um toque medieval. A série usa um roteiro impecável para contar a história do caos que sucede o momento em que o conde Vlad Drácula Tepes convoca um exército de monstros e demônios para invadir a cidade do bispo que acusou sua esposa de ser uma bruxa e a matou ao queimá-la em uma fogueira.

    Castlevania é considerada uma das melhores adaptações cinematográficas dos games, graças à sua história profunda, repleta de impacto emocional e personagens cativantes do início ao fim, não importando de que lado da história estejam. Com temas mais maduros e um tom sombrio, a série não é recomendada para menores de 16 anos, assim como seu derivado, Castlevania: Noturno, que traz um tom bem parecido.

    7. Pinóquio por Guillermo del Toro (2022)

    Pinóquio por Guillhermo del Toro, como muitas das obras do diretor, é tão bonita e profunda quanto Nimona, mas muito mais melancólica e assustadora. Com seu toque único e uma bela técnica de stop-motion, del Toro criou uma releitura sombria desta história já bastante conhecida, que aqui começa na Itália da década de 1950, quando Geppetto talha a forma de um garoto em madeira como forma de lidar com o luto por ter perdido seu filho na 2ª Guerra Mundial. 

    Bastante diferente da animação da Disney, este Pinóquio apronta um erro atrás do outro e aprenderá muitas lições de formas diferentes, levantando uma série de reflexões sobre a vida e a morte na época em que o longa acontece. Fãs de O Gigante de Ferro, filme que traz um olhar único sobre a Guerra Fria, vão gostar desta versão — que por conta do tom mais maduro, tem classificação indicativa para maiores de 12 anos. 

    8. A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas (2021)

    Perfeita para fãs de Os Incríveis e WiFi Ralph - Quebrando a Internet, A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas é uma aventura brilhante, com um visual criativo e único, que a destaca entre outras animações lançadas em 2021, e um humor afiado, mas ainda assim perfeito para toda a família, capaz de conquistar desde crianças mais novas até adultos, assim como Klaus, mas com um foco maior na aventura.

    O filme mostra a história da jovem Katie, que embarca em uma viagem com sua família para comemorar ter sido aceita na faculdade de seus sonhos. No entanto, os planos dela mudam radicalmente quando todos os dispositivos do mundo decidem se rebelar contra a humanidade. Katie, seus pais, seu irmão mais novo e o cachorro pug da família lidam com robôs e conflitos familiares em meio ao caos de forma criativa e emocionante, que provavelmente fará você derramar algumas lágrimas e se lembrar de um ou outro episódio tecnológico de Love, Death & Robots.

    9. She-Ra e as Princesas do Poder (2018)

    Mais do que um reboot nostálgico, She-Ra e as Princesas do Poder é uma animação moderna, emocionante e cheia de representatividade. A série acompanha a adolescente Adora, orfã que cresceu criada pelo tirano Hordak, governador de Etheria, e que descobre seu verdadeiro poder ao se transformar em She-Ra, a lendária Princesa do Poder. Ao lado de outras garotas mágicas, ela passa a combater a opressão em Etheria enquanto cresce e descobre mais sobre si mesma. 

    A história coloca She-Ra no centro da narrativa, representando muito bem todas as suas personagens femininas, de forma parecida com Arcane, mas mais acessível para adolescentes, e abordando temas como amizade e a luta por um mundo melhor de forma espetacular, e profunda na medida certa para funcionar como uma história para toda a família. A animação é perfeita para quem gosta de narrativas vibrantes e cheias de representatividade, como Steven Universe e Avatar: A Lenda de Korra.

    10. Love, Death & Robots (2019)

    Love, Death & Robots é uma das maiores surpresas da Netflix nos últimos anos, entregando uma experiência audiovisual única em cada episódio. A série é formada por um conjunto de curtas e diferentes histórias animadas, que podem ser vistas em qualquer ordem, e sempre abordam temas como ficção científica, comédia e fantasia de diferentes formas – similar a Cyberpunk Mercenários –, utilizando elementos de suspense, terror, romance ou aventura para apresentar narrativas impressionantes. 

    Enquanto alguns episódios são engraçados ou surreais, outros têm um tom mais violento e filosófico. Histórias como The Witness, Beyond the Aquila Rift e Zima Blue são algumas das melhores entre todas as temporadas, que são ótimas, apesar de ligeiramente inconsistentes, principalmente comparando com as séries no topo da lista que conseguem manter a qualidade sempre. Vale lembrar que apesar de brincarem com diferentes estilos visuais, todas as animações contém um tom mais maduro, o que explica a classificação indicativa ser para maiores de 16 anos.  

    11. Entergalactic (2022)

    Para além de um complemento visual do álbum de mesmo nome do rapper e compositor Kid Cudi, Entergalactic é uma animação adulta que transborda estilo, sentimento e música, mas de forma mais pé no chão que Guerreiras do K-Pop, já que não envolve magia. O filme conta a história do artista Jabari, interpretado pelo próprio Cudi, um charmoso muralista que, ao mudar de apartamento, conhece Meadow, sua vizinha fotógrafa. Os dois se apaixonam em um processo delicioso de ser assistido, com as músicas de Cudi ao fundo, servindo como trilha sonora, ou seja, perfeito para fãs do artista. 

    Nesta comédia romântica que tem a mesma energia de Harry e Sally – Feitos Um Para o Outro, com um toque artístico de Homem-Aranha no Aranhaverso, temas como realização pessoal e profissional, amor e arte são abordados de diferentes formas, tornando as mensagens que o filme passa ainda mais sublimes, mesmo com reflexões profundas.

    12. Nimona (2023)

    Divertida, encantadora e apropriada para adolescentes e adultos, Nimona é uma das melhores animações dos últimos anos — e uma ótima escolha para quem gostou de Red: Crescer É uma Fera e Valente. Baseado na história em quadrinhos de ND Stevenson, o filme conta a história da transmorfa Nimona, a única criatura capaz de ajudar Ballister Boldheart, um cavaleiro que sonha em ser um grande vilão, quando ele é injustamente acusado de um grave crime.

    Assim como em Klaus, aqui temos uma ótima dupla, pois juntos, Ballister e Nimona viverão uma aventura repleta de piadas e desafios, aprendendo lições valiosas sobre amor e sentir orgulho de quem realmente são. Além de retratar uma série de valores importantes, como empatia e representatividade, vale lembrar que a animação é um verdadeiro colírio para os olhos, misturando elementos medievais e futurísticos e se inspirando em clássicos 2D da Disney.

    13. Guerreiras do K-Pop (2025)

    Pense em As Meninas Superpoderosas, mas acrescente música na receita e você terá como resultado o filme Guerreiras do K-Pop. Aqui, somos apresentados à empolgante história do grupo musical Huntrix, composto pelo trio de cantoras Rumi, Mira e Zoey. Longe dos holofotes, elas são caçadoras de demônios e quando estão próximas de salvar o mundo de forma definitiva, um grupo musical masculino formado por demônios surge dominando as paradas, e elas terão que combatê-los um por um. 

    Com uma trilha sonora incrível, que conta com integrantes do famoso grupo TWICE, Guerreiras do K-Pop entrega uma narrativa repleta de carisma e lições importantes sobre não julgar as pessoas por sua aparência — assim como Nimona, mas sendo mais voltado para quem curte música em meio a narrativa, tendo um apelo mais restrito. A animação é capaz de conquistar o coração de adultos e crianças, embora pudesse ser levemente mais aprofundada. Além disso, cada integrante do trio têm sua própria personalidade, o que gera muita identificação e nos dá aquela vontade de dizer “Eu sou essa!”.

    14. Hilda (2022)

    Perfeita para crianças e adultos, a série animada Hilda contém diversos elementos fantásticos que a tornam o significado exato de “série de conforto”. A história acompanha a jovem Hilda e sua mãe, Johanna, que se mudam para uma nova cidade, onde a pequena Hilda, sua raposa-cervo Twig, o elfo Alfur e seus melhores amigos Frida e David vivem dezenas de aventuras fantásticas ao lado de diferentes e misteriosos animais, espíritos e pessoas.

    Mágica, acolhedora e com um ritmo tranquilo, Hilda é uma animação que parece ter saído diretamente de um livro infantil, sempre oferecendo mensagens positivas sobre empatia e coragem, reunindo as lições importantes de Klaus e Nimona de forma leve e ainda mais mágica, mas um pouco mais rasa. Além disso, a curiosidade de cada personagem é cativante e deixa qualquer um com vontade de fazer parte desse mundo fantasioso. 

    15. The Midnight Gospel (2020)

    À primeira vista, The Midnight Gospel, que também é uma animação adulta, parece uma bagunça psicodélica, o que está correto, mas vale acrescentar que é uma bagunça psicodélica bastante profunda e divertida. Com uma premissa interessante, a série é uma animação de diversas conversas do ator e comediante Duncan Trussell com os convidados de seu podcast Duncan Trussell Family Hour. 

    Ao longo dos episódios, Trussell dá voz à Clancy, um vlogger espacial que visita diferentes planetas e entrevista pessoas sobre diversos temas, como ansiedade, morte e meditação, enquanto as conversas da vida real se convertem em desenhos repletos de efeitos visuais coloridos que chamam a atenção e sempre deixam uma marca em quem está assistindo, provocando reflexões interessantes, mas que às vezes podem soar filosóficas ou esotéricas demais, o que requer certa paciência — como os episódios mais experimentais e menos compostos de narrativa de Love, Death & Robots. Fãs de Acordar Para a Vida e Hora de Aventura vão curtir essa sugestão.

  • A Revelação Chocante de ‘Coração de Ferro’ e Outras 5 Aparições que Mudaram o MCU
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    Atenção: spoilers da série Coração de Ferro abaixo! 

    A Marvel surpreendeu ao introduzir Mephisto no MCU inesperadamente por meio da série Coração de Ferro, após anos de especulação, o que começou em WandaVision. A trama acompanha a genial Riri Williams construindo seu legado tecnológico, enquanto enfrenta o vilão Capuz (Anthony Ramos), cujo poder místico escondia uma revelação impactante: por trás de tudo está o demônio Mephisto, interpretado por Sacha Baron Cohen.

    Embora sua aparição seja breve, no final da série, a conexão entre tecnologia e magia — personificadas por Riri e o vilão respectivamente — e o destino trágico de Capuz sugerem que o Senhor das Trevas terá um papel maior no futuro do universo Marvel. 

    No entanto, esta não é a primeira vez que um personagem inusitado das HQs muda o rumo do MCU. Neste texto, te contamos outras 5 revelações que levaram a grandes transformações no Universo dos heróis. 

    Nick Fury, em Homem de Ferro (2008)

    Quando Nick Fury (Samuel L. Jackson) surgiu das sombras ao final de Homem de Ferro (2008) para falar sobre a "Iniciativa Vingadores", parecia estar se dirigindo diretamente ao público. Essa cena, quase improvisada, foi o primeiro vislumbre do ambicioso plano da Marvel – que ninguém imaginava se tornar o maior universo cinematográfico da história. 

    Além de lançar as bases para os Vingadores, o cameo de Fury criou uma tradição: cenas pós-créditos viraram marca registrada do MCU, tão essenciais quanto a abertura dos filmes de James Bond. Homem de Ferro não só inaugurou o universo, mas ensinou os fãs a sempre esperar por mais.

    Visão, em Vingadores: Era de Ultron (2015)

    Vingadores: Era de Ultron (2015) pode ser uma obra irregular, mas seu maior acerto foi o nascimento do Visão. Paul Bettany, antes somente a voz de J.A.R.V.I.S., materializou-se como o androide de pele vermelha, ele também é um ser paradoxal: quase invencível, mas fascinado pela fragilidade humana. Sua cena de "nascimento", erguendo o martelo de Thor, antecipou seu papel como a consciência dos Vingadores.

    Visão tornou-se o coração da equipe, um "Data" do MCU (como em Star Trek), cuja busca por humanidade culminou em seu romance com Wanda. Sua morte em Vingadores: Guerra Infinita (2018) não só desencadeou o colapso emocional de Wanda em WandaVision, como simbolizou o fim da inocência dos heróis. Ironia cruel: um ser artificial deixou como legado as consequências mais humanas do universo Marvel.

    Homem-Aranha, em Capitão América: Guerra Civil (2016)

    Em 2015, Marvel e Sony surpreenderam o mundo ao fechar um acordo para levar o Homem-Aranha ao MCU. Tom Holland estreou como Peter Parker em Guerra Civil (2016), roubando a cena com seu charme e ação ágil. Sua versão do herói, fiel aos quadrinhos, revitalizou o personagem após os filmes da Sony e gerou uma trilogia própria. 

    A batalha do aeroporto, com seu "Ei, pessoal!", tornou-se icônica. Sem essa parceria, o MCU não seria o mesmo — e Sem Volta para Casa nunca existiria. Graças a ela, o amigão da vizinhança virou peça central do universo Marvel. 

    Pantera Negra, em Capitão América: Guerra Civil (2016) 

    Pantera Negra (2018) redefiniu o cinema blockbuster: primeiro filme de super-herói negro a concorrer ao Oscar de melhor filme e apresentou Wakanda com orgulho afrofuturista. Chadwick Boseman eternizou T'Challa com nobreza, aparecendo pela primeira vez em Capitão América: Guerra Civil. 

    Das lutas ritualísticas ao discurso sobre escravidão, Pantera Negra misturou ação com política de forma inédita na Disney. Mesmo após a trágica morte de Boseman, seu legado vive - no grito de "Wakanda Forever!" e na coragem de questionar: que tipo de rei você será? Um marco que provou que heróis podem mudar o mundo.

    Agatha Harkness, em Wandavision (2021) 

    Agatha Harkness surgiu em WandaVision (2021) como a peça-chave que revelou as profundezas da magia no MCU. Mais que uma vilã, ela foi catalisadora da transformação de Wanda em Feiticeira Escarlate, expondo séculos de tradição bruxa por feitiços ancestrais e o perigoso Darkhold. Sua manipulação em Westview não só testou os limites do poder de Wanda como plantou as sementes para futuras explorações místicas no universo Marvel. 

    Presa em sua própria mente, Agatha deixou um legado ambíguo — parte ameaça, parte aliada potencial, expandido em Agatha Desde Sempre (2024), que também trouxe a aparição de Wiccano. Com Kathryn Hahn brilhando no papel, a personagem provou que até os vilões mais sombrios podem ter um toque de humor e humanidade.

    Filmes e séries com aparições de personagens que transformaram o MCU

    Não perca as aparições mais marcantes do MCU com o guia JustWatch, mostrando como assistir aos filmes e séries mencionados acima. 

  • 'Round 6': 5 Maneiras Como a Série Pode ter uma Temporada 4
    Mariane Morisawa

    Mariane Morisawa

    Editor JustWatch

    A terceira temporada do fenômeno Round 6 está no ar na Netflix e, segundo seu criador, Hwang Dong-hyuk, é a última, real, oficial. Mas há rumores de um spin-off norte-americano, que seria dirigido por David Fincher. E o próprio Hwang, que se despediu da série com uma mensagem aos fãs, disse em entrevistas recentes que tem ideias para um spin-off que traria de volta Seong Gi-hun (Lee Jung-jae) nos três anos entre a primeira e a segunda temporadas, quando ele estava atrás dos recrutadores. A história acompanharia o protagonista, mas também o Capitão Park (Oh Dal-su) e os funcionários mascarados fora da arena.

    Esse seria o jeito ideal de continuar a série, sem perder Gi-hun, um personagem sólido, com bela interpretação de Lee. Ainda assim, a gente resolveu colocar a imaginação para funcionar e pensar de que maneira a série poderia prosseguir (atenção para os spoilers da terceira temporada).

    'Round 6' Temporada 4? Descubra 5 ideias para a série continuar

    A terceira temporada pode até ser a última temporada (confirmada) da série, mas Round 6 tem ponta solta por aí. Descubra teorias, rumores e mais possibilidades para a série continuar, mesmo com o fim da terceira temporada. 

    O futuro da Jogadora 222

    A bebê vencedora do jogo na terceira temporada fica com Hwang Jun-ho (Wi Ha-joon), em teoria, levada pelo meio-irmão do detetive, o vilão (Lee Byung-hun), que parece ter ganhado de volta um coração depois do sacrifício de Gi-hun para salvar a criança. A menininha provavelmente nunca mais vai ter de se preocupar com dinheiro, já que ganhou cerca de US$ 33 milhões (ou R$ 182 milhões). Não haveria por que ela participar do jogo, a não ser que ela seja tomada pelo espírito do padrinho e decida acabar com o massacre, vingando-se das mortes da mãe, Jun-hee (Jo Yuri), e de Gi-hun. Como uma bebê, ela abre diversas possibilidades para um futuro no mundo de Round 6. 

    Seong Ga-yeong seguindo os passos do pai

    No final da terceira temporada, em mais uma tentativa de redenção, o Front Man (Lee Byung-hun) vai a Los Angeles para encontrar Seong Gi-yeong (Jo A-in), a filha de Gi-hun. Ele entrega à adolescente uma caixa com o uniforme ensanguentado do pai dela, além de um cartão de banco idêntico àquele recebido por Hwang com o prêmio da bebê 222. Ou seja, o vilão resgatou o dinheiro que Gi-hun ganhou na sua primeira participação no jogo, que ele nunca utilizou e deixou guardado em um motel, de onde planejou sua volta à arena. Se Ga-yeong for tão determinada quanto o pai, é capaz de ela dar um jeito de participar do jogo para descobrir mais sobre ele e se aproximar de Gi-hun de alguma maneira. 

    Mais sobre o Front Man

    Com as suas atitudes no final da terceira temporada, até parece que o personagem se arrependeu de tudo o que fez. Seu olhar para a recrutadora interpretada por Cate Blanchett em Los Angeles foi de alguém que percebe haver iguais ao redor do mundo. Caso ele esteja realmente arrependido, o enigmático personagem poderia infiltrar o jogo nos Estados Unidos ou mesmo retornar ao Round 6 na Coreia do Sul. Uma nova temporada também poderia mostrar como foi sua participação no jogo no passado e como ele foi quebrado pelo Round 6, passando para o lado de lá, além de sua vida antes de entrar na arena. Como um dos personagens mais complexos da série, ele abre possibilidades para prequelas e continuações. 

    Derivado focado em Kang No-eul

    Depois de escapar da Coreia do Norte, a personagem consegue também fugir da arena, onde atuava como guarda, após ajudar Park Gyeong-seok a sair do jogo com vida para reencontrar a filha, que luta contra o câncer. No final da terceira temporada, depois de queimar os arquivos dos jogadores, ela é vista no parque, revendo Gyeong-seok e a menininha, antes de embarcar para a China e tentar reencontrar a sua própria filha. A personagem bem que poderia ganhar um spin-off meio diferente, mostrando sua fuga de seu país de origem e se ela consegue encontrar ou não sua filha. 

    Round 6 Estados Unidos, Brasil, Itália…

    A maneira mais fácil de continuar a série, porém, seria pegar o gancho da aparição de Cate Blanchett em Los Angeles, tentando recrutar pessoas desesperadas, e mostrar versões ao redor do mundo –afinal, não faltam pessoas com muito dinheiro disponível para financiar as sessões de tortura para seu entretenimento. Imagine quantos cenários seriam possíveis? Estados Unidos, Itália, Marrocos, México… Cada um com suas provas específicas, baseadas em costumes locais. 

    Aliás, se tem uma coisa esquisita na terceira temporada, é a recrutadora interpretada por Blanchett usar o ddakji, como na Coreia. No Brasil, os jogadores poderiam ser eliminados com amarelinha, queimada, elástico, bafo, carrinho de rolimã, embaixadinha.

    Onde assistir ‘Round 6’ em streaming?

    Confira abaixo as opções de streaming caso queira assistir a todas as produções de Round 6 disponíveis até hoje.

  • Lee Jung-jae: 10 Filmes e Séries Essenciais Além de 'Round 6'
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    Antes de se tornar o icônico Seong Gi-hun (o jogador 456) em Round 6, Lee Jung-jae já era uma lenda do cinema e da TV coreanos. Com uma carreira de três décadas, ele conquistou desde prêmios de melhor ator até o coração do público global. Este guia reúne seus trabalhos essenciais — onde ele vai de gângster implacável a espião sofisticado, provando que seu talento vai muito além dos jogos mortais da Netflix.

    Melhores filmes e séries com Lee Jung-Jae

    1. Round 6 (2021)

    Lee Jung-jae estrelou como Seong Gi-hun (o jogador 456), um pai divorciado e endividado que entra nos jogos mortais de Round 6. Sua atuação misturou vulnerabilidade e resiliência, cativando o público global. Gi-hun passa de desesperado a estrategista, questionando a moralidade do sistema. Lee trouxe profundidade ao personagem, especialmente na cena em que chora após vencer. A série virou fenômeno da Netflix, rendendo-lhe um Primetime Emmy de Melhor Ator, tornando-o o primeiro asiático a vencer na categoria. Um marco em sua carreira.

    2. A Empregada (2010)

    Neste thriller erótico, Lee Jung-jae interpreta Hoon, um pianista rico que se envolve com a empregada da família. Sua atuação em A Empregada é carregada de tensão sexual e arrogância, culminando em tragédia. O filme, dirigido por Im Sang-soo, foi selecionado para Cannes. Lee capturou a dualidade de Hoon: charmoso na superfície, mas manipulador e cruel. A cena do piano, onde ele seduz a empregada, é icônica. 

    3. Operação Chromite (2016)

    Como Jang Hak-soo, um espião sul-coreano na Guerra da Coreia, Lee Jung-jae lidera uma missão arriscada para enganar as tropas norte-coreanas. Operação Chromite, baseado em eventos reais, destaca sua habilidade em papéis de ação dramática. Sua química com Liam Neeson (como MacArthur) elevou as cenas de estratégia militar. Lee transmitiu a carga emocional de um homem disposto a sacrificar tudo pela pátria. Apesar das críticas mistas, sua atuação foi elogiada, mostrando seu alcance em produções históricas.

    4. City of the Rising Sun (1999)

    Um dos primeiros sucessos de Lee, onde ele interpreta Hong-ki, um jovem ambicioso que se envolve com o crime em Busan. City of the Rising Sun, um noir coreano dos anos 90, explorou sua capacidade de transmitir ambição e culpa. A cena em que ele confronta o chefe do crime, interpretado por Ahn Sung-ki, é eletrizante. Lee ganhou seu primeiro Blue Dragon por este papel, consolidando-se como estrela do cinema local. Um retrato cru da ascensão e queda no submundo.

    5. Novo Mundo (2013)

    Em Novo Mundo, Lee Jung-jae interpreta Lee Ja-sung, um policial infiltrado por 8 anos no Goldmoon, o maior sindicato do crime da Coreia. Quando o chefão (Choi Min-sik) é assassinado, Ja-sung é arrastado para uma guerra de sucessão, tornando-se braço direito do herdeiro (Hwang Jung-min). O filme mistura action brutal e drama psicológico, explorando até que ponto um homem pode mentir antes de perder sua identidade. A cena do elevador — onde Ja-sung mata 12 homens sozinho — é uma das mais icônicas do cinema coreano.

    6. O Leitor de Faces (2013)

    Como Príncipe Suyang, um nobre ambicioso da dinastia Joseon, Lee Jung-jae entregou uma atuação calculista e aterradora. O Leitor de Faces, focado em leitura facial e intrigas palacianas, mostrou sua habilidade em vilões complexos. Sua cena de golpe de Estado, onde ele elimina inimigos sorrindo, é arrepiante. Lee venceu o Grand Bell Award de Melhor Ator, provando seu domínio em dramas históricos. Um contraste marcante com seus papéis contemporâneos.

    7. O Mistério das Garotas Perdidas (2019)

    Neste thriller sobrenatural, Lee interpreta Pastor Park, um caçador de seitas que investiga mortes ligadas a um culto misterioso. Sua atuação foi cheia de nuances, equilibrando ceticismo e fé. A revelação final, onde seu personagem enfrenta o líder da seita (Jung Jin-young), é eletrizante. Lee trouxe peso a O Mistério das Garotas Perdidas, com elementos de horror religioso, destacando-se em cenas de diálogo intenso. Um papel subestimado em sua filmografia, mas essencial para fãs de suspense psicológico.

    8. Deliver Us from Evil (2020)

    Como Ray, um assassino de aluguel que busca vingança, Lee Jung-jae protagonizou cenas de ação brutais na Tailândia e Coreia. Sua química com Hwang Jung-min (como um rival) gerou duelos eletrizantes. Deliver Us from Evil misturou action e drama, com Lee mostrando ferocidade física e emocional. A sequência no beco de Bangkok, filmada em plano-sequência, é um destaque. Um dos papéis mais físicos de sua carreira, provando que, aos 50 anos, ele domina gêneros diversos.

    9. Star Wars: The Acolyte (2024)

    Lee Jung-jae estreou no universo Star Wars como Mestre Sol, um Jedi em uma era de escuridão crescente. Sua presença trouxe gravidade à série, com cenas de sabre de luz coreografadas meticulosamente. Ele descreveu o papel em Star Wars: The Acolyte como "um sonho de infância". Uma prova de seu alcance global pós-Round 6, conquistando até fãs de uma das maiores sagas do mundo. 

    10. O Advogado (2013)

    Neste drama baseado em eventos reais, Lee interpretou Kim Jin-woo, um jovem ativista perseguido pelo governo nos anos 80. Seu papel em O Advogado, embora coadjuvante, foi crucial para o impacto emocional do filme. A cena do julgamento, onde ele enfrenta torturadores, é de cortar o coração. O filme foi um sucesso crítico e comercial, mostrando seu compromisso com projetos socialmente relevantes. Um lembrete de que Lee Jung-jae escolhe papéis que desafiam o status quo.

    Onde assistir aos melhores filmes e séries com Lee Jung-jae?

    Abaixo, saiba onde assistir aos melhores filmes e séries com Lee Jung-jae, o jogador 456 de Round 6

  • Saiba Onde Encontrar o Elenco de ‘O Diabo Veste Prada’ em 2025
    Beatriz Coutinho

    Beatriz Coutinho

    Editor JustWatch

    O filme O Diabo Veste Prada foi lançado em 2006 e rapidamente se tornou um clássico de sua década. A história apresenta a personagem Andy Sachs, que consegue um emprego como co-assistente da diretora da revista Runaway, cargo que mudará a forma como vê a vida e o mercado da moda. 

    O filme ganhará uma continuação 20 anos depois do lançamento do filme original com o retorno de Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci já confirmados. 

    Ficou com saudade do elenco? Confira outros filmes e séries com os atores e atrizes de O Diabo Veste Prada neste guia da JustWatch.

    Meryl Streep (Miranda Priestly)

    A icônica personagem Miranda Priestly, diretora da Runaway Magazine, foi vivida pela igualmente fantástica Meryl Streep, atriz conhecida por sua versatilidade na hora de atuar e por uma extensa carreira, que segue ativa aos 75 anos. Vale lembrar que ela começou a atuar em 1977 e rapidamente venceu grandes prêmios, como o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel como Joanna em Kramer vs. Kramer em 1979.

    Depois de O Diabo Veste Prada, Streep seguiu surpreendendo o público em diversos papéis, como a divertida mãe solteira Donna Sheridan no musical Mamma Mia!; a fria primeira ministra do Reino Unido, Margaret Thatcher, em A Dama de Ferro (pelo qual venceu um Oscar de Melhor Atriz); além de ter vivido Katharine Graham no suspense político The Post - A Guerra Secreta, Tia March em Adoráveis Mulheres e a detestável Presidente Janie Orlean em Não Olhe Para Cima

    A atriz também marcou presença em grandes séries, como Big Little Lies, vivendo Mary Louise Wright, e Only Murders in the Building, interpretando Loretta Durkin.

    Anne Hathaway (Andrea "Andy" Sachs)

    Com uma evolução pessoal que inspira qualquer pessoa, seja ela interessada em moda ou não, a personagem Andy Sachs foi vivida por Anne Hathaway, que na época já era bastante conhecida por conta de O Diário da Princesa, mas que cresceu ainda mais como atriz depois de O Diabo Veste Prada. Ela estrelou O Casamento de Rachel como Kym Buchman, Liz Curran em Idas e Vindas no Amor, e a Rainha Branca no Alice no País das Maravilhas de Tim Burton.

    Hathaway também viveu também a Mulher-Gato no Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge de Christopher Nolan; e se entregou completamente o papel de Fantine em Os Miseráveis, filme pelo qual venceu um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante e foi muito elogiada pela crítica, conquistando destaque pela cena em que canta ‘I Dreamed a Dream’. 

    Seus papéis como Dra. Amelia Brand em Interestelar, Daphne Kluger em Oito Mulheres e Um Segredo, e Solène no recente Uma Ideia de Você, também merecem ser vistos.

    Emily Blunt (Emily Charlton)

    A competitiva e esnobe Emily, co-assistente de Miranda, é vivida por Emily Blunt, atriz que também conta com um extenso currículo e está sempre provando que consegue transitar facilmente entre papéis dramáticos, cômicos ou encantadores.

    Após o lançamento de O Diabo Veste Prada, Emily marcou uma presença bastante imponente em A Jovem Rainha Vitória, no papel da monarca, pelo qual foi indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz em Cinema - Drama, e também chamou a atenção como a destemida sargento Rita Vrataski na ficção científica No Limite do Amanhã

    Blunt também merece destaque por Um Lugar Silencioso, no qual é capaz de convencer qualquer um de sua habilidade como atriz na cena em que dá a luz a uma criança em silêncio, e por sua Mary Poppins em O Regresso de Mary Poppins, no qual exibe elegância e felicidade genuínas. A atuação dela em Oppenheimer, como Katherine, a esposa do famoso físico, é sensacional e rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.

    Stanley Tucci (Nigel Kipling)

    Diretor de arte da Runaway Magazine e braço direito de Andy, Nigel é um dos personagens mais divertidos de O Diabo Veste Prada, muito bem vivido pelo marcante Stanley Tucci, que na época já era conhecido por filmes como O Terminal.

    Tucci também é muito lembrado por papéis como o cruel serial-killer George Harvey em Um Olhar do Paraíso, pelo qual foi indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro; o empolgado e sem noção apresentador Caesar Flickerman na franquia Jogos Vorazes; e Dr. Abraham Erskine, inventor do Soro do Super Soldado em Capitão América: O Primeiro Vingador.

    Perfeito em papéis mais dramáticos, ele também aparece como o advogado Mitchell Garabedian em O Caso Spotlight, e como o Cardeal Aldo Bellini no recente Conclave. Em 2025, ele apareceu em The Electric State e A Fonte da Juventude.  

    Simon Baker (Christian Thompson)

    Em O Diabo Veste Prada, o charmoso e ambicioso escritor Christian Thompson é o papel de Simon Baker. O ator interpreta Max Rourke, o colega de trabalho de Rachel em O Chamado 2 e o advogado em busca de redenção Nicholas "Nick" Fallin na série dramática The Guardian

    No entanto, certamente o principal papel de sua carreira é o vidente Patrick Jane da clássica série policial O Mentalista, que conquistou fãs pelo mundo inteiro ao apresentar a história deste personagem em busca de vingança contra o serial killer Red John, que assassinou sua mulher e filha. Em breve o ator voltará ao cinema com um papel em Klara e o Sol, ao lado de Jenna Ortega.

    Adrian Grenier (Nate Cooper)

    O namorado de Andy no film, Nate Cooper, que sempre divide opiniões (ele esteve sempre certo ou sempre errado?) é vivido por Adrian Grenier. Além de seu papel memorável em O Diabo Veste Prada, o ator também é bastante conhecido pela série Entourage: Fama e Amizade, na qual vive o papel de Vincent "Vinny" Chase, um jovem astro de cinema. 

    Além disso, ele também ficou popular pela recente série Clickbait, em que interpreta de forma complexa e vulnerável o personagem Nick Brewer, um exemplar pai de família que é acusado de diversos crimes e deixa todos à sua volta em choque, já que os delitos contrastam com sua imagem de bom moço.

    Tracie Thoms (Lily)

    Em O Diabo Veste Prada, Tracie Thoms dá vida à Lily, amiga do casal Andy e Nate. A atriz atuou no musical Rent - Os Boêmios, em que interpreta a advogada sem papas na língua Joanne Jefferson; e no famoso filme À Prova da Morte, de Quentin Tarantino, em que dá vida à dublê Kim na história Death Proof. 

    Thoms também aparece nas séries 9-1-1 como a Dr. Karen Wilson, esposa da personagem Henrietta Wilson; Love, como Susan Cheryl; Criminal Minds, como Monica Walker em dois episódios; e na recente Uma Família Perfeita como a Dr. Randi Burch.

    Rich Sommer (Doug)

    Assim como Lily, Doug é amigo de Andy e Nate, e o personagem é interpretado por Rich Sommer. O ator ganhou bastante reconhecimento ao interpretar Harry Crane na premiada série Mad Men, personagem que até hoje deixa os fãs da série malucos por conta de sua personalidade. 

    Recentemente interpretou Luke Skywalker em Mynocks from Space: A Live Staged Reading of Star Wars, uma leitura encenada ao vivo em que os atores trabalharam com o roteiro original de Star Wars.

    Daniel Sunjata (James Holt)

    O jovem e promissor estilista James Holt, que quase passa Miranda para trás, é vivido por Daniel Sunjata. Um dos papéis de maior expressão do ator é o bombeiro Franco Rivera na série Rescue Me; ele também aparece em Uma Mente Excepcional como o desconfiado, mas bem intencionado detetive Adam Karadec; e em Ecos como Charlie, terapeuta e marido de Gina, uma das protagonistas do suspense. 

    Sunjata também atuou como o sargento Powers no filme de mistério 12 Horas e como o Capitão Jones em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge.

    Gisele Bündchen (Serena)

    O Diabo Veste Prada tem um toque brasileiro graças a presença da modelo Gisele Bündchen, que aparece como Serena, uma das amigas de Emily que também trabalha na revista Runaway. A top model também já apareceu na comédia Táxi, em que interpreta a líder de uma famosa gangue de assaltantes brasileiras, e como ela mesma no episódio The Heavy Lifting da série The O.C..

    Onde assistir aos filmes e séries com o elenco de ‘O Diabo Veste Prada'

    Veja abaixo onde encontrar online, em streaming, filmes e séries com atrizes e atores do elenco de O Diabo Veste Prada.

  • Os 10 Melhores Filmes e Séries com Jonathan Bailey e Onde Assistir a Eles
    Bruno Pinheiro Melim

    Bruno Pinheiro Melim

    Editor JustWatch

    Quando nos deparamos com a filmografia atual de Jonathan Bailey, a sensação é de que o ator não tem apenas 37 anos. O que dizer então da sua próspera carreira paralela nos palcos ingleses, e do seu talento como músico? Inclusive, o ator tocou clarinete na trilha sonora de Jurassic World: Recomeço, além de ser um dos protagonistas do novo filme. Mais uma prova da vocação e versatilidade do britânico que vem conquistando cada vez mais o coração do público ao redor do mundo, incluindo no recente Wicked: Parte II. 

    Conhecido pelos seus papéis marcantes nas premiadíssimas séries Bridgerton e Companheiros de Viagem, e no aclamado musical Wicked, Bailey chega em 2025 ao seu auge, ao protagonizar, ao lado de Scarlett Johansson e Mahershala Ali, o novo filme da franquia de dinossauros mais estimada que o cinema já produziu. Que tal então propormos uma imersão na sua carreira, através de um ranking dos seus melhores filmes e séries? Saiba também neste guia da JustWatch, onde encontrar em streaming todas as produções da lista. 

    1. Jurassic World: Recomeço (2025)

    Escrito pelo roteirista do primeiro Jurassic Park (David Koepp), Jurassic World: Recomeço se passa cinco anos após os eventos do último Jurassic World: Domínio. Com novos personagens apresentados na história, como é o caso do paleontólogo Henry Loomis, interpretado por Jonathan Bailey, o longa segue a missão de uma equipe que tenta extrair o DNA de dinossauros situados em uma ilha isolada e bastante perigosa. 

    No meu conceito, é um filme que recupera alguns dos principais aspectos que popularizaram as primeiras obras da franquia (muito por conta de ter o mesmo roteirista), nomeadamente a atmosfera tensa e aterradora, além do gradual entusiasmo, maravilhamento, e medo, dos personagens em relação aos dinossauros — uma construção que vinha se perdendo nos últimos dois filmes da franquia.

    A encantadora e vibrante atuação de Bailey, que mistura um pouco das características de figuras lendárias — como por exemplo o paleontólogo Dr. Alan Grant do primeiro Jurassic Park — com a originalidade e entusiasmo do seu personagem, é, sem dúvida, um dos pontos altos da obra. Além disso, pela relevância do filme na carreira do ator (que ainda não havia sido protagonista de uma produção tão grande e importante quanto essa), faz com que Jurassic World: Recomeço esteja no topo deste ranking.

    2. Wicked (2024) 

    Se no filme dos dinossauros, Jonathan Bailey faz um dos protagonistas, em Wicked, o ator tem um papel coadjuvante, mas extremamente importante para a narrativa. Sucesso absoluto do público e de boa parte da crítica, o filme (vencedor de dois Oscars) apresenta ao mundo a vasta habilidade performática do jovem britânico, começando pelo seu poder dramático, passando pelo seu talento na dança, até chegar na sua aptidão musical. 

    O ator interpreta Fiyero, o popular príncipe que vive um triângulo amoroso com as protagonistas Elphaba e Glinda. Wicked é um filme baseado no musical (com o mesmo nome) da Broadway, onde conhecemos a história que precede O Mágico de Oz, sobre as origens da Bruxa Má do Oeste e da Bruxa Boa do Norte. Por também ser uma produção da Disney que reimagina contos de fadas com bruxas, é uma obra que lembra muito a atmosfera de Caminhos da Floresta. Ambos, musicais imperdíveis para quem ama histórias fantásticas. Lembrando que a continuação Wicked: Parte II chega aos cinemas brasileiros ainda em 2025 e promete trazer mais do personagem de Jonathan Bailey.

    3. Companheiros de Viagem (2023) 

    Ao contrário de Wicked, para quem tem interesse em ver a competência dramática do ator inglês, em uma produção mais adulta, Companheiros de Viagem é uma série mais do que recomendada. A obra de época acompanha a relação amorosa entre dois homens, um político comedido e um jovem idealista, durante décadas marcantes nos Estados Unidos (dos anos 50 aos 80), com acontecimentos históricos impactantes, como por exemplo, a perseguição aos homossexuais e comunistas, até chegar à crise da AIDS.

    A atuação de Bailey é bastante notável, muito por conta da maneira com que consegue transpor para a tela a mudança interior pela qual o seu personagem (o jovem idealista) passa ao longo da série — de um garoto ingênuo à um homem maduro, e com uma voz segura e poderosa para protestar. Com certeza, eu diria que ao lado de Gentleman Jack e Dickinson, está entre as principais séries contemporâneas que retratam a comunidade LGBTQIA+ em histórias de época. Por isso mesmo, merece estar nessa posição do ranking.

    4. Crashing (2016) 

    Com as três principais produções da lista, conseguimos dar um panorama do poder de empatia de Jonathan Bailey, das suas diversas facetas como ‘performer’ e da sua profundidade dramática. Chegamos agora, no momento de demonstrar que o ator também leva jeito nas comédias — mesmo que seja interpretando um personagem bastante caótico. Para quem é fã de Fleabag e está à procura de uma série super rápida (6 episódios), divertida e com o mesmo tom ‘sem filtro’, pode parar tudo e imediatamente dar um play em Crashing na Netflix.

    A produção britânica que acompanha um grupo de jovens que, com a grana apertada, passa a morar em uma ala de um hospital inoperante, consolidou Jonathan Bailey como um forte nome da televisão inglesa. Na trama, o ator interpreta Sam, um jovem que tem uma casca impulsiva, rebelde e pervertida, mas que no fundo demonstra, à medida que o seu arco narrativo se desenvolve, ser uma pessoa empática e sentimental — é claro que antes disso, presenciamos uma série de momentos indelicados (mas cômicos) por parte do seu personagem. Há quem diga que Sam, mesmo com esse temperamento complicado (ou por causa dele), é a figura mais interessante da série — e eu tendo a concordar com isso.

    5. Bridgerton (2020-)

    Em Companheiros de Viagem, Bailey provou que tem aptidão para dar vida a personagens inseridos no passado. Disto isto, sua mesma facilidade aparece em Bridgerton, onde voltamos ainda mais no tempo (século XIX), para acompanhar uma família da alta classe londrina, formada por oito irmãos que buscam encontrar o amor de suas vidas para se casarem. Uma produção muito indicada para quem gosta das obras de Jane Austen, como Orgulho e Preconceito e Emma, que têm uma ambiência parecida.

    Uma das séries mais populares da Netflix, Bridgerton teve um papel essencial na ascensão da carreira do ator, tanto no que diz respeito ao seu crescente reconhecimento na indústria, quanto em relação à recepção mais do que calorosa do público — principalmente na internet — para com o seu personagem. Bailey esbanja carisma e vitalidade ao dar vida ao cativante, sedutor e determinado Anthony, que tem que lidar com a responsabilidade de ser o irmão mais velho da família após o falecimento do pai, ao mesmo tempo que tenta encontrar uma esposa. 

    Considerando que a 2ª temporada foca na vida amorosa de seu personagem, já dá para imaginar o porquê do fascínio do público, não? A única coisa que lamento, é que Anthony não aparece em tantos episódios da 3ª temporada — o que faz com que a série não ocupe uma posição melhor nessa lista.

    6. Broadchurch (2013-2017)

    Com papéis coadjuvantes em produções de renome, Jonathan Bailey foi conquistando o seu espaço. O ator também fez parte do elenco da aclamada série Broadchurch, que acompanha o desenvolvimento de uma investigação em uma pequena cidade britânica após um corpo de um garoto ser encontrado na costa da praia. Na história, o ator dá vida a um ansioso e imprudente repórter, que tenta aproveitar a transformação pela qual a ‘cidade fictícia’ passa durante a investigação, para se promover com o seu trabalho. 

    Além de um roteiro afiadíssimo — que prende a atenção do espectador do início ao fim com uma trama e ambiência típicas de uma boa série de suspense como Big Little Lies — a produção conta também com performances memoráveis, não só do coadjuvante Bailey (que entrega uma atuação pulsante e vigorosa), como também de David Tennant e Olivia Colman, que interpretam os protagonistas responsáveis por investigar o caso. Ou seja, se você está em busca de um mistério policial com excelentes atores, já sabe onde encontrar.

    7. Jack Ryan (2018-2023)

    Continuamos demonstrando então o quão importante foram os papéis mais secundários na carreira do ator, chegando agora a Jack Ryan, uma série de ação policial na mesma pegada de Homeland, parte de uma franquia cuja dimensão ‘mainstream’ (apesar de estar abaixo) pode ser comparável à de Jurassic World

    Jonathan Bailey aparece na 1ª temporada da série interpretando Lance Miller, que assim como Ryan, também é agente da CIA, e que trabalha em um campo de refugiados na Turquia, auxiliando o protagonista em uma missão. Apesar de um papel pequeno, ocupa a sétima posição já que essa foi uma das primeiras vezes que o grande público se deparou com o desafio e habilidade de Bailey em representar com sotaque norte-americano — técnica que hoje em dia ele já tira de letra. 

    8. Heartstopper (2022-2024)

    Se em Companheiros de Viagem, Bailey dá um show em uma série queer destinada a um público mais maduro, em Heartstopper, o ator brilha em uma das pérolas da Netflix no que diz respeito a conteúdo para o público jovem. Uma produção que traz a história da relação entre dois garotos do ensino médio, um deles um empenhado aluno assumidamente gay, e o outro um popular jogador de rugby, que pode agradar os amantes de romances teens da Netflix, como Atypical, Young Royals e Com Carinho, Kitty.

    A série faz um sensível, autêntico e importante retrato da comunidade LGBTQIA+, através de uma história profunda sobre adolescentes e suas questões. Na 3ª temporada, Jonathan Bailey — que faz parte da comunidade e já declarou a importância da representatividade da série — novamente nos presenteia com uma pequena, mas magnética atuação ao interpretar Jack Maddox, um acadêmico bastante admirado por um dos protagonistas. 

    9. Doctor Who (2005-2022)

    Em Jurassic World, vimos o ator trabalhando em um filme de ficção científica de maneira mais profunda e emblemática, agora veremos Bailey em um ‘sci-fi’, de forma bem mais caricata. Esta produção, creio que você não estava à espera de encontrar na lista. Pensando bem, caso você seja fã de Doctor Who, ou tenha uma memória excelente, talvez se lembre da ilustre participação de Jonathan Bailey na série do Doutor Alienígena mais querido da televisão. 

    Pois bem, o ano era 2014 quando o ator interpretou Psi, um hacker e humano aprimorado que, já experiente em usar as suas capacidades para atividades ilegais, passa a colaborar com o Doutor em uma missão de assalto ao banco. É, sem dúvida, uma excelente oportunidade de presenciar Jonathan interpretando um personagem mais grotesco e burlesco, em comparação à maioria dos seus papéis — vale lembrar que Psi tem uma série de ‘chips’ na cabeça. Ao meu ver, merece fazer parte do ranking, já que o ator pode se gabar de ter feito parte de um dos maiores clássicos de ficção científica da TV britânica, mesmo com uma modesta participação.

    10. Juventudes Roubadas (2014)

    No mesmo ano da sua aparição em Doctor Who, Jonathan Bailey também pegou um papel coadjuvante no impactante drama de guerra Juventudes Roubadas, uma obra que recomendo muito aos fãs de romances de época como Desejo e Reparação. O filme é baseado nas memórias da escritora britânica e feminista Vera Brittain, que perdeu o seu irmão e o seu noivo durante a Primeira Guerra Mundial, onde trabalhou como enfermeira na linha de frente. 

    O ator inglês dá vida ao pacifista Geoffrey Thurlow, que faz parte do círculo social de Vera em Oxford, e consegue roubar a cena mesmo sem estar em foco e com pouco tempo de tela, com uma presença marcante e sincera, fortalecendo essa comovente história. O longa é uma sensível e tocante adaptação das traumáticas memórias de Vera, e se destaca pelo seu rigor na reconstrução histórica dos episódios relatados por ela. Para você que gosta dos papéis em produções históricas, da cinematografia de Bailey (muitas discutidas ao longo dessa lista), certamente não ficará desapontado. A única lamentação que fica, é a do seu personagem não ter aparecido em mais cenas do filme.

  • Estreias de Julho 2025: 10 Filmes Para Assistir nos Cinemas e em Streaming 
    Ana Scheidemantel

    Ana Scheidemantel

    Editor JustWatch

    O mês de julho está lotado de grandes novidades, desde mega lançamentos como o aguardado Superman de James Gunn, a filmes brasileiros como Família, Pero no Mucho. Com a JustWatch você fica de olho nas 10 maiores estreias do mês nos cinemas e em streaming, descobrindo onde assistir a cada uma, assim como a data de estreia de cada filme.  

    10 filmes imperdíveis estreando em julho nos cinemas e em streaming

    The Old Guard 2 - Estreia: 2 de julho de 2025

    Para começar o mês com chave de ouro, a Netflix lançou a aguardada continuação de The Old Guard, sucesso de 2020 com Charlize Theron, que faz parte de um grupo de mercenários com vida eterna. Em The Old Guard 2, a personagem de Theron, Andy, retorna com sua equipe de guerreiros imortais em uma missão perigosa.  

    Enquanto Andy tenta lidar com a condição de sua mortalidade, uma ameaça misteriosa surge: Discord, interpretada pela ilustre Uma Thurman, uma imortal que busca vingança contra os humanos. Agora, o grupo de mercenários precisa salvar o mundo em um filme repleto de ação que vai deixar fãs querendo um terceiro filme.

    Chefes de Estado - 2 de julho de 2025

    Outro lançamento de streaming que está pegando fogo é Chefes de Estado, uma comédia repleta de ação original do Prime Video. O filme tem dois grandes nomes como foco, colocando Idris Elba e John Cena como rivais forçados a trabalharem juntos. 

    No filme, Idris Elba interpreta o primeiro-ministro do Reino Unido que não gosta de jeito nenhum do presidente dos Estados Unidos, interpretado por John Cena. Porém, uma conspiração internacional faz com que esses dois alvos tenham que deixar suas diferenças de lado para salvar o mundo de uma crise sem igual. 

    Resultado: diversão com muita ação e humor com um toque nostálgico que mostra toda a química entre os dois atores. 

    Jurassic World: Recomeço - 3 de julho de 2025

    Mais um filme de Jurassic Park chega aos cinemas nesta primeira semana de julho, trazendo mais dinossauros para as telonas. Jurassic World: Recomeço é o sétimo filme da famosa franquia, se passando cinco anos após Jurassic World: Dominion. Porém, também é o começo de mais uma saga, colocando desta vez Scarlett Johansson, Jonathan Bailey e Mahershala Ali como foco. 

    No filme, um executivo de laboratório se junta à mercenária interpretada por Johansson, a um paleontologista, personagem de Jonathan Bailey, e ao capitão de navio, vivido por Mahershala Ali, para obter amostras de DNA de três criaturas. Com o objetivo de criar o medicamento com potencial imenso, os três vão para a região do Equador, onde dinossauros ainda vivem.

    Superman - 10 de julho de 2025

    O aguardado universo da DC de James Gunn pode já ter começado com produções divertidas como Comando das Criaturas, mas o verdadeiro lançamento chega com Superman. O aguardado filme do icônico super-herói promete revitalizar a reputação da DC nos cinemas com algo novo. 

    No filme, David Corenswet estreia com o ilustre herói que representa toda a esperança e bondade da humanidade. Apesar de ser o primeiro filme do herói nesta nova saga, o longa não foca na história de origem do Super-Homem, e sim, na sua vida como Clark Kent e sua herança com Kryptoniano. Com um elenco de ponta contendo Nicholas Hoult, Rachel Brosnahan, Nathan Fillion e mais, Superman chega voando com uma aventura épica. 

    Eu sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado - 17 de julho de 2025

    Mais uma grande franquia está retornando para as telonas, com um novo capítulo: Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado. Como a quinta produção da franquia de terror, o novo longa promete trazer mais uma história amedrontadora que mistura terror, suspense, segredos e, é claro, um assassino. Apesar de colocar um novo elenco como foco, o filme marca o retorno de rostos conhecidos, incluindo personagens da versão original de 1997. 

    No filme, após um acidente de carro, cinco amigos carregam o segredo da tragédia, tentando seguir em frente com esse segredo. Porém, o passado volta a assombrá-los quando um assassino começa a perseguir o grupo — para sobreviver, o grupo pede ajuda aos sobreviventes do Massacre de Southport, juntando as tragédias. 

    Smurfs - 17 de julho

    Para deixar o clima mais leve, as criaturinhas azuis mais adoráveis retornam para as telonas em mais uma aventura. Desta vez com Rihanna dando voz a Smurfette, junto a John Goodman, James Corden e um elenco de voz original incrível, Smurfs traz magia e música para as telonas quando se aventuram pelo mundo real. 

    Quando o papai Smurf é raptado pelos irmãos Razamel e Gargamel, Smurfette lidera os smurfs em uma missão de resgate em uma nova realidade: o mundo dos humanos. Encontrando amigos e aliados nesse mundo, os pequenos aventureiros se metem em diversas confusões divertidas para assistir com toda a família.

    Família, Pero no Mucho - 18 de julho de 2025

    Não pode faltar uma comédia brasileira pra deixar tudo num clima bom. Família, Pero no Mucho é um novo longa original nacional da Netflix com Leandro Hassum. 

    A trama foca no personagem de Hassum, Otávio, um pai que é obrigado a ir para Bariloche, na Argentina, quando sua filha fica noiva de um argentino. Nada feliz com esse noivado, Otávio vai para essas férias para conhecer a família do noivo, mas acaba colocando em risco a felicidade de sua filha com seu ciúme e comportamento inadequado. Tentando salvar o casamento, ele se mete cada vez mais em confusões, trazendo momentos hilários e divertidos para essas férias nada convencionais.

    Quarteto Fantástico: Primeiros Passos - 24 de julho de 2025

    Como um dos projetos mais aguardados do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), Quarteto Fantástico: Primeiros Passos traz uma nova adaptação do poderoso grupo da Marvel. Só o elenco já é motivo de entusiasmo, já que tem Pedro Pascal no papel de Reed Richards, Vanessa Kirby como Sue Storm, Joseph Quinn interpretando Johnny Storm e Ebon Moss-Bachrach no papel de Ben Grimm. 

    Contando com uma realidade retrofuturista, lidando com mudanças na dinâmica familiar, o grupo usa suas habilidades incríveis contra uma ameaça capaz de destruir todos. A nova adaptação marca a entrada do grupo no universo cinematográfico, apesar de se passar em uma realidade diferente dos outros filmes da franquia que já vimos até agora. 

    Um Maluco no Golfe 2 - 25 de julho de 2025

    A clássica comédia, Um Maluco no Golfe, retorna com um sequência, que lança Adam Sandler em mais uma desventura como Happy Gilmore, desta vez chegando em streaming. O filme original foi um dos primeiros grandes sucessos de Sandler, que interpreta um jogador de hóquei que descobre que tem talento para o golfe. 

    Um Maluco no Golfe 2 começa mostrando Happy Gilmore como alguém que costumava jogar golfe mas que se distanciou dos campos devido a uma sequência de fatos. Porém, ele é obrigado a retornar ao mundo dos esportes para arranjar dinheiro quando sua filha decide estudar balé. 

    Amores Materialistas - 31 de Julho de 2025

    Para encerrar o mês bem, temos três grandes nomes de Hollywood em um romance dramático de Celine Song, diretora de Vidas Passadas, chegando aos cinemas. Dakota Johnson é a protagonista Lucy que fica dividida entre um homem rico, interpretado por Pedro Pascal, e o garçom vivido por Chris Evans. 

    Amores Materialistas foca neste triângulo amoroso que discute questões sobre amor e desejo por meio de Lucy que é uma casamenteira, dividida entre o "homem perfeito” e uma paixão fracassada.

    Onde assistir aos maiores lançamentos do mês?

    Caso você queira descobrir onde cada filme vai estar disponível em streaming, basta conferir nossa lista abaixo:

  • Jurassic Park: Os 6 Dinossauros Mais Aterrorizantes (e 4 que Você Gostaria de Ter como Pets)
    Mariane Morisawa

    Mariane Morisawa

    Editor JustWatch

    Esqueça Ellie (Laura Dern), Ian (Jeff Goldblum), Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard). Na série de filmes Jurassic Park e Jurassic World, os dinossauros e criaturas pré-históricas trazidas ao presente com a ajuda de DNA preservado em insetos presos ao âmbar são as verdadeiras atrações principais.

    Não é diferente em Jurassic World: Recomeço (2025), mesmo tendo estrelas como Scarlett Johansson, no papel da mercenária Zora, o vencedor de dois Oscars Mahershala Ali, como o capitão de navio Duncan Kincaid, e Jonathan Bailey interpretando o paleontólogo Henry Loomis. Por isso, escolhemos os dinossauros com que você odiaria topar por aí e aqueles que você adoraria ter como bicho de estimação. Confira a lista a seguir e descubra também onde assistir a cada um dos filmes. 

    Os 6 dinossauros mais aterrorizantes…

    Tiranossauro

    O tiranossauro, Tyranossaurus rex ou T.rex para os íntimos, é o grande lobo mau de Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993) e O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997), dirigidos por Steven Spielberg. Eles são responsáveis por alguns dos momentos mais icônicos da franquia, como as mortes de Donald Gennaro (Martin Ferrero) e de Eddie Carr (Richard Schiff). 

    Mesmo quando os produtores tentam incluir outros dinossauros ameaçadores, os tiranossauros aparecem com destaque. Em Jurassic Park 3 (2001), de Joe Johnston, o T.rex é a espécie a ser batida pelo Espinossauro, enquanto em Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (2015) e Jurassic World: Domínio (2022), ambos de Colin Trevorrow, seus adversários são o Indominus e o Giganotossauro. Em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018), de J.A. Bayona, eles são parte fundamental da trama. No novo filme, Jurassic World: Recomeço, há uma cena bastante assustadora que mostra mais uma vez que o T.Rex é um dinossauro a ser temido. Resumo: ninguém quer virar petisco desses animais.

    Velociraptor

    Para rivalizar em tempo de tela com os tiranossauros, só mesmo os velociraptors. Eles não são tão grandes nem têm dentes tão enormes, mas não devem ser menosprezados. Inteligentes, rápidos, caçam em bando e frequentemente são mais espertos do que os humanos. 

    Não à toa, estão em todos os longas da série e são responsáveis por alguns dos momentos mais tensos da franquia e por mortes famosas como a de Robert Muldoon em Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros — após cair em uma armadilha de velociraptors, ele diz a frase: “Garota esperta”. Em Jurassic Park 3, eles são novamente o grande terror, matando o mercenário Udesky (Michael Jeter). Nos filmes da série Jurassic World, Owen (Chris Pratt) é domador de velociraptors e sabe bem como eles se comportam. O chefe de segurança Vic Hoskins (Vincent D’Onofrio) acaba sendo vítima de uma gangue de velociraptors. 

    Mosassauro

    O primeiro animal pré-histórico aquático da franquia, o mosassauro tem um papel de destaque em Jurassic Park: Recomeço, sendo uma das três espécies das quais o cientista Henry Loomis (Jonathan Bailey) e os mercenários Zora (Scarlett Johansson) e Kincaid (Mahershala Ali) querem coletar DNA. 

    Mas ele já tinha aparecido antes, em Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros, sendo responsável por uma das mortes mais horríveis de toda a saga: a de Zara Young, que, depois de ser levada pelos ares e jogada como bola de vôlei por três pteranodontes, acaba engolida por um mosassauro que pula da água para pegar a funcionária da InGen e o animal voador que a carregava de uma só vez. O réptil aquático também pode ser visto na abertura e encerramento de Jurassic World: Reino Ameaçado e brevemente em Jurassic World: Domínio.

    Dilofossauro

    A versão que aparece em Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros é um tanto ficcionalizada. No filme, o dilofossauro é menor do que demonstram os fósseis encontrados até hoje, para não ser confundido com os velociraptors, tem duas cristas amarelas e cospe veneno. 

    É assim que ele imobiliza Dennis Nedry no filme original, para depois matá-lo dentro de seu jipe. A espécie só voltou em Domínio, para acabar com Lewis Dodgson (Peter Campbell), CEO da Biosyn que lá atrás tinha contratado Nedry para roubar segredos da empresa InGen. Ele também é visto rapidamente em Recomeço, mas definitivamente não é um animal que se brinque. 

    Indominus rex

    Se algumas espécies reais foram um pouco alteradas para aumentar seu impacto na tela, outras foram totalmente criadas para o cinema. A primeira foi o Indominus rex, que aparece em Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros. É um híbrido criado pela empresa InGen para ser uma nova atração do parque, misturando o DNA do tiranossauro com velociraptor e outros bichos. Entre suas habilidades está a camuflagem. 

    Outros filmes da série têm outros animais ficcionais, como o Indoraptor em Reino Ameaçado, feito para ser usado como arma. Em Jurassic World: Recomeço, há novidades híbridas aterrorizantes como o Mutadon e o Distortus rex. Esses animais híbridos foram criados literalmente para assustar e matar

    Pteranodonte

    É uma das espécies voadoras que estão na série Jurassic Park e Jurassic World, todas dispostas a colocar humanos para correr. Na realidade, eles não conseguiam carregar pessoas nem se alimentar delas, mas tudo em nome da diversão, não é mesmo? O pteranodonte surge pela primeira vez no final de O Mundo Perdido: Jurassic Park e retorna no fim de Jurassic Park 3.

    Mas talvez seu papel de maior destaque seja na morte impactante de Zara Young em Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros. Depois de serem libertados do aviário, eles começam a atacar as pessoas do parque, inclusive a assistente de Claire (Bryce Dallas Howard). Ela é pega por um, jogada para outro e, depois de cair na água, é alçada por um terceiro, até ambos sucumbirem na boca do mosassauro. 

    …e os 4 que você gostaria de ter como pet

    Braquiossauro

    Verdade que só morando em uma fazenda para ter um braquiossauro, um dinossauro imenso que tinha cerca de 12 metros de altura. Mas o doce gigante comedor de folhinhas e matinhos seria um motivo de encantamento infinito, como aquele provocado pelos bichos em Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros. Eles são os primeiros animais avistados pelos visitantes do parque, e o maravilhamento visto na tela foi também acompanhado por quem assistia na plateia, pois o filme revolucionou o uso de efeitos visuais. 

    Os braquiossauros também fazem aparições breves em Jurassic Park 3 e Jurassic World: Reino Ameaçado. Mas Recomeço traz outros gigantes dóceis como alternativa de estimação: os titanossauros. 

    Triceratops

    Apesar de sua aparência intimidadora, com seus três chifres e porte robusto, os triceratops eram herbívoros e usavam as aparentes armas na sua cabeça mais para identificação e acasalamento, um pouco como renas e cervos hoje em dia. 

    Eles aparecem em quase todos os filmes da saga, mas a cena que faz a gente se apaixonar é aquela em que os guarda-florestais encontram um espécime doente, e a paleobotânica Ellie Sattler (Laura Dern) examina as fezes do bicho para descobrir o que está errado, em um momento clássico de Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros.

    Blue

    Ok, ok: é difícil encarar um velociraptor que aprendemos a temer desde o filme original como um bichinho de estimação. Mas Blue, de Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros, faz parte de um time de velociraptors que está sendo treinado por Owen (Chris Pratt). A ideia do chefe de segurança Vic Hoskins (Vincent D’Onofrio) é usá-los como armas, mas o domador não concorda com isso. Blue vai mostrar coragem e proximidade com seu humano.

    A dinossaurinha virou favorita dos fãs e aparece novamente em Reino Ameaçado, sendo caçada para que seu DNA seja misturado em nova espécie híbrida, o Indoraptor, e em Domínio, em que ela surge com uma cria. Sua relação com Owen realmente transformou esse velociraptor aterrorizante em uma boa companheira. 

    Aquilops

    A verdade é que só no filme mais recente, Jurassic World: Recomeço, temos realmente um pet para chamar de meu, seu, nosso: o aquilops. Herbívoro com chifres, como o triceratops, tem um porte menor e muito menos ameaçador. Parece mesmo um cachorrinho doce e levado, que se afeiçoa pela menina Isabella (Audrina Miranda) e ganha o nome de Dolores. 

    Isabella faz parte da família Delgado. Com seu pai, Ruben, sua irmã mais velha, Teresa, e o namorado dela, Xavier, ela é salva pelo barco capitaneado por Kincaid (Mahershala Ali), depois de seu veleiro sofrer um ataque em alto-mar. Sem querer, os Delgado acabam embarcando na missão de Kincaid, Zora, Henry e Krebs (Rupert Friend), para extrair material genético de três espécies e desenvolver um medicamento revolucionário.

    Onde encontrar os dinossauros mais aterrorizantes e adoráveis em 'Jurassic Park' e 'Jurassic World':

    Confira nossa lista para saber onde assistir no Brasil os filmes de Jurassic Park Jurassic World em ordem. 

  • Os 10 Jogos Mais Perturbadores de Todas as Temporadas de 'Round 6'
    Bruno Pinheiro Melim

    Bruno Pinheiro Melim

    Editor JustWatch

    A série sul-coreana original da Netflix chegou à sua 3ª temporada, trazendo desafios ainda mais inquietantes e brutais. A produção ficcional, que mistura um pouco do que o cinema já havia feito com filmes sobre jogos mortais, somado às brincadeiras que muitas vezes são atreladas ao imaginário infantil, se popularizou ao redor do mundo por conta da sua perversidade e violência, ao propor uma crítica radical à sociedade atual.

    Aproveitando a estreia dos episódios inéditos, que trouxeram novos desafios aos participantes que estão dispostos - ou são obrigados - a colocar a vida em jogo em troca de dinheiro, separamos uma lista com alguns dos jogos mais perturbadores, levando em conta todas as temporadas de Round 6. Preparados?

    Ponte de Vidro

    Apresentado na 1ª temporada da série, o desafio da Ponte de Vidro já começa angustiante, ao percebermos que os participantes estão em uma espécie de tenda de circo. No meio, duas pontes paralelas com placas de vidro estão distribuídas de maneira alternada. Porém, metade dessas placas não suportam o peso dos jogadores que por ali passam. Um abismo gigante e mortal separa os participantes da escolha certa - e aleatória - de qual placa pisar para atravessar a ponte. E como se não bastasse tudo isso, aqueles que conseguem atravessar sem cair têm que lidar ainda com os cacos de vidro das placas que são explodidas ao fim do tempo da prova. Convenhamos, uma espécie de amarelinha bastante sádica - e coloca bastante nisso.

    Colmeia de Açúcar

    A arte da confeitaria nunca teve uma conotação tão perturbadora como em Round 6. Se você já assistiu aos episódios em que o jogo da Colmeia de Açúcar é apresentado na 1ª temporada, e reaparece através de um sonho na 2ª, com certeza você nunca mais vai olhar para um biscoito caseiro da mesma forma. 

    O desafio é simples: esculpir perfeitamente - sem nenhum tipo de deformação ou erro - a forma do doce, caso você não queira partir dessa para uma melhor.Porém, a dificuldade de cada forma (círculo, triângulo, estrela e guarda-chuva) difere bastante. É claro que os participantes escolheram cada forma sem saber o que viria a ser o jogo.

    Pula-Corda

    Lá vai Round 6 estragar novamente as nossas lembranças da infância. Se a brincadeira de pular corda sempre foi uma das favoritas da juventude, na série, ela literalmente vai passar uma rasteira na memória afetiva que você tinha desse jogo. 

    Apresentada na 3ª temporada, com a presença sinistra da boneca gigante Young-hee e o seu namorado, os participantes têm que passar por uma ponte - que dá para um precipício - enquanto tentam pular a corda que os bonecos seguram e balançam incessantemente. Para dificultar ainda mais, há um buraco no meio da ponte onde os jogadores têm que passar, além do tempo limitado da prova.

    Pedra, Papel e Tesoura

    Pedra, Papel e Tesoura, também conhecido no Brasil como jokenpô - somado à uma espécie de roleta russa - foi um desafio fora dos jogos oficiais, proposto, ou melhor, forçado pelo recrutador com apenas dois jogadores, durante a 2ª temporada. 

    O caráter perturbador e extremamente tenso desse desafio é que, ao perder a rodada do jogo, que aqui também pode ser jogado com as duas mãos, onde cada um pode escolher qual mão utilizar oficialmente, o recrutador coloca uma bala no seu revólver e, apontado para a cabeça do jogador, parte para uma roleta russa. Como sabemos que o desafio sempre acaba sendo mais macabro do que inicialmente se apresenta, o recrutador acaba colocando mais balas no revólver, diminuindo a porcentagem de chances de sobrevivência para o perdedor.

    Esconde-esconde

    Mais um jogo introduzido na 3ª temporada, Esconde-esconde, a popular brincadeira de um grupo que tem que se esconder do outro, apareceu com uma versão muito mais sofisticada e aterrorizante na série. 

    Divididos em dois grupos, os participantes do time azul precisam se esconder durante 30 minutos. Presenteados todos com uma chave, eles podem abrir portas de um labirinto, na tentativa de também encontrar a saída do recinto. No entanto, uma porta aberta nunca pode ser trancada novamente. Enquanto isso, os jogadores da equipe vermelha recebem todos uma espécie de adaga, bastante afiada. A missão de cada um deles é matar pelo menos um competidor adversário durante os 30 minutos, para que não seja eliminado. 

    Bolinha de Gude

    E a subversão das brincadeiras lúdicas continuam. Apresentada como, aparentemente, um jogo um pouco mais inofensivo durante a 1ª temporada, o desafio da Bolinha de Gude (conhecido também como Marbles) gradativamente mostrou o seu cunho perturbador e brutal durante o seu desenvolvimento. 

    No início da prova, os participantes precisam formar duplas. Evidentemente, muitos acabam escolhendo um parceiro/a com o qual tem alguma afinidade. E aí que mora o caráter tão traiçoeiro do jogo. À princípio, cada pessoa recebe um saquinho com dez bolinhas de gude, e o desafio é conseguir coletar as bolinhas da sua dupla, usando a imaginação para inventar qualquer tipo de jogo, sem apelar para nenhuma forma de violência. No entanto, o perdedor de cada dupla é eliminado no fim. Ou até mesmo os dois participantes, caso não haja um vencedor no par. No final, a escolha de um amigo para ‘brincar’ pode ter custado caro.

    Socializar

    Uma espécie de carrossel giratório é o palco inicial desse jogo que aparece na 2ª temporada. Os participantes ficam todos amontoados dentro da plataforma do carrossel, enquanto ele gira e uma música infantil toca. Convenhamos, só pela ambiência já dá um tremendo frio na espinha. 

    Ao redor da sala, estão dispostas diversas portas coloridas. Quando a música para, um número aleatório é anunciado, e os participantes têm que obrigatoriamente formar um grupo com esse número de pessoas, e entrar imediatamente em uma das portas abertas. Tudo isso em menos de 30 segundos, antes das portas se fecharem novamente. Porém, se algum jogador não entrar em uma sala, ou se uma sala ficar com um número menor ou maior de pessoas em relação à quantidade anunciada, todos esses competidores serão ‘eliminados’.

    Cabo de Guerra

    Este detalhe é extremamente desolador e chocante, mas perder um cabo de guerra em Round 6 pode custar não só a sua vida, como também a vida de todos os competidores da sua equipe. 

    Na 1ª temporada da série, a popular brincadeira que tenta medir quem é o mais forte, se situa em um espaço gigante com duas plataformas elevadas. As duas equipes precisam usar toda a sua força e estratégia para conseguir puxar a corda e fazer com que os adversários fiquem pendurados. Uma guilhotina então aparece, fazendo com que os perdedores caiam em um precipício assustador e praticamente mortal. 

    Jogo da Lula 

    O Jogo da Lula, que leva o nome original da série (Squid Game), sendo inclusive uma brincadeira muito popular na Coreia, é provavelmente o desafio que encerrou os jogos na maior parte das suas edições, aparecendo na sua versão original na 1ª temporada, e na sua versão ‘elevada’ na 3ª. 

    Um desenho - que lembra a forma de uma lula - está demarcado no chão com algumas áreas geométricas distintas. Dois jogadores atuam como ‘atacante’ e ‘defensor’. A meta do atacante é conseguir avançar até a forma que é a ‘cabeça’ da lula, enquanto o defensor tenta impedi-lo de chegar, forçando-o a sair do limite da quadra para vencer. O detalhe aqui é que vale - literalmente - tudo para sair vitorioso. 

    Já na última temporada, uma variação do jogo, dessa vez com a presença de vários jogadores, acontece com plataformas geométricas elevadas, onde em cada uma delas, os participantes têm que tentar eliminar obrigatoriamente um jogador, para que consigam avançar para a plataforma seguinte.

    Batatinha Frita 1, 2, 3

    Batatinha Frita 1, 2, 3 talvez seja o jogo mais conhecido de Round 6 no Brasil, justamente por ser aquele que apresenta, no início da 1ª temporada - e também na 2ª - o caráter perturbador, traiçoeiro e mortal dos jogos. 

    O objetivo do desafio é ‘simples’, conseguir atravessar até a linha de chegada, sem que a boneca gigante Young-hee, quando virada para os competidores, detecte qualquer tipo de movimento, e informe aos fuzileiros qual jogador eliminar. Acredite, o menor movimento, seja ele decorrente de um empurrão do adversário, ou de uma abelha que passa ao lado, pode custar uma vida.

    Onde assistir 'Round 6' em streaming?

    Abaixo, saiba onde encontrar online, em streaming, as três temporadas da série original, e para os mais curiosos, o reality show derivado e também os making-ofs!

  • Onde Assistir ao Elenco de ‘Round 6’ Após a Terceira Temporada? Descubra Outras Obras dos Atores
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    Desde seu sucesso na Netflix ao ser lançada, Round 6 catapultou seu elenco ao estrelato global, e muitos fãs estão curiosos para saber onde mais podem acompanhar os atores após o fim da terceira temporada. Seja em novos projetos de Hollywood, produções coreanas ou até mesmo em iniciativas surpreendentes fora das telas, reunimos aqui os lugares onde encontrar seus competidores favoritos. 

    Prepare-se para descobrir por onde andam Lee Jung-jae (Gi-hun), Jung Ho-yeon (Sae-byeok), Park Hae-soo (Sang-woo) e outros nomes marcantes do thriller distópico!

    Mais produções do elenco de 'Round 6'

    Lee Jung-jae (Gi-hun; jogador 456)

    Além de Round 6, Lee Jung-jae brilhou em produções como Operação Hunt (2022), onde interpretou Park Pyong-ho, um agente da ANSP envolvido em uma perigosa caçada humana. Sua atuação intensa e as cenas de ação impressionantes reforçaram seu talento para papéis físicos e dramáticos. Outro destaque é Livrai-nos do Mal (2020), no qual ele viveu In-nam, um assassino em busca de redenção. Neste thriller repleto de reviravoltas, Lee Jung-jae demonstrou sua versatilidade, equilibrando violência e emotividade. Esses trabalhos confirmam sua posição como um dos atores mais talentosos e dinâmicos do cinema sul-coreano. 

    Lee Byung-hun (Líder)

    Lee Byung-hun, um dos maiores nomes do cinema coreano, brilhou em produções além de Round 6, onde viveu o inesquecível Líder – um dos melhores personagens da série. Em I Saw the Devil (2010), thriller aclamado pela crítica, ele interpretou um agente secreto em busca de vingança contra um serial killer, entregando uma atuação intensa e visceral. Anos depois, esteve em Mr. Sunshine (2018), série histórica da Netflix, ele viveu Eugene Choi, um soldado coreano-americano em meio ao conflito pela independência da Coreia, mostrando profundidade emocional e carisma. Esses papéis destacam sua versatilidade, transitando entre violência crua e dramas épicos com maestria.

    Wi Ha-joon (Detetive Hwang Jun-ho)

    Wi Ha-joon ficou muito famoso ao viver o detetive Hwang Jun-ho em Round 6, mas também destacou-se em outras produções de grande repercussão. Em Bad and Crazy (2021-2022), série de ação e comédia, ele interpretou K, um justiceiro misterioso, alternando entre cenas intensas e humor ácido, mostrando sua versatilidade. Ele também esteve em O Pior do Mal (2023), mergulhou no universo do crime organizado como Park Joon-mo, um policial infiltrado em uma perigosa rede de narcóticos, entregando atuação cheia de tensão e nuances dramáticas. Estes dois trabalhos evidenciam se tratar de um dos nomes mais talentosos da nova geração do K-drama.

    Yim Si-wan (Myung-gi; jogador 333)

    Yim Si-wan destacou-se em produções que mostram sua versatilidade como ator. Em Unlocked (2023), thriller de suspense tecnológico, ele interpretou um hacker psicopata que invade a vida de uma mulher, entregando uma atuação perturbadora e eletrizante. Já em Run On (2020-2021), série romântica, ele viveu Ki Sun-gyeom, um corredor profissional introspectivo, trazendo sensibilidade e charme ao personagem. 

    Oh Yeong-su (Oh Il-nam; jogador 001) 

    Oh Yeong-su, veterano premiado do teatro e do cinema, marcou sua carreira além de Round 6 com papéis memoráveis. Em Spring, Summer, Fall, Winter... and Spring (2003), filme contemplativo de Kim Ki-duk, ele interpretou um monge idoso, transmitindo sabedoria e serenidade em cenas poéticas que refletem o ciclo da vida. Dez anos depois, em The Attorney (2013), drama baseado em eventos reais, ele deu vida a um juiz em meio à turbulência política da Coreia dos anos 1980, mostrando sua habilidade em personagens históricos densos.

    Gong Yoo (Recrutador)

    Gong Yoo, um dos atores mais icônicos da Coreia, brilhou em produções memoráveis além de Round 6. Em Goblin (2016-2017), série de fantasia romântica, ele interpretou Kim Shin, um imortal solitário e melancólico, cuja química com Lee Dong-wook e Kim Go-eun cativou o público. Já em Invasão Zumbi (2016), thriller de zumbis aclamado, ele viveu Seok-woo, um pai em uma luta desesperada pela sobrevivência, entregando uma atuação cheia de tensão e emotividade. Esses papéis mostram sua versatilidade, transitando entre o épico e o intimista, e solidificam seu status como estrela global.

    Park Hae-soo (Sang-woo; jogador 218)

    Além de Round 6, Park Hae-soo consolidou sua carreira em produções de destaque. Em O Jogo do Diabo (2023), um reality show de estratégia, ele surpreendeu como participante, demonstrando raciocínio lógico e carisma competitivo. Já em Yaksha: Operação Implacável (2022), um thriller de espionagem da Netflix, ele interpretou um implacável agente secreto, equilibrando ação intensa e profundidade dramática. Esses trabalhos reforçam sua versatilidade, transitando entre ficção e entretenimento. 

    Onde assistir a filmes e séries com o elenco de 'Round 6'?

    Abaixo, saiba onde assistir a filmes e séries com o elenco de Round 6 online, em streaming.

  • As Mortes Mais Terríveis em 'Jurassic Park' e 'Jurassic World'
    Mariane Morisawa

    Mariane Morisawa

    Editor JustWatch

    Jurassic World: Recomeço chega às telas com a promessa de reviver a tensão do filme original da série, Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993), de Steven Spielberg. Desta vez, o executivo de um laboratório farmacéutico (Rupert Friend) convence a mercenária especialista em operações militares secretas Zora Bennett (Scarlett Johansson), o cientista Henry Loomis (Jonathan Bailey) e o capitão de navio Duncan Kincaid (Mahershala Ali) a voltarem à região do Equador, onde dinossauros ainda vivem, para extrair material genético de bichos vivos e desenvolver uma medicação revolucionária.

    O longa-metragem deixa a ciência de lado, partindo logo para a ação e contribuindo com a lista enorme de mortes horripilantes da saga. A seguir, confira a nossa lista das mortes mais terríveis da série e onde assisti-las.  

    Zara Young - Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (2015)

    Entre todas as mortes horríveis da série, nenhuma chocou tanto quanto a de Zara Young (Katie McGrath), assistente de Claire Dearing (Bryce Dallas Howard), administradora do novo parque Jurassic World. 

    Em Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros, dirigido por Colin Trevorrow,  Zara fica encarregada de cuidar dos sobrinhos da chefe, Zach (Nick Robinson) e Gray (Ty Simpkins), enquanto ela está ocupada. Os meninos escapam e entram na área restrita, fazendo com que a tia e o veterano da Marinha e etologista Owen Grady (Chris Pratt) saiam à sua procura. Uma série de eventos faz com que o aviário seja destruído, liberando os pteranodontes e dimorfodontes, que atacam os visitantes e Zara também. Ela é vista sendo jogada para lá e para cá por dois pterossauros até ser derrubada no tanque dos répteis, onde outro pteranodonte a ataca, só para ambos serem consumidos de vez pelo mosassauro que sai da água.

    Robert Muldoon - Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993)

    Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros, o primeiro filme da série baseada nos livros de Michael Crichton, é dirigido por Steven Spielberg, que não aposta tanto na brutalidade, mas, sim, no impacto. Mesmo assim, o longa tem uma série de mortes horríveis. 

    Robert Muldoon (Bob Peck) é o guarda-florestal do parque temático criado por John Hammond (Richard Attenborough) com dinossauros clonados a partir do DNA extraído de insetos preservados no âmbar pré-histórico. Muldoon tem noção de que aquele parque não deveria existir, mas não tem a dimensão do perigo oferecido pelos velociraptors, que caçam em grupo e compensam o tamanho modesto com a inteligência. Por isso, é de cortar o coração quando, depois de perceber estar sendo seguido por um velociraptor, ele acaba sendo atacado por um segundo bicho. Ao ser surpreendido, ele solta uma frase icônica: “Garota esperta”.

    Eddie Carr - O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997)

    Em O Mundo Perdido: Jurassic Park, Steven Spielberg aumenta a brutalidade – e, entre muitas vítimas, a morte mais terrível é a do técnico Eddie Carr (Richard Schiff). No segundo filme, John Hammond (Richard Attenborough) perdeu o controle da empresa InGen para seu sobrinho, Peter Ludlow (Arliss Howard), que pretende abrir outro Parque dos Dinossauros, desta vem em San Diego, com animais abandonados na Ilha Sorna. 

    Hammond manda o cientista Ian Malcolm (Jeff Goldblum) para documentar os bichos sem interferir no habitat, com a ajuda de Eddie e do documentarista Nick Van Owen (Vince Vaughn). Quando Nick resgata um bebê tiranossauro, os pais vêm se vingar. Enquanto tenta salvar Nick e a paleontologista Sarah (Julianne Moore), Eddie acaba sendo pinçado do carro por um T. Rex, que disputa o pobre técnico com outro tiranossauro.

    Ken Wheatley - Jurassic World: Reino Ameaçado (2018)

    A saga é praticamente um manifesto sobre a ambição e a arrogância humanas, e Ken Wheatley que o diga: ele morre por querer um troféu de caçada. Em Jurassic World: Reino Ameaçado, dirigido por J.A. Bayona, Claire Dearing (Bryce Dallas Howard), antiga gerente do Jurassic World, volta à Ilha Nublar para salvar os dinossauros abandonados, agora ameaçados por um vulcão. O maior alvo é Blue, a única velociraptor sobrevivente. 

    Claire chega ao lugar com o etologista Owen (Chris Pratt) e o mercenário Ken Wheatley, entre outros. Na verdade, sem saber, eles estão contribuindo para um programa cujo objetivo é utilizar os animais como armas, com a criação de híbridos como o Indoraptor. Em um momento de confusão, Wheatley dá tranquilizante para o bicho para extrair um dente e guardar como troféu. O problema é que o dinossauro estava só fingindo estar sedado e arranca o braço da vítima antes de devorá-lo por inteiro.

    Udesky - Jurassic Park 3 (2001)

    Jurassic Park 3, com direção de Joe Johnston, vem mais uma vez reafirmar como os velociraptors são ágeis, inteligentes e perigosos. O mercenário Udesky (Michael Jeter) descobre da maneira mais dolorosa, servindo de isca para outros humanos mais interessantes. 

    No filme, o paleontólogo Alan Grant (Sam Neill), que sobreviveu ao desastre na Ilha Nublar, aceita ir para a Ilha Sorna, também habitada por dinossauros, para o que seria, em princípio, apenas um voo panorâmico em troca de financiamento de sua pesquisa sobre velociraptors. Na verdade, é uma missão de resgate do filho de Amanda (Téa Leoni) e Paul Kirby (William H. Macy) e do namorado dela. Em terra, Udesky acaba atacado por um bando de velociraptors e usado para atrair o resto do grupo, um momento aterrorizante que mostra como é difícil sobreviver a essa espécie. 

    Dennis Nedry - Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993)

    Não há nada que as séries Jurassic Park e Jurassic World gostem mais do que punir um vilão. E poucos são tão odiados quanto Dennis Nedry (Wayne Knight), programador de computadores em Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros. 

    No filme, ele trai John Hammond (Richard Attenborough) e coloca muitas pessoas em risco ao aceitar roubar embriões para uma empresa rival. Ao tentar fugir no meio de uma tempestade, Nedry depara com um dilofossauro, que escapou porque os sistemas de segurança foram desativados. O dilofossauro é tão aterrorizante quanto um tiranossauro, com suas cristas amarelas e a capacidade de cuspir veneno no rosto da vítima para só então devorá-la por inteiro. É o que acontece com Dennis quando ele tenta se proteger dentro de seu jipe. 

    Lewis Dodgson - Jurassic World: Domínio (2022)

    Dennis Nedry não foi o único a ser morto pelos terríveis dilofossauros. Em Jurassic World: Domínio, dirigido por Colin Trevorrow, último filme antes de Jurassic World: Recomeço. Lewis Dodgson (Campbell Scott) é CEO da Biosyn, uma empresa de genética. Com os dinossauros vagando livremente pela Terra, Claire (Bryce Dallas Howard) e Owen (Chris Pratt) rastreiam animais perdidos, enquanto a paleobotânica Ellie Sattler (Laura Dern), o paleontologista Alan Grant (Sam Neill) e Ian Malcolm (Jeff Goldblum), especialista na Teoria do Caos — todos personagens de Jurassic Park — tentam descobrir por que gafanhotos gigantes estão atacando todas as plantações, exceto aquelas da Biosyn. Claro que o responsável é Dodgson, que, aliás, tem ligação com Dennis Nedry. 

    No filme original, Dodgson (então interpretado por Cameron Thor) suborna Dennis, programador da InGen, para roubar embriões da empresa rival. Em Domínio, Dodgson vê seu fim ao pisar em um ninho de dilofossauros. 

    Dieter Stark - O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997)

    Tamanho nem sempre é documento. É o que Dieter Stark (Peter Stormare) descobre em O Mundo Perdido: Jurassic Park. Ele faz parte do grupo reunido para caçar dinossauros na Ilha Sorna e transferi-los para San Diego, onde Peter Ludlow (Arliss Howard), atual chefe da InGen, pretende abrir um novo parque dos dinossauros. Ele subestima os compsognatos, que são mais ou menos do tamanho de galinhas. Ao tentar reuni-los com a ajuda de um ferrão elétrico usado para gado, acaba sendo cercado e atacado pelo bando, que o imobiliza com veneno e depois mata lentamente, uma mordidinha de cada vez. Afinal, de grão em grão a galinha enche o papo. 

    Vic Hoskins - Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (2015)

    Em Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros, Vic Hoskins é mais um personagem do mal que tem um final trágico. Interpretado por Vincent D’Onofrio, ele é o chefe da segurança da InGen, que, na verdade, está interessado em transformar dinossauros em armas por meio da manipulação genética, por exemplo, com a criação do Indominus rex, um híbrido de tiranossauro e velociraptor. Com seus planos descobertos por Claire (Bryce Dallas Howard) e Owen (Chris Pratt), ele tenta tirar os embriões das pesquisas da Ilha Nublar, mas é atacado por um velociraptor. Nenhum espectador vai lamentar sua morte, mas ela é particularmente violenta, com sangue espirrando para todo lado. 

    Donald Gennaro - Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993)

    Nem toda morte em Jurassic Park e Jurassic World é violenta e chocante. Muitas juntam a tensão com um quê de comédia. É o caso de Donald Gennaro (Martin Ferrero), que tem uma morte no mínimo patética em Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros. Ele é um advogado oportunista enviado à Ilha Nublar em nome dos investidores do Parque dos Dinossauros, que querem ter certeza de sua segurança após a morte de um tratador dos animais. 

    Durante um passeio, ele está acompanhando Lex (Ariana Richards) e Tim (Joseph Mazzello), netos do fundador John Hammond (Richard Attenborough), mas deixa as crianças à própria sorte quando um tiranossauro escapa. Gennaro se esconde em um banheiro que não é páreo para um T. rex, e é surpreendido sentado no vaso sanitário, embaixo de chuva. Há jeitos mais dignos de morrer, mesmo no universo Jurassic. 

    Onde assistir às mortes mais terríveis da série 'Jurassic Park'e 'Jurassic World':

    Confira nossa lista para saber onde encontrar no Brasil os filmes da saga:

  • Os 10 Melhores Filmes de Robert Pattinson para Assistir em Streaming
    Bruno Pinheiro Melim

    Bruno Pinheiro Melim

    Editor JustWatch

    Quem não se lembra de Robert Pattinson como o vampiro Edward Cullen na saga Crepúsculo? Com um início avassalador, alcançando rapidamente uma popularidade gigantesca, Pattinson encarou o desafio, bem sucedido, de tentar construir uma carreira independente do rótulo do papel que o tornou conhecido.

    Estrela do filme Morra, Amor, que foi apresentado no último Festival de Cannes, Pattinson está no seu auge, sendo um dos atores mais versáteis e cobiçados de Hollywood. 

    Aqui está uma seleção dos melhores filmes do ator para assistir em streaming, conferindo o quão visceral e talentoso Robert Pattinson é!

    O Farol (2019)

    Somente grandes atores conseguem sustentar um filme cuja trama gira em torno de apenas dois personagens. Em O Farol, obra produzida pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, Robert Pattinson divide a tela com Willem Dafoe em uma produção que testa o limite da insanidade quando se vive em isolamento.

    Com uma atuação exuberante, perturbadora e sem medo de se entregar por completo ao papel, Pattinson interpreta Ephraim Winslow, um dos dois homens responsáveis por tomar conta de um misterioso farol situado em uma ilha isolada em New England no final do século XIX. O filme consegue tirar o melhor do ator ao colocá-lo na fronteira entre realidade e fantasia, propiciando uma liberdade na qual Pattinson parece se sentir bastante confortável. 

    Batman (2022)

    Muitos questionaram a escolha de Robert Pattinson como o novo homem morcego antes do Batman de Matt Reeves ser lançado. Mas independente de preferir um filme do Batman a outro, é inegável a qualidade do trabalho do ator na pele do super-herói mais adorado da DC.

    Através de um estudo de personagem clássico, o ator consegue adentrar no lado mais profundo e sombrio do herói, entregando um Batman nunca visto antes. Mestre investigativo, sedento por vingança, e pela primeira vez cheio de imperfeições, o homem morcego de Robert Pattinson é um daqueles personagens impossíveis de tirar da mente. Mal podemos esperar para vê-lo novamente na pele do Cavaleiro das Trevas.

    Harry Potter e o Cálice de Fogo (2005)

    Antes de iniciar sua jornada como vampiro em Crepúsculo, o ator já foi bruxo em Harry Potter e o Cálice de Fogo. Em sua primeira aparição no cinema, Robert Pattinson representou Cedrico Diggory, competidor da casa Lufa-lufa no Torneio Tribuxo, que envolvia as três escolas de magia mais importantes da Europa.

    O ator já admitiu em sua biografia que não se identificava muito com o personagem, já que ele nunca se considerou um líder nato como Cedrico. Bom sinal, uma vez que consegue facilmente interpretar alguém diferente de si próprio. Pattinson demonstrou em seu primeiro papel a sua habilidade de manipular facilmente suas emoções e expressões faciais. Na pele de um personagem íntegro e extremamente humano, o ator apresentou o seu poder de empatia para com o público, tanto que seu papel é lembrado com carinho pelos fãs até hoje.

    Mickey 17 (2025)

    Seja em um blockbuster, em um filme independente ou trabalhando com grandes diretores oscarizados, como é o caso de Mickey 17, Robert Pattinson parece que nunca decepciona.

    Nesta ficção científica de Bong Joon Ho, que também realizou Parasita, o ator inglês dá vida a um homem (e os seus diversos clones) que é enviado para uma missão suicida no espaço. Com uma interpretação multifacetada, em um filme que se utiliza da ficção científica para abordar temas políticos e de identidade, é possível que o ator receba a primeira indicação ao Oscar.

    Inclusive, o aclamado diretor Park Chan-wook (Oldboy) brincou que Pattinson merece os prêmios de melhor ator e melhor ator coadjuvante da Academia, já que interpreta ao mesmo tempo um personagem e o seu múltiplo, trazendo personalidade únicas a cada um por meio de sua performance. 

    High Life - Uma Nova Onda (2018)

    Já deu para perceber que autores do mundo todo querem trabalhar com Robert Pattinson. Coincidência ou não, High Life - Uma Nova Onda também é um filme dirigido por alguém de fora dos Estados Unidos, e é igualmente ambientado dentro de uma nave espacial.

    Realizado pela renomada diretora francesa Claire Denis, High Life é um filme sensual, perturbador e misterioso, que conta com uma estética impressionante, e uma atuação sublime e sensível de Pattinson. O ator faz o protagonista ​​Monte que, isolado com sua filha, tenta descobrir o que houve com a tripulação que desapareceu da nave espacial. 

    Z - A Cidade Perdida (2017)

    O que Robert Pattinson e o Brasil têm em comum? Além de ter atuado na Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1, filmado no Rio de Janeiro, o ator também trabalhou em um filme que é ambientado na floresta amazônica. Z - A Cidade Perdida, apesar de pouco comentado, é um dos grandes épicos realizados nos últimos dez anos.

    O drama/aventura de época é baseado em um livro de não ficção que narra as expedições do explorador inglês Percy Fawcett, que acreditava na existência de uma cidade/civilização perdida na Amazônia. Na adaptação, Pattinson aparece como Henry Costin, o parceiro de expedição de Fawcett. Com uma performance enérgica e obstinada, o ator já comentou que acredita ter feito um dos melhores papéis da sua vida, saindo da sua zona de conforto, ao conhecer uma realidade cultural muito distante da dele.

    Tenet (2020)

    Tenet foi o primeiro blockbuster lançado durante a pandemia com o desafio de trazer o público de volta ao cinema. Uma missão difícil, mas que contou com o apelo de Robert Pattinson fazendo parte de um elenco estrelado, ao lado de nomes como John David Washington e Elizabeth Debicki.

    Assim como muitos filmes de Christopher Nolan, Tenet é um quebra-cabeça, e neste jogo, Pattinson desempenha um papel importantíssimo para o desenvolvimento geral dessa trama de espionagem. Aliado do Protagonista, Neil é um espião cínico e enigmático, que contribui de diversas maneiras para que o início da Terceira Guerra Mundial possa ser evitado. Com o clássico papel de aliado excêntrico do protagonista, Pattinson consegue trazer um mistério e alívio cômico, evitando que o filme fique cansativo.

    The Rover - A Caçada (2014)

    The Rover - A Caçada talvez tenha sido o filme que elevou o status de Robert Pattinson com a crítica internacional. Apresentado no Festival de Cannes de 2014, a obra pós-apocalíptica, com fortes influências de Mad Max, acompanha dois homens no deserto australiano em busca de recuperar um carro roubado por uma gangue. 

    Provando que é capaz de ser muito mais do que somente um rosto bonito de Hollywood, o ator inglês interpreta Reynolds, um ingênuo membro de uma gangue que acidentalmente é deixado para trás na hora de um roubo, e fica obrigado a viver ao lado de Eric (Guy Pearce). Pattinson consegue trabalhar muito bem a vulnerabilidade e inocência de um personagem cujo o seu objetivo é descobrir um propósito para viver em um mundo tão distópico. 

    O Rei (2019)

    Apesar de já ter feito muitos personagens complexos e perturbados, O Rei é um dos poucos filmes onde o ator interpreta um genuíno vilão, que por sua vez também não deixa de ser extremamente perturbado. A produção se passa no início do século XV, durante a Guerra dos Cem Anos, e acompanha Timothée Chalamet no papel do Rei Henrique V da Inglaterra, enquanto Robert Pattinson representa um antagonista Delfim francês, que tenta desestabilizar o monarca britânico antes da Batalha de Agincourt.

    Como uma adaptação livre de Shakespeare, Pattinson entrega no filme uma interpretação digna de uma das peças do escritor inglês. Com uma atuação que flerta com o absurdo e o burlesco, o ator consegue cativar mesmo trabalhando em uma linha tênue entre o ridículo e o convincente. 

    Mapas para as Estrelas (2014)

    Robert Pattinson pode se gabar de já ter trabalhado em dois filmes do visionário diretor canadense, David Cronenberg. Certamente a energia dos dois batem. Um gosta de dirigir filmes catárticos e subversivos e o outro gosta de papéis que exploram o corpo e o estado mental dos personagens. Convenhamos, um match perfeito.

    Após a primeira colaboração entre ambos em Cosmópolis, Cronenberg e Pattinson se juntaram novamente em Mapas para as Estrelas, uma sátira ao mundo das celebridades de Hollywood. Na obra, o ator inglês faz o papel de Jerome Fontana, um motorista de limousine que sonha em se tornar ator, e acaba se envolvendo com Agatha Weiss, uma jovem piromaníaca que volta para Los Angeles, e que expõe o vazio que rodeia a vida das celebridades.

    Onde assistir aos melhores filmes de Robert Pattinson online, em streaming?

    Abaixo, saiba onde encontrar os melhores filmes protagonizados por Robert Pattinson disponíveis em streaming!

  • Os 10 Melhores Filmes de Cate Blanchett e Onde Assistir a Eles
    Beatriz Coutinho

    Beatriz Coutinho

    Editor JustWatch

    Recentemente Cate Blanchett estreou no longa Código Preto, além de uma aparição surpreendente na terceira temporada de Round 6. Descubra os 10 melhores filmes da atriz que possui um extenso currículo com atuações que vão do drama à fantasia e ao humor de forma impecável. 

    Vale lembrar inclusive que Blanchett já venceu dois prêmios Oscar, sendo um de Melhor Atriz e outro de Melhor Atriz Coadjuvante, com filmes que você encontra neste guia da JustWatch.

    Tár (2022)

    Tár é um drama psicológico no qual a atuação de Cate Blanchett está de tirar o fôlego. Neste filme ela interpreta a brilhante compositora e maestrina Lydia Tár, que alcançou um lugar de destaque em um meio dominado por homens. No entanto, suas habilidades escondem características e ações terríveis, que vão de egocentrismo a abuso de poder, mas que abrem caminho para questionamentos sobre dedicação, paixão e cultura do cancelamento.

    Tudo isso é muito bem representado pela interpretação da atriz, que fez até mesmo com que parte do público acreditasse estar assistindo uma biografia, para só então descobrir que esta foi uma performance original, feita com competência de sobra.

    Blue Jasmine (2013)

    Filme de Woody Allen que rendeu a Blanchett seu Oscar de Melhor Atriz, Blue Jasmine conta a história de Jasmine French, ex-socialite que vê sua vida e conta bancária perfeitas mudarem da noite para o dia quando a fraude financeira de seu marido, agora ex, ser exposta.

    A personagem passa a morar com sua irmã em um modesto apartamento enquanto pensa em diversas formas de recuperar seu lugar na elite de Nova York e lida com a angústia de querer sua antiga vida de volta, sentimento muito bem traduzido pela atriz no longa. Blanchett retrata perfeitamente como Jasmine fica neurótica, perdida na ilusão de algo que não lhe pertence mais.

    O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (2001)

    Não importa qual dos três filmes de O Senhor dos Anéis você escolha ver, a Galadriel de Cate Blanchett encanta e impressiona em todos eles. 

    Nos longas dirigidos por Peter Jackson, a atriz retrata a personagem de forma impressionante, apresentando uma Galadriel tão angelical e etérea quanto poderosa e imponente, exatamente como os fãs esperavam. Suas cenas na trilogia são memoráveis, não só pela importância da personagem em momentos chave, mas também por sua presença sempre marcante.

    O Aviador (2005)

    Em O Aviador, filme biográfico de Howard Hughes dirigido por Martin Scorsese, Cate Blanchett assumiu uma grande responsabilidade: interpretar a icônica atriz Katherine Hepburn, por quem Hughes se apaixona ao longo da história. 

    Hepburn morreu pouco após o início da produção do filme, o que certamente se tornou uma pressão a mais para Blanchett, mas que ela soube contornar muito bem. Entregando uma atuação que fez jus a atriz, sua voz, trejeitos, e personalidade sofisticada, forte e glamorosa, Blanchett venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por este papel.

    Elizabeth (1999)

    No longa Elizabeth, dirigido por Shekhar Kapur, Blanchett interpreta a famosa Rainha Elizabeth I e foi aqui que muita gente começou a prestar atenção na atriz. A história mostra a jovem e inexperiente monarca iniciando seu reinado com uma série de erros, mas enfim aprendendo a navegar pelas intrigas políticas que marcam a corte britânica, o que a faz conquistar o próprio espaço.

    A atuação de Cate é profunda, vulnerável e enérgica, fazendo com que o espectador sinta verdadeiramente as consequências dos tropeços, dilemas e acertos de uma rainha apaixonada e dedicada por seu país.

    Notas Sobre um Escândalo (2006)

    No filme Notas Sobre um Escândalo, Cate Blanchett brilha ao lado de Judi Dench, atriz que contracena com ela ao longo deste suspense dramático. Dench interpreta Barbara, uma rígida e solitária professora que desenvolve certa obsessão por Sheba, a nova professora de artes da escola em que trabalha, papel de Blanchett.

    A estranha amizade entre elas muda completamente quando Barbara descobre que Sheba inicia um relacionamento com um aluno de apenas 15 anos. A partir deste momento, manipulação passa a ser a palavra chave entre as duas e é incrível ver como a relação entre elas se transforma em uma dança perigosa, não apenas graças a trama, mas a atuação que cada uma delas entrega ao público.

    Thor: Ragnarok (2017)

    Emprestando toda a sua bagagem como grande atriz a mais uma franquia, em Thor: Ragnarok, do diretor Taika Waititi, Cate Blanchett é Hela, a Deusa da Morte, irmã de Thor (Chris Hemsworth) e Loki (Tom Hiddleston). 

    Com uma presença imponente, ela assume o papel de vilã de forma grandiosa e parece se divertir entre o humor do filme e o jeito único de sua personagem, que conta com um figurino marcante, repleto de preto, verde escuro e chifres, que a transformam por completo. 

    Carol (2016)

    Em Carol, filme de Todd Haynes, Blanchett dá vida a Carol Aird, uma mulher rica, vivendo na década de 1950 e prestes a passar por um divórcio difícil, que envolve a guarda de sua filha. Ainda assim, há também certo alívio por parte da personagem, que inesperadamente se apaixona por Therese (Rooney Mara), uma jovem fotógrafa.

    Com olhares que dizem muito, a atuação e a química entre Blanchett e Mara transmitem com sensibilidade a doçura do relacionamento, mas também o amargor de viver um romance sáfico nos anos 50. Blanchett equilibra vulnerabilidade e força com maestria neste longa.

    Manifesto (2017)

    Diferente de tudo o que está neste guia, Manifesto nasceu como uma instalação artística multitelas que exibia Blanchett interpretando diferentes personagens. Indo de punk a CEO, a atriz apresenta diversos manifestos, desde “O Manifesto Comunista”, de Karl Marx e Friedrich Engels, até o “Manifesto Surrealista” de André Breton. 

    Posteriormente, o diretor e artista Julian Rosefeldt transformou o resultado de sua ideia no filme, que vale lembrar: é uma experiência que não segue a estrutura padrão a qual estamos acostumados, mas vale muito a pena. Aqui, Blanchett entrega 13 personagens diferentes, mostrando-se verdadeiramente versátil, enquanto reflete sobre a influência destes manifestos na sociedade contemporânea.

    Não Estou Lá (2008)

    Em Não Estou Lá, filme de Todd Haynes, o diretor brinca com a ideia de fazer uma biografia do icônico artista Bob Dylan. O que temos neste longa é uma representação ousada de seis diferentes facetas de Dylan, cada uma interpretada por uma pessoa diferente, e é inegável que a versão Jude Quinn, de Cate Blanchett, tem muito destaque. Com óculos escuros, cabelo bagunçado e aura descolada, mas que também revela certo cansaço, a atriz capta perfeitamente a era guitarra elétrica de Dylan, trazendo humor e drama na mesma medida.

    Onde assistir aos 10 melhores filmes de Cate Blanchett online?

    Confira abaixo em quais serviços de streaming você pode assistir online aos 10 melhores filmes de Cate Blanchett.

  • Quem Será o 007 do Diretor Denis Villeneuve? Rumores e Possíveis Candidatos
    Beatriz Coutinho

    Beatriz Coutinho

    Editor JustWatch

    Quem assistiu 007 - Sem Tempo para Morrer em 2021, sabia que aquela seria a última aparição de Daniel Craig no papel de James Bond, o que abriria caminho para que um novo ator estreasse no papel do icônico agente secreto. Em fevereiro de 2025, a Amazon MGM Studios anunciou que assumiria o controle criativo da franquia, o que deixou muitos fãs sedentos por novidades, que finalmente chegaram com o anúncio de um novo diretor.

    Uma série de dúvidas ainda pairam sobre o próximo 007, mas com a definição da direção do longa, agora começa uma discussão ainda mais séria: qual ator interpretará o James Bond desta nova geração? Neste guia da JustWatch, confira detalhes sobre rumores do filme, o que esperar do diretor Denis Villeneuve, além de palpites sobre possíveis candidatos para o papel de Bond e qual deles é o concorrente mais forte da lista. 

    O que esperar de Denis Villeneuve como o novo diretor de 007?

    Denis Villeneuve foi anunciado como o diretor do 26º longa de James Bond em 25 de junho de 2025. Segundo a Variety, o próximo filme do 007 será lançado em 2028 e outros seis diretores foram considerados para o cargo: Christopher Nolan (Oppenheimer, Interestelar), Alfonso Cuarón (Roma, Gravidade), Jonathan Nolan (roteiros: Amnésia, Westworld), Edgar Wright (Scott Pilgrim contra o Mundo, Em Ritmo de Fuga), Paul King (Paddington, Wonka) e Edward Berger (Nada de Novo no Front, Conclave).

    Atualmente a carreira de Villeneuve como diretor está em grande destaque, muito por conta do sucesso de Duna e Duna - Parte 2, franquia que em breve ganhará um novo filme, Duna: Messias, também pelas mãos do canadense. No entanto, o currículo do diretor também conta com outros grandes filmes, como o suspense psicológico O Homem Duplicado, além de dois longas bastante famosos entre os fãs de ficção científica: A Chegada e Blade Runner 2049. O suspense criminal Os Suspeitos e o drama policial Sicario: Terra de Ninguém, também contribuem com a bagagem que ele acumulou para assumir 007.

    Em um comunicado publicado junto de seu anúncio como diretor do próximo James Bond, Villeneuve falou sobre como a franquia está presente em sua vida desde muito cedo: “Algumas das minhas primeiras memórias de cinema estão ligadas a 007. Cresci assistindo aos filmes de James Bond com meu pai, desde Dr. No, com Sean Connery. Sou um fã incondicional de Bond. Para mim, ele é um território sagrado. Pretendo honrar a tradição e abrir caminho para muitas novas missões que virão. Esta é uma responsabilidade enorme, mas também incrivelmente emocionante para mim e uma grande honra.”

    Possíveis atores para interpretar James Bond no próximo 007

    Quando o assunto é qual ator dará vida ao próximo James Bond, uma verdadeira onda de rumores vem inundando fóruns de discussão e portais de notícias. Em novembro de 2024, Barbara Broccoli, produtora de longa data da franquia, revelou que a equipe envolvida no filme estava procurando um ator por volta dos 30 anos, não necessariamente branco, para interpretar Bond. 

    Desde que Craig deixou o papel, fãs do agente secreto torcem para que atores como Henry Cavill, bastante familiarizado com cenas de ação por ter atuado em Homem de Aço, e Idris Elba, que já viveu o detetive Luther na série de mesmo nome, sejam escalados para viver Bond. No entanto, a idade deles, 42 e 52 anos, respectivamente, dificultaria bastante que esse sonho se tornasse realidade.

    Regé-Jean Page, de Bridgerton, e Theo James, de Magnatas do Crime, também são favoritos do público, mas enquanto um já está perto dos 40, o outro já alcançou esta idade. Parte dos entusiastas também gostaria de ver a agente Nomi, interpretada por Lashana Lynch em Sem Tempo para Morrer, assumindo o protagonismo da franquia, outro desejo difícil de realizar por conta da declaração de Broccoli.

    Na lista abaixo, você encontra os cinco principais candidatos da Amazon ao papel de James Bond baseados em rumores.

    Aaron Taylor-Johnson

    Aos 35 anos, o ator Aaron Taylor-Johnson também é um dos favoritos do público para interpretar Bond. Conhecido por seus papéis como Dave Lizewski em Kick-Ass, Tangerine em Trem-Bala, e Kraven em Kraven, O Caçador, o ator certamente tem experiência suficiente para estrelar uma franquia de ação que exija cenas de luta coreografadas, enquanto ter atuado em Animais Noturnos traz o drama necessário ao currículo do ator.

    Vale lembrar também que Taylor-Johnson já recebeu a benção do ex-007 Pierce Brosnan para viver o agente secreto, e recentemente assinou um contrato com a Omega, relojoaria oficial da franquia James Bond, o que aumentou consideravelmente os boatos em torno do ator garantir o papel.

    Tom Holland

    Tom Holland certamente é o nome mais famoso que aparece na lista de três nomes indicados pela Amazon como candidatos em potencial para viver James Bond. Aos 29 anos, ele atende ao requisito de idade imposto pelo estúdio, e certamente não teria problema em permanecer na franquia por bastante tempo. Popular por seu papel como Peter Parker, o Homem-Aranha do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) e Nathan Drake em Uncharted, Holland está acostumado com as cenas de ação indispensáveis dos filmes 007.

    O que poderia atrapalhar que ele fosse cravado como Bond é seu compromisso com a Disney e a Marvel. O ator ainda tem alguns filmes para entregar como Homem-Aranha, o que significa que teria que dividir sua agenda com ao menos duas grandes franquias. Além disso, apesar de estar dentro da faixa etária proposta pela produção do longa, estar associado a um papel como o de Peter Parker, que está no início dos 20 anos, pode fazer o público ter dificuldade de dissociar a imagem de jovem adulto recém-saído da adolescência para agente secreto no início dos 30.

    Jacob Elordi

    Aos 28 anos, Jacob Elordi ficou bastante conhecido pela comédia romântica A Barraca do Beijo, mas certamente já pode citar outros grandes trabalhos ao ser questionado por sua carreira. O ator é um dos fortes concorrentes ao papel de 007 de acordo com a lista da Amazon e já apareceu no cinema como o riquinho inglês Felix Catton em Saltburn, e como Elvis Presley no filme Priscilla. Além de ser uma das estrelas da série Euphoria, ele está prestes a estrelar Frankenstein no filme de mesmo nome do diretor Guillermo del Toro.

    A pouca experiência de Elordi com filmes de ação pode ser um ponto negativo do ator, mas considerando que mesmo sendo australiano a Amazon está disposta a tê-lo como James Bond, talvez esta questão possa ser resolvida de forma simples: com muita preparação física para o longa.

    Aaron Pierre

    Atualmente com 31 anos, Aaron Pierre também é o protagonista de muitos rumores sobre quem viverá James Bond no 26º filme da franquia 007. O elegante e carismático ator já provou seu talento em diferentes filmes, como no suspense dramático Tempo, de M. Night Shyamalan; em Rebel Ridge, longa de ação da Netflix no qual estrela diversas cenas intensas de luta; dando voz à Mufasa em Mufasa: O Rei Leão, e vivendo também o ícone Malcolm X na série Genius.

    Embora esteja escalado para viver John Stewart na série Lanterns, que tem previsão de estreia para 2026, certamente há espaço na agenda do ator para interpretar James Bond. Além disso, Pierre poderia ser o primeiro 007 negro da franquia, trazendo diversidade e uma nova perspectiva para o papel.

    Harris Dickinson

    O terceiro ator que aparece na lista de principais candidatos à Bond é Harris Dickinson, que vem brilhando recentemente, fazendo muitos acreditarem que ele daria conta do recado de viver um 007. Aos 29 anos, ele já entregou cenas de luta impressionantes em King’s Man: A Origem como Conrad Oxford; muito drama em Garra de Ferro, no papel de David Von Erich; além de carisma e firmeza ao viver o dominador Samuel no suspense erótico Babygirl. Com um currículo que abrange diferentes gêneros, Dickinson certamente está preparado para trabalhar ao lado de um ótimo diretor como Villeneuve, que pode extrair o melhor dele em termos de atuação.

    No entanto, um possível problema como o de Holland poderia atrapalhar sua jornada como agente secreto do MI6: o ator viverá John Lennon na cinebiografia de quatro filmes sobre os Beatles, dirigida por Sam Mendes, o que também poderia complicar o tempo disponível do ator para dois projetos grandiosos ao mesmo tempo. Em ambos os casos, um bom gerenciamento de agenda provavelmente resolveria a questão.

    Onde assistir aos filmes dos principais candidatos a James Bond?

    Veja abaixo em quais serviços de streaming assistir a filmes e séries com os principais candidatos ao papel de James Bond no próximo filme da franquia 007.

  • Os Melhores Filmes e Séries com Ayo Edebiri
    Mariane Morisawa

    Mariane Morisawa

    Editor JustWatch

    Além da tensão da cozinha e dos dramas entre os personagens, O Urso, cuja quarta temporada está chegando ao Disney+, deve muito de seu sucesso a seu elenco. Uma das suas maiores revelações é Ayo Edebiri, que conquistou o público no papel de Sydney, a sous chef e agora sócia do restaurante com Carmen (Jeremy Allen White). 

    Ela faz drama e comédia muito bem, é requisitada como dubladora de animação em filmes como Divertida Mente 2 (2024) e é roteirista de séries como Big Mouth (2017-25), O Que Fazemos nas Sombras (2019-24) e Dickinson (2019-21). Esta seleção traz seus melhores trabalhos como atriz:

    O Urso (2022)

    Em O Urso, série eletrizante ganhadora de 21 Emmys, Carmen (Jeremy Allen White) é um chef de alta gastronomia que volta à sua Chicago natal para assumir o negócio da família, uma lanchonete sem grandes pretensões. Mas ele decide que vai transformar o lugar em um restaurante de ponta. Carmy não conseguiria sem Sydney, personagem que tornou Ayo Edebiri famosa. A atriz transita brilhantemente da comédia ao drama no papel da sous chef, que traz equilíbrio, calma e carinho para a cozinha de Carmy, embalada por caos familiar, luto e trauma. Aos poucos, Sydney vai conquistando os corações da família Berzatto estendida – Carmy, sua irmã Natalie (Abby Elliott), o “primo” Richie (Ebon Moss-Bachrach), o “tio” Jimmy (Oliver Platt) – e do público também. 

    Passivonas (2023)

    Passivonas ou Clube da Luta para Meninas subverte os clichês da comédia adolescente com Josie (Ayo Edebiri) e PJ (Rachel Sennott), duas alunas lésbicas e pouco populares do ensino médio que decidem criar um clube da luta para atrair crushes como as líderes de torcida Isabel (Havana Rose Liu) e Brittany (Kaia Gerber). Ayo mostra seu lado mais desvairado, usando todo seu potencial nos diálogos absurdos, que ela tem o dom de fazer parecerem conversas reais. Aqui, Ayo está ao lado de amigas: estrela o filme com Rachel Sennott, com quem escreveu a série digital Ayo and Rachel Are Single (2020), em que também atuaram, e é dirigida por Emma Seligman (de Shiva Baby, 2020). 

    Divertida Mente 2 (2024)

    Divertida Mente 2, dirigido por Kelsey Mann e indicado ao Oscar de animação, conta com novas emoções na vida da agora adolescente Riley (voz original de Kensington Tallman): Ansiedade (Maya Hawke), Inveja (Ayo Edebiri), Tédio (Adèle Exarchopoulos) e Vergonha (Paul Walter Hauser). Com seus olhos grandes, Inveja está sempre de olho no que os outros estão fazendo. O papel não é muito grande, já que o destaque maior vai para Ansiedade, mas a atriz brilha com suas variações vocais e emocionais, dando personalidade a essa nova emoção. Esses novos personagens entram em conflito com as emoções que já existiam em Riley, vistas em Divertida Mente (2015): Raiva (Lewis Black), Medo (Tony Hale), Nojinho (Mindy Kaling no primeiro filme, Liza Lapira nesta continuação), Tristeza (Phyllis Smith) e, principalmente, Alegria (Amy Poehler), que sempre tenta tomar controle da situação no cérebro da menina. 

    Homem-Aranha: Através do Aranhaverso (2023)

    Na animação Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, continuação de Homem-Aranha: No Aranhaverso (2018), Miles Morales (voz original de Shameik Moore) viaja pelo multiverso acompanhado de uma versão de Gwen Stacy (Hailee Steinfeld) que é a Mulher-Aranha e está sendo procurada pela morte (acidental) do Peter Parker da Terra-65. Ayo Edebiri interpreta Gloria Grant, estudante da Visions Academy, membro de uma banda chamada Mary Janes e melhor amiga de Gwen até a morte de Peter. É um papel pequeno, mas que enriquece o filme dirigido por Joaquim dos Santos, Kemp Powers e Justin K. Thompson. O longa disputou o Oscar de animação graças à sua variedade visual, já que cada universo tem um design diferente.

    Black Mirror (2023)

    Em “Joan is Awful”, primeiro episódio da sexta temporada de Black Mirror, série de ficção científica criada por Charlie Brooker, Ayo Edebiri aparece como Sandy, uma funcionária de Joan (Annie Murphy, de Schitt’s Creek). Sandy não é um personagem grande, mas ajuda a criar o universo deste episódio, que usa um tom cômico para discutir privacidade, monitoramento e a mistura entre vida real e ficção. Joan descobre que existe uma versão ficcionalizada dela, interpretada por Salma Hayek, em uma série da plataforma de streaming Streamberry, uma paródia da própria Netflix, produtora de Black Mirror. Mas a Joan da ficção é bastante antipática e causa a demissão da Joan real. 

    As Tartarugas Ninja: Caos Mutante (2023)

    Na animação As Tartarugas Ninja: Caos Mutante, que retoma os personagens criados na década de 1980, Ayo Edebiri interpreta April O’Neil, a amiga de Donatello (voz original da Micah Abbey), Michelangelo (Shamon Brown Jr.), Leonardo (Nicolas Cantu) e Raphael (Brady Noon). April é uma adolescente desajeitada e estranha, o tipo de personagem em que a atriz se destaca. Enquanto os quatro adolescentes tentam conquistar os nova-iorquinos, depois de viverem escondidos por anos, April vai ajudá-los a enfrentar um novo chefão do crime, Superfly (Ice Cube), e sua gangue de mutantes. De visual arrojado, o filme dirigido por Jeff Rowe e Kyler Spears e escrito por Seth Rogen, Evan Goldberg e Jeff Rowe traz de volta esse universo de maneira contemporânea e divertida, com Ayo Edebiri no centro da trama. 

    Dickinson (2019-21)

    Ayo Edebiri juntou-se a Dickinson, a série sobre a poeta Emily Dickinson (1830-1886), criada por Alena Smith e estrelada por Hailee Steinfeld, primeiro como roteirista, depois como atriz, em um papel criado especialmente para ela. Em seis dos dez episódios da segunda temporada, Ayo interpreta Hattie, uma empregada da família Dickinson que escreve em um jornal abolicionista e tira dinheiro dos brancos em sessões mediúnicas. Hattie é cheia de opiniões e, claro, divertida, o tipo de personagem que é a cara da atriz. A série faz um retrato contemporâneo, incorporando música e referências modernas, da vida íntima de Emily, com seus relacionamentos familiares, amizades e amores e relacionando as dificuldades das mulheres de então com as de agora. 

    Big Mouth (2017-25)

    Como em Dickinson, na série em animação Big Mouth Ayo Edebiri começou como roteirista. Só na quarta temporada ela assumiu a voz de Missy no lugar de Jenny Slate, que se afastou para que a personagem, uma adolescente biracial, fosse interpretada por uma atriz negra, em um esforço por uma maior representatividade também na animação. Com isso, aos temas regulares da série criada por Jennifer Flackett, Andrew Goldberg e Nick Kroll, como os desafios de lidar com o corpo na puberdade, gênero e sexualidade, um novo assunto se somou: o racismo e a experiência negra. A atriz apresenta um trabalho vocal bem diferente no papel dessa adolescente, destacando-se no elenco estelar, que inclui Nick Kroll, Maya Rudolph, John Mulaney e Jordan Peele, e nas páginas do roteiro com seu humor caloroso.

    Acampamento de Teatro (2023)

    No mocumentário Acampamento de Teatro, sobre um acampamento de teatro que enfrenta uma crise financeira quando sua fundadora (Amy Sedaris) sofre uma convulsão, Ayo interpreta uma coordenadora que mentiu em seu currículo. É o papel perfeito para a atriz exercer sua personalidade excêntrica, em cenas que parecem improvisadas. Não à toa, foi escrito especificamente para ela por sua amiga Molly Gordon (a Claire de O Urso), que também dirige o filme em parceria com Nick Lieberman. As duas se conhecem desde que Molly fez Shiva Baby com Rachel Sennott e Emma Seligman, amigas de Ayo que escreveram o roteiro de Passivonas e também são, respectivamente, atriz e diretora da comédia. Até por isso, a química entre elas dentro e fora de cena faz desta uma história divertida e hilária. 

    A Doce Costa Leste (2023)

    Em A Doce Costa Leste, dirigido por Sean Price Williams, Lillian (Talia Ryder) é uma estudante do último ano do ensino médio da Carolina do Sul que vê seu mundo se expandir durante uma excursão da escola à capital dos Estados Unidos, Washington D.C. Ayo Edebiri interpreta a cineasta Molly McNair, que escala Lilian para seu filme ao lado do famoso ator Ian Reynolds (Jacob Elordi). A atriz empresta sua energia caótica para a pretensiosa diretora, que trabalha ao lado de Matthew (Jeremy O. Harris). Nesta jornada cheia de maluquices, Lilian também conhece ativistas anarquistas e nazistas. 

    Onde assistir a filmes e séries com Ayo Edebiri?

    Na lista abaixo, saiba onde ver aos filmes e séries com a atriz em streaming no Brasil.

  • 10 Melhores Novelas para Maratonar no Streaming: Clássicos e Novidades Imperdíveis
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    Se você é fã de dramas emocionantes, intrigas familiares e histórias cheias de romance, não pode perder as melhores novelas disponíveis no streaming. Desde clássicos inesquecíveis até produções recentes que conquistaram o público brasileiro, há opções para todos os gostos nas principais plataformas, incluindo Netflix, Globoplay e Prime Video. 

    Descubra agora quais são as 10 melhores novelas para maratonar e onde assisti-las, garantindo horas de entretenimento repleto de reviravoltas e paixão. 

    Avenida Brasil (2012)

    Com uma trama eletrizante que mistura vingança, amor e suspense, Avenida Brasil se tornou um fenômeno global. A história de Nina, que retorna disfarçada para se vingar da madrasta Carminha (uma das maiores vilãs da TV), prende o público do início ao fim. A novela equilibra drama emocional, humor ácido e reviravoltas surpreendentes, com um elenco brilhante e diálogos afiados. Além disso, aborda temas sociais relevantes, como desigualdade e corrupção, sem perder o entretenimento. É uma obra-prima que continua atual e viciante – perfeita para quem ama novelas com impacto cultural e narrativa impecável.

    Beleza Fatal (2025)

    Escrita por Raphael Montes, Beleza Fatal se tornou uma das novelas mais faladas nas redes sociais por ser feita diretamente ao streaming da HBO Max, o que dá mais liberdade para cenas sensuais, palavrões e violência. Com um elenco espetacular, a trama acompanha Sofia em uma tentativa de vingança pela morte de sua mãe. Seu foco é destruir Lola, uma das vilãs mais cativantes dos últimos anos e interpretada magistralmente por Camila Pitanga. Entre os assuntos abordados, há diferenças sociais, estética e relações familiares. Vale dizer que a exibição do último capítulo parou o país, com direito a festas temáticas para assistirem ao episódio derradeiro. 

    Amor Sem Fim (2015 - 2017) 

    Com uma história de amor épica e tragédia envolvente, Amor Sem Fim é uma novela turca que conquistou o mundo ao retratar a paixão proibida entre Kemal e Nihan  A trama combina romance intenso, conflitos familiares e reviravoltas dramáticas, mantendo o público em suspense até o último episódio. A produção impecável, trilha sonora emocionante e atuações brilhantes a tornaram um fenômeno global, premiado no International Emmy Awards. Esta novela é perfeita para quem ama dramas românticos com profundidade emocional e visual deslumbrante.

    O Clone (2001)

    O Clone revolucionou a teledramaturgia brasileira ao misturar ficção científica, cultura árabe e drama familiar. A trama de Jade e Lucas – divididos entre tradição e paixão – conquistou o público, enquanto a clonagem humana gerava dilemas éticos. Personagens icônicos como Sheikha Zoraide, interpretada por Jandira Martini, e o conflito cultural da família Moura renderam cenas inesquecíveis. Com trilha sonora global (como “Sob o Sol”), a novela abordou preconceito, espiritualidade e ciência de forma pioneira. 

    Betty, a Feia (1999)

    Criada por Fernando Gaitán, Betty, a Feia é uma produção colombiana que reinventou o gênero ao apresentar Beatriz Pinzón, uma inteligente, mas subestimada, secretária "feia" que conquista seu espaço - e o coração do patrão Armando Mendoza. Com humor inteligente, críticas sociais afiadas e personagens ricamente construídos, a novela equilibra comédia romântica e drama corporativo como nenhuma outra. Seu sucesso gerou adaptações globais (como Ugly Betty), mas o original, mantém o charme único da narrativa sobre autoaceitação e transformação pessoal.

    Senhora do Destino (2004)

    Escrita por Aguinaldo Silva, Senhora do Destino conta a saga de Maria do Carmo (interpretada magistralmente por Susana Vieira), uma mãe que enfrenta preconceitos e injustiças para reencontrar o filho perdido. Com uma trama que mistura drama familiar, suspense e crítica social, a novela traz vilões icônicos como o cruel Lineu Moraes e momentos marcantes como o célebre "chá de cadeira". Sua narrativa poderosa sobre redenção, amor materno e justiça continua tocando gerações, provando por que é um clássico atemporal.

    Terra Nostra (1999) 

    Terra Nostra é uma superprodução da TV Globo que transporta o espectador para a imigração italiana no século XIX, com uma grandiosidade nunca antes vista. A paixão proibida entre Matteo e Giuliana se desenrola em meio a conflitos familiares, disputas por terras e um retrato fiel da formação do Brasil moderno. Com cenários deslumbrantes na Itália e São Paulo, figurinos impecáveis e trilha sonora emocionante, a novela mistura romance histórico e drama familiar com maestria. É uma verdadeira obra de arte que continua encantando pela riqueza de detalhes e atuações marcantes. Vale dizer que foi a primeira novela brasileira a gravar extensamente na Europa, com cenas monumentais no Castelo Sforzesco. 

    Café com Aroma de Mulher (2021)

    Café com Aroma de Mulher é uma  joia colombiana, desde sua versão original (1994) até o remake de 2021. Ela conquistou gerações com a história de Gaviota, uma colhedora de café que se envolve em um romance proibido com o empresário Juan Pablo. A narrativa combina drama rural, ascensão social e paixão avassaladora, tudo temperado pelo universo sedutor do café colombiano. Com personagens cativantes e conflitos emocionantes, a trama aborda desigualdade social e redenção de forma poética. O remake moderniza a história sem perder sua essência, com atuações brilhantes e produção impecável.

    Rainha do Sul (2011)

    Estrelada por Kate del Castillo, este fenômeno global reinventou o gênero ao contar a ascensão de Teresa Mendoza, uma humilde mexicana que se torna a rainha do tráfico internacional. Diferente das novelas tradicionais, Rainha do Sul combina suspense policial, drama romântico e ação adrenalínica, com gravações em cenários reais da Espanha, Marrocos e México. Baseada no best-seller de Arturo Pérez-Reverte, a produção se destaca por seu realismo cru, protagonista feminina forte e reviravoltas surpreendentes. A produção é perfeita para quem busca uma trama ousada, com poder, vingança e um toque de poesia cigana. Houve uma sequência em 2019 e inspirou a versão estadunidense Queen of the South, com a brasileira Alice Braga. 

    Mulheres Apaixonadas (2003)

    Mulheres Apaixonadas conquistou o público brasileiro ao retratar o universo feminino com rara profundidade psicológica e sensibilidade. Com um elenco estelar (como Vera Fischer, Christiane Torloni e Carolina Dieckmann), a trama explora amores, frustrações e reinvenções de mulheres em diferentes fases da vida, abordando tabus como menopausa, traição e violência doméstica com delicadeza. Personagens como a doce Helena e seu romance com Marcos entraram para o coração dos brasileiros. Mesmo anos depois, a produção continua atual em sua reflexão sobre felicidade e empoderamento feminino.

    Onde assistir às 10 melhores novelas online?

    Abaixo, saiba onde assistir online, em streaming, às 10 melhores novelas, desde clássicos até novidades mais recentes.

  • ‘Sexta-Feira Muito Louca’: Todos os Filmes em Ordem
    Beatriz Coutinho

    Beatriz Coutinho

    Editor JustWatch

    Comédias sobre trocas de corpo são praticamente um subgênero próprio, e nenhuma franquia representa melhor essa categoria do que Sexta-Feira Muito Louca. Baseada no livro de Mary Rodgers, a história em que mãe e filha experimentam a vida uma da outra de alguma forma mágica já reimaginada diversas vezes desde a década de 1970, o que pode ser uma surpresa para os fãs da versão mais famosa dos filmes: Sexta-Feira Muito Louca, de 2003, com Lindsay Lohan e Jamie Lee Curtis como protagonistas.

    O sucesso dessa adaptação específica é tão grande, que em 2023, ano do aniversário de 20 anos do filme, foi anunciada a continuação Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda, que contou com o retorno de Lohan e Curtis, além de um novo elenco, pronto para viver uma nova história. Lançado em agosto de 2025, e em breve em streaming, o filme está recheado de nostalgia, ao mesmo tempo em que traz um toque de anos 2020 para sua narrativa.

    Com este guia da JustWatch, você descobre a ordem certa para rever ou conhecer todas as versões de Sexta-Feira Muito Louca agora que um novo filme entrou para a coleção.

    Somente os filmes de 2003 e 2025 precisam ser assistidos um seguido do outro. O longa original e os outros remakes são independentes e não precisam ser assistidos em uma ordem específica. Para quem quer maratonar esse universo louco inteiro basta seguir a ordem de lançamento a seguir: 

    1. Se Eu Fosse a Minha Mãe (1976)

    Primeiro filme da franquia, Se Eu Fosse a Minha Mãe é uma comédia leve e divertida, que abriu caminho para os futuros remakes. No longa, a adolescente Annabel Andrews (Jodie Foster) e sua mãe Ellen Andrews (Barbara Harris), acham a vida uma da outra fácil demais. Entre brigas constantes, que lembram as da animação moderna Valente, ambas dizem ao mesmo tempo que gostariam de trocar de lugar uma com a outra por apenas um dia e em um passe de mágica a troca acontece.

    É muito engraçado ver como mãe e filha começam a cumprir as responsabilidades uma da outra de forma criativa, com Ellen fazendo as atividades escolares da filha, e Annabel cuidando de infinitas tarefas domésticas e descobrindo como é ser uma adulta. Apesar de não interagirem tanto, algo que mudou para melhor no remake de 2003, a dinâmica entre as duas atrizes é ótima e o filme é perfeito para mães e filhas, que podem discutir o que fariam uma no lugar da outra caso trocassem de corpos

    Vale lembrar que pouco antes das filmagens de Se Eu Fosse a Minha Mãe, George Lucas ofereceu o papel de Princesa Leia para Jodie Foster, mas a mãe da atriz não permitiu que ela finalizasse seu contrato com a Disney para estrelar Star Wars. Por fim, o papel da personagem ficou com Carrie Fisher.

    2. Summer Switch (1984)

    Pouco conhecido, o episódio Summer Switch do ABC Afterschool Specials traz a mesma dinâmica do primeiro longa, mas de forma diferente, já que dessa vez a troca de corpos acontece entre pai e filho. Bill é um ocupado executivo do ramo do cinema que adoraria voltar a ter 14 anos, a idade de Ben, que está ansioso para se tornar adulto logo, e então a troca acontece de forma curiosa, explorando a divertida relação entre pai e filho.

    Apesar de não ser tão carismático quanto o filme original, o episódio captura bem os conflitos de duas gerações tão diferentes uma da outra e é uma variação divertida do tema, pouco explorada até hoje. Com apenas 60 minutos de duração, esta é uma opção interessante para quem quer assistir todos os filmes da franquia, especialmente se você adora uma boa produção dos anos 1980. Embora Quero Ser Grande não seja um filme de troca de corpos, mostra um garoto que quer se tornar adulto em uma história muito divertida, então se você gostou dele, vai curtir Summer Switch.

    3. Um Bilhão para Bóris (1984)

    Um Bilhão para Bóris é uma sequência direta de Se Eu Fosse a Minha Mãe, mas não repete a dinâmica de troca entre mãe e filha ou pai e filho, fugindo da fórmula da franquia, mas ainda assim apresentando algo bastante interessante e divertido.

    Neste filme, Annabel e seu namorado, Bóris, descobrem uma televisão que transmite programas do futuro e discutem sobre o que fazer com o dispositivo: enquanto ela quer pensar em uma forma de ajudar as pessoas com isso, ele pensa em como pode lucrar com a situação. A narrativa é ótima e explora dilemas morais com um toque de ficção científica bastante criativo em meio ao humor infantojuvenil — o que lembra bastante De Volta Para o Futuro 2.

    4. Tal Mãe, Tal Filha (1995)

    Com a mesma energia do divertido Operação Cupido, Tal Mãe, Tal Filha é o primeiro remake da franquia e tem uma abordagem mais moderna em relação ao filme original e atualmente é uma verdadeira viagem aos anos 1990. Desta vez, Ellen (Shelley Long) é uma mulher divorciada, dona de uma empresa de design de moda, e mãe de Annabelle (Gaby Hoffmann), sua filha adolescente. As duas têm dificuldade de se entender e um par de amuletos mágicos faz com que troquem de corpo por um dia.

    Assim como no filme original e na adaptação de 2003, a dinâmica de assumir as tarefas uma da outra se repete e continua bastante divertida, com cenas como a de Annabelle no corpo da mãe tentando conseguir um acordo importante para a empresa dela e até mesmo negando o pedido de casamento que a mãe recebe de seu namorado. A química entre Long e Hoffmann é ótima e se encaixa muito bem no filme, tanto nos momentos engraçados quanto nos mais emocionantes.

    5. Sexta-Feira Muito Louca (2003)

    Versão mais amada da franquia, Sexta-Feira Muito Louca traz de volta a história que já conhecemos, sendo novamente adaptada para sua época de lançamento, ou seja, repleta de elementos da cultura pop dos anos 2000 — de forma bastante parecida com De Repente 30. Neste filme temos a adolescente Anna Coleman, interpretada por Lindsay Lohan, e Tess Coleman, a mãe interpretada por Jamie Lee Curtis. Juntas, as atrizes elevaram o patamar do que é ter uma boa química em câmera, entregando momentos e diálogos icônicos.

    Uma discussão faz com que Anna e Tess troquem de corpo e é aí que a confusão começa. No corpo de sua mãe, Anna se envolve com seu crush da escola, Jake (Chad Michael Murray), enquanto Tess, no corpo da filha, precisa tocar guitarra durante um show da banda da garota. Em meio a um caos que se desenrola de forma hilária, elas aprendem algumas lições importantes enquanto trabalham juntas para descobrir como destrocar seus corpos. O filme se tornou um verdadeiro clássico de sua década, e tudo nele segue funcionando muito bem, desde o humor até a trilha sonora cheia de rock.

    6. Freaky Friday: Sexta-Feira Muito Louca (2018)

    Inspirada no musical Freaky Friday que estreou em 2016, esta versão de Sexta-Feira Muito Louca foi lançada em 2018 para o Disney Channel e adapta a história de forma mais teatral, mas não se tornou tão popular. Desta vez mãe e filha se chamam Katherine e Ellie, interpretadas por Heidi Blickenstaff e Cozi Zuehlsdorff, respectivamente.

    Neste filme, é uma ampulheta mágica que pertencia ao falecido pai da família que faz as duas personagens trocarem de corpo. Embora não tenha alcançado o mesmo sucesso do remake de 2003, a produção tem seu valor, entregando músicas cativantes, uma direção mais leve e as valiosas lições sobre empatia que são típicas da franquia. Se você curtiu Mamma Mia!, vale a pena conferir o filme por trazer um elemento teatral similar. 

    7. Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda (2025)

    Sequência direta do filme de 2003, Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda estreou em 8 de agosto de 2025, trazendo de volta Lindsay Lohan e Jamie Lee Curtis nos papéis de Anna e Tess e mostrando que, sim, a fórmula funciona novamente. Provando que um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar, o longa mostra uma nova troca de corpos, que agora também envolve Harper (Julia Butters), filha de Anna, e Lily (Sophia Hammons), enteada dela, filha de seu noivo, Eric (Manny Jacinto).

    A princípio, a troca entre quatro personagens, algo inédito para a franquia, é um pouco caótica, mas aos poucos o roteiro consegue organizar a narrativa e vamos nos acostumando com as mudanças — cuja cena da descoberta, em que todas aparecem em frente ao espelho, é super divertida. Apesar de se apoiar em muitas referências do filme de 2003, a sequência entretém, se moderniza e é engraçada, abrindo espaço para Lohan e Curtis se divertirem enquanto atuam, o que torna tudo ainda mais genuíno. Ideal para assistir entre mãe e filha, essa é uma ótima comédia familiar.

  • ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’: Onde Assistir a Todas as Séries e Filmes de Aang e Korra
    Beatriz Coutinho

    Beatriz Coutinho

    Editor JustWatch

    Avatar: O Último Mestre do Ar e A Lenda de Korra fizeram parte da infância e adolescência de muitos fãs, que cresceram tendo estes e outros personagens como um exemplo a ser seguido. Neste guia da JustWatch, saiba em qual ordem você deve assistir as animações, além de derivados como a série e o filme live-action baseados nas obras.

    Vale lembrar inclusive que a franquia Avatar continuará entregando muitas novidades para os fãs nos próximos anos. Além da Netflix ter confirmado que fará mais duas temporadas de sua adaptação de Avatar: O Último Mestre do Ar, o Avatar Studios confirmou diversas produções, como um filme que trará Aang e seus amigos adultos e uma nova temporada com um Avatar inédito.

    Avatar: A Lenda de Aang  (2005-2008)

    Avatar: A Lenda de Aang, ou Avatar: O Último Mestre do Ar, é a animação que dá início a história do universo criado por Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko. Ao longo de três temporadas, nomeadas Livro Um: Água, Livro Dois: Terra e Livro Três: Fogo, conhecemos a história de um mundo em que quatro nações: Água, Terra, Fogo e Ar, viviam juntas e em harmonia, até que a Nação do Fogo atacou os Nômades do Ar, destruindo-os e iniciando um plano para conquistar a Terra.

    É aí então que Aang, um jovem Nômade do Ar de apenas 12 anos, desperta e descobre seu destino: ser um Avatar, uma pessoa capaz de dominar os quatro elementos, garantindo o equilíbrio entre eles e as quatro nações. Ao lado dos amigos Katara e Sokka, a missão de Aang é salvar o mundo do terrível Senhor do Fogo Ozai e restaurar a paz.

    O Último Mestre do Ar (2010)

    M. Night Shyamalan é um diretor com filmes ótimos, como O Sexto Sentido e Fragmentado, mas para muitos fãs de Avatar, a adaptação cinematográfica feita por ele não faz jus à animação original.

    O live-action O Último Mestre do Ar ficou marcado por seus efeitos visuais, erros de escalação do elenco e narração que apressava o filme, contando acontecimentos que deveriam ser mostrados em tela ao invés de apenas relatados. Apesar de não ser uma adaptação fiel, o filme conta com um figurino incrível e cenários impressionantes. 

    A Lenda de Korra (2012 - 2014)

    Com quatro temporadas: Livro Um: Ar, Livro Dois: Espírito, Livro Três: Mudança e Livro Quatro: Equilíbrio, A Lenda de Korra acontece 70 anos após os eventos de A Lenda de Aang. Nesta história acompanhamos Korra, uma jovem rebelde da Tribo da Água do Sul que já dominou três dos quatro elementos e agora viaja para a Cidade da República para aprender a dominar o ar.

    Em sua jornada, a jovem enfrenta diversos obstáculos, desde movimentos antidominadores até espíritos sombrios. A missão de Korra é equilibrar os elementos e as nações, mas ela também precisará encontrar equilíbrio dentro de si mesma para cumprir seus objetivos.

    Avatar: O Último Mestre do Ar (2024)

    Em 2024 a Netflix lançou uma nova adaptação live-action: Avatar: O Último Mestre do Ar, desta vez no formato de série. Ainda que traga mudanças em relação ao desenho original, a produção agradou aos fãs que estavam dispostos a dar uma chance para esta nova versão da história.

    Com efeitos especiais melhores, uma bela expansão na forma como as diferentes culturas de cada nação aparecem e um trio principal em completa sintonia dentro e fora dos estúdios de gravação, este novo live-action de Avatar merece a chance de quem amou a animação. Vale lembrar que a segunda e terceira temporadas já foram confirmadas.

    A Lenda de Aang: O Último Mestre do Ar (2026)

    Com previsão de lançamento para 9 de outubro de 2026, o filme animado do Avatar Studios mostrará Aang, Katara, Sokka, Toph, e Zuko adultos, dando mais contexto para o pouco que é revelado sobre alguns deles em A Lenda de Korra. Além disso, A Lenda de Aang: O Último Mestre do Ar mostra um pouco da formação do mundo que é herdado por Korra, com o grupo original enfrentando uma nova ameaça. 

    Avatar: Seven Havens (2027)

    Com previsão de lançamento para 2027, Avatar: Seven Havens (Avatar: Sete Refúgios, em tradução livre) contará a história de uma jovem dobradora da Terra que descobre ser o novo Avatar depois de Korra e atualmente vive em um mundo destruído por um cataclismo devastador.

    No entanto, segundo a sinopse oficial, desta vez isso significará ser a destruidora da humanidade, e não a salvadora. Assim, ela e sua irmã gêmea devem descobrir suas origens para salvar os Sete Refúgios antes que as últimas fortalezas da civilização colapsem.

    Filmes de Zuko e Kyoshi

    Outros dois filmes confirmados pelo Avatar Studios são um longa sobre Zuko e outro sobre Kyoshi, ambos ainda sem previsão de lançamento.

    Ordem cronológica para assistir 'A Lenda de Aang' e 'A Lenda de Korra'

    Caso todas as animações ainda não lançadas se concretizem, a ordem cronológica para assistir Avatar será:

    • A Lenda de Aang (série animada)
    • A Lenda de Aang: O Último Mestre do Ar (filme animado)
    • A Lenda de Korra
    • Avatar: Seven Havens.

    Ainda não é possível saber em qual momento da linha do tempo poderão ser encaixados os filmes de Zuko e Kyoshi.

    O filme e a série live-action de Avatar não precisam ser vistos em uma ordem específica, pois sendo adaptações, não impactam na linha do tempo das animações.

    Onde assistir aos desenhos e séries no mundo de 'Avatar: O Último Mestre do Ar'?

    Saiba em quais serviços de streaming online você pode assistir Avatar: O Último Mestre do Ar, A Lenda de Korra e derivados de ambas as animações.

  • 10 Séries Procedurais Subestimadas para Quem Ama NCIS
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    A 22ª temporada de NCIS está oficialmente chegando ao fim. Após  22 anos dominando tanto o gênero procedural, quanto a programação das emissoras de TV e streaming, a série original continua em alta, sobrevivendo a três derivados. No entanto, o universo de NCIS continua se expandindo, com um novo spin-off, NCIS: Tony & Ziva, e uma segunda temporada de NCIS: Origins, que acompanha o jovem Leroy Gibbs, além de uma terceira temporada de NCIS: Sydney. Ufa!

    Mas o NCIS não é o dono do gênero procedural, por mais que queira fazer você pensar o contrário. O gênero existia muito antes e continuará a prosperar muito depois. Caso você não saiba o que estamos falando, explico: uma série procedural, também conhecida como série "caso da semana", é um formato de produção em que cada episódio conta uma história autônoma, geralmente voltada para um determinado tipo de problema ou crime, sendo resolvido ao longo do episódio. A narrativa é episódica, ou seja, cada episódio tem um início, um meio e um fim, e a história principal se encerra com o episódio, permitindo que novos espectadores assistam sem se sentirem perdidos.

    Agora que você já sabe, reunimos esta lista de procedurais subestimados. Embora nem todos tenham o mesmo tom leve ou foco investigativo, eles oferecem muita televisão de qualidade para maratonar. 

    Descubra as 10 melhores séries como NCSI. 

    Rizzoli & Isles (2010 – 2017) 

    Combinando investigações criminais inteligentes e química cômica, Rizzoli & Isles se destaca no gênero procedural. A dupla protagonista – a detetive durona Jane Rizzoli e a médica-legista refinada Maura Isles – transforma cada caso em uma mistura de suspense, humor e drama, com diálogos afiados e cenas de autópsia detalhadas. A série equilibra tramas policiais complexas com desenvolvimento profundo dos personagens, explorando amizade, família e desafios profissionais. O título é perfeito para quem busca ação, mistério e um toque de leveza feminina – longe da seriedade excessiva de outros procedurais. 

    Safe (2018)

    Antes de Michael C. Hall reviver seu icônico serial killer em Dexter: Ressurreição, sua atuação em Safe merece destaque. Nesta minissérie britânica de suspense, Hall interpreta um cirurgião cuja vida desmorona quando sua filha adolescente desaparece após uma festa, revelando segredos obscuros de sua comunidade fechada. Com somente 8 episódios, a trama entrega um drama tenso e investigativo, repleto de reviravoltas que mantêm o espectador intrigado. Apesar de não seguir a fórmula militar de NCIS, Safe cativa pelo realismo angustiante e pela narrativa claustrofóbica. 

    Núm3ros (2005-2010)

    Durante seu auge na CBS, Núm3ros revolucionou o gênero procedural ao unir investigações criminais e matemática avançada. A dinâmica entre os irmãos Eppes - o pragmático agente do FBI Don e o brilhante matemático Charlie - trazia uma abordagem fresca: crimes resolvidos por meio de teoria dos jogos, algoritmos e modelagem probabilística. Cada episódio transformava conceitos abstratos em ferramentas práticas para desvendar homicídios, sequestros e crimes financeiros. Numb3rs se revela uma joia intelectual do procedural - perfeita para quem busca mistérios inteligentes que desafiam o formato convencional do gênero.

    The Killing (2011-2014)

    Com sua narrativa cinematográfica e atmosfera opressiva, The Killing reinventou o procedural ao mergulhar fundo em casos únicos por temporada. A química entre os detetives Linden e Holder - ela obsessiva, ele descontraído - cria um contraste perfeito enquanto desvendam crimes sob a chuva incessante de Seattle. Diferente de séries convencionais, cada investigação era uma jornada psicológica que expunha as feridas da sociedade e dos próprios investigadores. Cancelada duas vezes (pela AMC e ressuscitada pela Netflix), sua abordagem contemplativa e finais ambíguos dividiram o público, mas consolidaram sua classificação de cult. 

    O Mentalista (2008 - 2015)

    Com seu protagonista irreverente e tramas inteligentes, O Mentalista se destacou ao misturar investigações criminais com psicologia e ilusionismo. Patrick Jane, um ex-médium que usa suas habilidades de observação para auxiliar o FBI, trouxe um charme único ao gênero - alternando entre humor sarcástico e momentos de profunda emotividade, especialmente em sua caça ao serial killer Red John. Cada episódio equilibrava casos independentes com um arco serial fascinante, mantendo o público engajado por sete temporadas. A série cativa pela química do elenco e por reviravoltas que desafiam as expectativas — perfeita para quem busca um procedural com estilo e personalidade próprios.

    Lie to Me (2009-2011)

    Estrelada por Tim Roth, Lie to Me trouxe algo novo ao gênero procedural ao focar na ciência da microexpressão facial para o centro das investigações. O Dr. Cal Lightman, um especialista em detectar mentiras, liderava uma equipe que resolvia casos analisando tiques faciais, linguagem corporal e padrões de comportamento. Cada episódio era uma aula de psicologia aplicada, com técnicas baseadas em pesquisas reais do psicólogo Paul Ekman. Apesar de seu conceito inovador e elenco talentoso, a série durou somente 3 temporadas. Perfeita para quem busca investigações diferentes, onde a maior arma é a capacidade de ler pessoas.

    Mentes Criminosas (2005 – )

    Lançada em 2005, Mentes Criminosas se tornou um fenômeno ao explorar o lado sombrio da psicologia criminal, focando na Unidade de Análise Comportamental do FBI. Diferente de outros procedurais, a série mergulha na mente de serial killers, usando perfis psicológicos para antecipar seus próximos movimentos. Com personagens carismáticos como o penetrante Spencer Reid e a estrategista Emily Prentiss, o título equilibra casos arrepiantes com desenvolvimento emocional do elenco. Apesar de tramas intensas e vilões perturbadores, o coração da série está na dinâmica da equipe, que funciona como uma família. Produção essencial para quem ama suspense psicológico e investigações inteligentes.

    Evil (2019-2024)

    Evil reinventa o gênero ao misturar investigações sobrenaturais, psicologia e teologia inteligentemente. A série acompanha um trio improvável - um padre em treinamento, uma psicóloga cética e um técnico especialista - que investiga supostos milagres, possessões e fenômenos inexplicáveis para a Igreja Católica. O que torna Evil único é seu equilíbrio perfeito entre horror e humor ácido, questionando constantemente se os eventos têm explicação científica ou são realmente demoníacos. Com roteiros afiados e vilões memoráveis (como o carismático demônio Leland), a série desafia gêneros.

    Turnos de Risco (1999-2005)

    Ambientada em Nova York, Turnos de Risco inovou ao mostrar os três turnos de emergência - policiais, bombeiros e paramédicos - em histórias que se entrelaçavam com realismo cru. Diferente de outros procedurais, a série misturava drama profissional e pessoal com uma intensidade rara, especialmente na marcante 3ª temporada, que abordou os ataques de 11 de setembro com sensibilidade visceral. O elenco carismático (incluindo um jovem Jason Wiles como o policial Bosco) e os casos baseados em emergências reais conferiam autenticidade às cenas de ação, enquanto os conflitos morais mantinham a profundidade emocional. 

    Arquivo-X (1993 - 2018)

    Lançada em 1993, Arquivo X reinventou a TV ao fundir investigações criminais com mistérios sobrenaturais, seguindo os agentes Fox Mulder e Dana Scully do FBI. Enquanto Mulder acreditava em abduções alienígenas e conspirações, a cética Scully buscava explicações científicas, criando uma dinâmica única que equilibrava suspense, terror e química romântica. Com arcos mitológicos complexos e episódios "monstros da semana" memoráveis (como o assustador Tooms), a série misturava folclore urbano, ciência e paranormal pioneiramente. Suas 11 temporadas (incluindo o revival) continuam influenciando séries - de Stranger Things a Supernatural.

    Onde assistir a 10 séries procedurais subestimadas? 

    Abaixo, saiba onde assistir às 10 séries procedurais subestimadas, online, em streaming.

  • 'Round 6' Temporada 3: 5 Mistérios Resolvidos e 3 que Ainda Desafiam os Fãs
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    A aguardada terceira e última temporada de Round 6 finalmente chegou à Netflix, trazendo não somente o desenrolar da história de Seong Gi-hun, mas também respostas impactantes às questões que os fãs tanto se faziam. No entanto, é claro, algumas perguntas se mantêm. 

    Enquanto alguns segredos sombrios do jogo foram revelados (como o destino do jogador 456 e o que aconteceu com a bebê da 222), outros mistérios continuam sem solução, alimentando teorias para futuras temporadas. 

    Neste texto, exploramos 5 enigmas que a temporada desvendou — incluindo a chocante participação de uma atriz famosa de Hollywood —  e 3 que permanecem no ar, provando que o universo da série ainda tem muito a explorar.

    CUIDADO COM SPOILERS ABAIXO!

    5 mistérios respondidos na 3ª temporada

    1. Os jogos acontecem também fora da Coreia do Sul

    Uma cena final perturbadora revela que, pelos menos nos EUA, os jogos acontecem.  Em um carro em Los Angeles, o Front Man ouve sons familiares — o barulho das peças de ddakji batendo no chão seguido do tapa seco no rosto. Ao rolar o vidro, testemunha Cate Blanchett de terno preto, jogando com um homem desesperado num beco. Os dois trocam um olhar carregado de cumplicidade antes que ele acelere, deixando-a recrutando seu próximo jogador.

    2. O capitão do barco era um vilão 

    O pacato capitão do barco era um operador dos jogos desde o início. A temporada derradeira confirma que Park (Oh Dal-su) não só trabalhava para o Front Man, como mantinha o uniforme de Guarda Rosa escondido em casa – junto de fotos comprometedoras com o Recrutador (Gong Yoo). Sua traição explode no episódio 4: ao perceber que Woo-seok e Jun-ho desconfiam dele, Park abre fogo contra todos a bordo, matando aliados de Jun-ho em cenas de tirar o fôlego. Quando finalmente é atingido por um arpão, suas últimas palavras – "só cumpria ordens" – escancaram: o Front Man orquestrou tudo desde o começo.

    3. O destino de Gyeong-seok (Jogador 246) e No-eul

    A Guarda Rosa rebelde No-eul (Park Gyu-young) arquiteta um plano ousado para salvar Gyeong-seok (Lee Jin-uk) dos jogos: mata seu superior e incinera os arquivos da ilha. Sua missão tem sucesso — ele escapa por pouco, resgatado antes de ser capturado, enquanto ela some entre os Guardas Rosa durante a evacuação.

    Seis meses depois, o reencontro: Gyeong-seok está são e salvo, desenhando retratos no mesmo parque de diversões onde se conheceram. Sua filha Na-yeon está saudável e feliz. No-eul o observa de longe, mas ele não a reconhece.

    4. A filha de No-eul pode estar viva 

    Antes dos jogos, No-eul fugiu da Coreia do Norte para salvar a própria vida – mas deixou para trás o marido e a filha, Han Song-i. Apesar de ter sido informada de que sua família morrera, um telefonema ao sair do parque de diversões mudou tudo: há relatos de que Song-i pode estar viva na China. Mesmo sem certeza, No-eul decide seguir a pista.

    O diretor Hwang Dong-hyuk descreve No-eul como alguém cuja "luz interior quase se apagou", mas que revive ao testemunhar o sacrifício de Gi-hun ao final dos jogos. 

    5. O que aconteceu com o irmão de Sae-byeok 

    Enquanto No-eul parte para a China, a série retorna a um dos arcos mais emocionantes da primeira temporada: o destino do irmão de Sae-byeok (Hoyeon). Em uma cena cheia de simbolismo no aeroporto, Cheol (Park Si-wan) finalmente reencontra sua mãe, refugiada da Coreia do Norte — realizando o sonho póstumo de Sae-byeok. Cheol fica sem palavras diante da mãe, mas é encorajado pela mãe de Sang-woo (a mesma que Gi-hun confiou seu cuidado na 1ª temporada).

    3 mistérios ainda não respondidos em 'Round 6'

    1. Detalhes sobre tráfico de órgãos 

    Desde a primeira temporada, vemos Guardas Rosa extraindo órgãos de jogadores mortos, mas a série nunca revelou quem comprava ou como funcionava esse mercado clandestino. Apesar das muitas revelações da terceira temporada, esse esquema permanece intencionalmente obscuro, sugerindo que os jogos são somente parte de algo maior. A omissão reforça a crueldade do sistema — os jogadores viram mercadoria até após a morte — e mantém uma porta aberta para futuras temporadas. 

    2. Como Hwang In-ho se tornou o Front Man

    A segunda temporada revelou que Hwang In-ho, o temido Front Man, foi outrora jogador do Round 6 para tentar salvar sua esposa que estava morrendo. Embora tenhamos descoberto que ele venceu sua edição, a série guarda um grande mistério: como um vencedor transformou-se no cruel organizador? Sua ascensão permanece envolta em sombras - foi um pacto voluntário ou uma imposição dos criadores dos jogos? A ausência de respostas sobre o destino de sua esposa e sua transição para o lado sombrio sugere que até os vencedores são absorvidos pelo sistema perverso.

    3. Qual a origem dos jogos

    Apesar de sabermos que os jogos acontecem há muitos anos, sua verdadeira origem permanece um dos maiores segredos não revelados em Round 6. A série mostrou diversas edições passadas e como o sistema foi se aperfeiçoando, mas nunca explicou quem criou os jogos ou com qual propósito inicial. Essa omissão é estratégica - mantém o mistério central que sustenta toda a mitologia da série. A ausência dessas respostas cria expectativa para um possível derivado que possa revelar como tudo começou, quem foram os idealizadores originais e que motivações sombrias levaram à criação desse cruel espetáculo de sobrevivência.

    Onde assistir a 'Round 6'?

    Abaixo, saiba onde assistir online, em streaming a todas as séries de Round 6.

  • Saiba Onde Assistir a Todos os Filmes do 'Rambo' em Ordem
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    Desde seu debut nos anos 1980, John Rambo se tornou um dos maiores ícones de ação do cinema. Interpretado por Sylvester Stallone, o ex-soldado das Forças Especiais enfrentou inimigos em selvas, desertos e até em solo americano, misturando combates intensos com uma crítica social única.

    Nesta lista, apresentamos todos os filmes da franquia Rambo em ordem cronológica — desde o clássico Rambo: Programado Para Matar (1982) até o controverso Rambo: Até o Fim (2019).

    Descubra a evolução do personagem, as mudanças de tom da saga e onde assistir a cada capítulo desta jornada repleta de explosões, emoção e um herói que nunca recua!

    Rambo: Programado Para Matar (1982) 

    Rambo: Programado Para Matar estreou em 1982 como um filme surpreendentemente profundo para seu gênero. Dirigido por Ted Kotcheff e baseado no livro de David Morrell, o longa introduziu John Rambo (Sylvester Stallone), um veterano do Vietnã traumatizado que vira fugitivo após ser perseguido por um xerife cruel. Diferente dos filmes de ação posteriores da franquia, este primeiro capítulo equilibra violência intensa com uma crítica social contundente sobre o abandono de veteranos de guerra. As cenas de sobrevivência na floresta e o discurso emocionante de Rambo no final tornaram-se icônicas. O filme não somente lançou Stallone ao estrelato absoluto, mas também criou um novo arquétipo de herói action — ferido, mas impossível de derrotar. Uma obra que transcendeu o entretenimento para se tornar um símbolo cultural dos anos 1980.

    Rambo 2: A Missão (1985) 

    Dirigido por George P. Cosmatos, Rambo 2: A Missão elevou a franquia a novos patamares em 1985. Desta vez, John Rambo é recrutado para uma missão secreta no Vietnã, onde precisa resgatar prisioneiros de guerra americanos. O filme marcou a transição da saga para um cinema de ação espetacular, com cenas de combate exageradas, explosões em abundância e um herói praticamente invencível. Apesar da crítica mista na época, o longa se tornou um fenômeno cultural, definindo o estilo "one man army" dos anos 1980. Suas frases icônicas e a trilha sonora eletrônica de Jerry Goldsmith são memoráveis. Com um orçamento de US$ 44 milhões, arrecadou mais de US$ 300 milhões mundialmente, consolidando Rambo como um dos maiores ícones de ação de todos os tempos.

    Rambo 3 (1988) 

    Em Rambo 3, dirigido por Peter MacDonald, a franquia atingiu seu ápice de ação exagerada típica dos anos 1980. Neste capítulo, John Rambo invade o Afeganistão sob ocupação soviética para resgatar seu mentor, o coronel Trautman, em uma missão que eleva a violência a níveis recordes. O filme se tornou conhecido por suas cenas de combate hiperbólicas, nas quais Rambo enfrenta tropas inteiras usando desde lançadores de granadas até explosivos improvisados. Curiosamente, o longa retrata os mujahideen afegãos como heróis, reflexo do contexto político da Guerra Fria e do apoio dos EUA à resistência afegã na época. Esse elemento histórico rendeu ao filme uma peculiar relevância cultural décadas depois. Em 1988, Rambo III entrou para o Guinness como o filme mais violento já feito, com incríveis 221 atos de violência contabilizados. 

    Rambo 4 (2008)

    Em Rambo 4 Sylvester Stallone não somente retornou como o icônico John Rambo após 20 anos de ausência, mas reinventou completamente o tom da franquia. Desta vez, um Rambo envelhecido e recluso no norte da Tailândia é arrastado de volta à violência quando missionários americanos são capturados pelos brutais militares birmaneses. Ao contrário dos filmes anteriores cheios de ação exagerada, este capítulo dirigido pelo próprio Stallone apresenta um realismo cruento e perturbador, com cenas de combate que rivalizam com filmes de guerra modernos em sua intensidade gráfica. A violência, agora mostrada com consequências viscerais, serve como denúncia aos horrores do conflito birmanês, dando ao filme um peso político

    Rambo: Até o Fim (2019)

    Sylvester Stallone dá seu adeus definitivo ao icônico John Rambo em Rambo: Até o Fim, filme que combina brutalidade extrema com reflexão sobre o peso de uma vida marcada pela violência. Desta vez, encontramos um Rambo envelhecido, vivendo isolado em seu rancho no Arizona, tentando em vão deixar seu passado para trás. Quando uma jovem que considera como família é sequestrada por um cartel, o veterano de guerra é forçado a retornar ao seu estado mais primitivo, desencadeando uma onda de vingança. O diretor Adrian Grunberg constrói sequências de ação que mesclam a crueza dos combates de Rambo 4 com armadilhas engenhosas que remetem às suas habilidades militares, criando alguns dos momentos mais violentos da franquia. O que diferencia este capítulo final é justamente sua abordagem mais introspectiva - enquanto os filmes anteriores celebravam a ação, Até o Fim questiona o custo emocional de décadas de violência, mostrando um herói fisicamente debilitado, mas ainda mortalmente perigoso. 

    Onde assistir aos filmes de 'Rambo'?

    Abaixo, saiba onde assistir online, em streaming, a todos os filmes de Rambo.

  • Os 10 Melhores Filmes de Fantasia da A24 e Onde Assistir a Eles
    Beatriz Coutinho

    Beatriz Coutinho

    Editor JustWatch

    Fundado em 20 de agosto de 2012, o estúdio de cinema independente A24 já conquistou seu espaço na sétima arte. De filmes vencedores do Oscar, como Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, até parcerias com grandes empresas, como a Apple, a produtora é atualmente um dos nomes mais fortes do mercado em diversos gêneros, da fantasia ao terror.

    Recentemente o estúdio anunciou a produção de um filme live-action do game Elden Ring, famoso RPG da FromSoftware e da Bandai Namco que conquistou uma série de jogadores ao redor do mundo. Porém, o catálogo da A24 já conta com ótimos longas de fantasia que merecem ser assistidos. 

    Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo (2022)

    Vencedor do Oscar 2023 na categoria Melhor Filme, Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo é uma fantasia que engloba diversos temas: comédia, filosofia, conflitos geracionais, artes marciais, e que se torna ainda mais empolgante a cada camada adicionada à ela.

    O longa apresenta a emocionante história de Evelyn Wang (Michelle Yeoh), uma imigrante sino-americana em agonia ao ver seu negócio e casamento em ruínas e sua relação com o próprio pai e a filha se complicando cada vez mais. Em meio a tantos problemas, ela recebe a missão de salvar o mundo de forma inusitada: viajando por distintos multiversos, nos quais conhecerá realidades paralelas e verá diferentes possibilidades de como poderia ter sido sua vida.

    A Lenda do Cavaleiro Verde (2022)

    É comum pensar em histórias da Távola Redonda quando o assunto é fantasia e no filme A Lenda do Cavaleiro Verde, baseado no poema arturiano do século XIV “Sir Gawain e o Cavaleiro Verde”, é o sobrinho teimoso de Arthur, Gawain (Dev Patel), que protagoniza uma história sombria, cercada de coragem e aprendizados.

    Mesmo sendo um cavaleiro sem experiência, Gawain desafia o sobrenatural Cavaleiro Verde, mas o confronto acontecerá sob uma condição: ele pode atingir a criatura com qualquer golpe, mas um ano depois deve levar o mesmo golpe. Impulsivo e na ânsia de se provar, Gawain decapita o ser metade árvore, metade humano, e agora será obrigado a refletir sobre jornada que terá de enfrentar para cumprir o acordo.

    A Morte de um Unicórnio (2025)

    Uma das criaturas mais intrigantes da fantasia é o unicórnio, geralmente representado com aura mística e aparência angelical. No entanto, a sombria comédia A Morte de um Unicórnio traz uma nova perspectiva sobre este ser sobrenatural. O filme apresenta Elliot (Paul Rudd) e sua filha Ridley (Jenna Ortega) que estão a caminho de uma cúpula de gerenciamento de crise com a rica família Leopold, quando acidentalmente atropelam um unicórnio.

    Com pressa, eles levam o cadáver da criatura até o local e o animal é rapidamente encontrado pelos Leopold, que trabalham na indústria farmacêutica e se aproveitam da situação para realizar experimentos científicos com o corpo do unicórnio. Ao se darem conta de que o ser possui o poder da cura, eles não hesitam em pensar sobre como podem lucrar com a descoberta, decisão que levará a uma série de consequências aterrorizantes. 

    Marcel, a Concha de Sapatos (2021)

    Unindo live-action e stop-motion em uma produção única, Marcel, a Concha de Sapatos, é uma história capaz de aquecer o coração de qualquer um. Marcel (Jenny Slate) é uma pequena concha curiosa que vive com sua avó Connie (Isabella Rossellini) e seu fiapo de estimação Alan em um Airbnb.

    A vida de Marcel muda quando um documentarista os descobre no imóvel e publica na internet registros desta pequena família. O curta-metragem rende novidades e uma porção de fãs apaixonados pela conchinha, mas também perigos e desafios, assim como uma nova chance de Marcel encontrar parentes perdidos. Prepare-se para muitas lições sobre identidade, perda, família e pertencimento.

    A Bruxa (2015)

    O filme A Bruxa não só colocou o trabalho do diretor Robert Eggers nos holofotes dos fãs de terror, como foi um dos primeiros papéis de destaque da atriz Anya Taylor-Joy, cuja carreira deslanchou após esta atuação.

    O filme se passa na Nova Inglaterra, por volta de 1630, e explora o folclore da época e a paranoia religiosa presentes na vida puritana de um casal e seus cinco filhos. A família é banida da comunidade local e passa a morar à beira de um bosque sombrio, quando pouco tempo depois um novo problema surge: o bebê recém-nascido do casal some quando estava aos cuidados da filha mais velha, Thomasin, papel de Taylor-Joy. 

    O Farol (2019)

    Aclamado pela crítica durante o 72º Festival Internacional de Cinema de Cannes, O Farol, também do diretor Robert Eggers, mistura fantasia e horror para abordar um tema que atormenta a humanidade: a solidão e o que ela carrega consigo. 

    Em preto e branco, O Farol mostra as consequências do momento em que Thomas Wake (Willem Dafoe), o guardião do farol de uma ilha isolada, recebe Ephraim Winslow (Robert Pattinson) para ajudá-lo com as tarefas diárias que envolvem a construção. Mitos gregos, tragédias, histórias de marinheiro e criaturas fantásticas tomam conta da narrativa e da mente de dois homens afastados do mundo, que só têm um ao outro por quatro semanas, quando uma nova dupla chega para cuidar do local.

    A Lenda de Ochi (2025)

    Se uma aventura rebelde rumo ao desconhecido com a companhia de um bichinho fofo é o que você procura em uma fantasia, vai receber tudo isso e ainda mais no encantador A Lenda de Ochi. O filme nos apresenta a vida da garota Yuri, que mora em uma ilha isolada cuja população teme e caça os Ochi, criaturas consideradas perigosas e malignas.

    O pai de Yuri é um grande caçador e quer que a filha siga os passos dele, mas tudo muda quando a garota encontra um bebê Ochi machucado e decide ir contra tudo o que foi ensinado à ela desde a infância. Determinada, ela embarca em uma longa jornada floresta adentro para devolver a pequena criatura para sua família.

    Um Cadáver Para Sobreviver (2016)

    Filme dos mesmos diretores de Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, Daniel Kwan e Daniel Scheinert, Um Cadáver para Sobreviver é uma comédia dramática cheia de toques de fantasia.

    O filme conta a história de Hank (Paul Dano), um homem perdido em uma ilha deserta e já sem esperança no futuro, até que descobre Manny (Daniel Radcliffe), um cadáver esquisito que será a chave para uma mudança em sua situação inusitada. Com os poderes e habilidades inusitadas de Manny, Hank está decidido a retornar para a civilização.

    Tuesday: O Último Abraço (2023)

    Tuesday: O Último Abraço foi o filme de estreia de Daina O. Pusić como diretora, no qual ela mistura fantasia e comédia dramática para contar a história de Zora (Julia Louis-Dreyfus), uma mãe que cuida da filha adolescente Tuesday (Lola Petticrew), que vive com uma doença terminal incurável. Apesar das dificuldades, mãe e filha têm uma ótima relação.

    Já acostumada com a ideia de que irá morrer, Tuesday não reage com impulsividade ou medo ao ser visitada pela Morte, que se apresenta na forma de uma arara falante. No entanto, a garota pede para que o pássaro a deixe se despedir da mãe, cuja reação inicial é de não aceitar muito bem a iminente morte da filha. Zora tentará acabar com a criatura das formas mais absurdas possíveis até finalmente lidar com os próprios sentimentos.

    A Tragégia de Macbeth (2021)

    Baseado na clássica e trágica peça de William Shakespeare, A Tragédia de Macbeth traz Denzel Washington no papel do lorde que ao voltar de uma guerra é abordado por três bruxas. Interpretadas por Kathryn Hunter, elas revelam que ele será o próximo rei da Escócia, o que empolga o homem. Junto de sua esposa, ele planeja matar o rei atual para então assumir o trono.

    O filme traz elementos de fantasia que ressaltam as características sobrenaturais e psicológicas da história, como a atuação de Hunter, a escolha pela filmagem em preto e branco e a forma como loucura e ambição são abordadas ao longo da trama.

    Onde assistir aos melhores filmes de fantasia da A24?

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  • Todos os Filmes de Romance de Chris Evans
    Bruno Pinheiro Melim

    Bruno Pinheiro Melim

    Editor JustWatch

    A prestigiada carreira de Chris Evans foi construída não só com filmes de ação ou de super-heróis, mas também com muitos romances que mostram o lado mais dramático do ator. Seu poder de causar empatia, através de personagens gentis, espirituosos e emocionais, é certamente um dos fatores que faz dele um dos grandes nomes do cinema romântico. 

    Em 2025 o ator retornou às telonas com o lançamento de Amores Materialistas (dirigido pela indicada ao Oscar, Celine Song), através de um personagem envolvido em um triângulo amoroso. Apresentamos então este guia para que você possa conhecer toda a cinematografia de Chris Evans, atuando em filmes de romance, começando pelo seu longa mais recente até a sua participação mais antiga. As produções estão disponíveis em plataformas de streaming como AppleTV+, Amazon Prime Video e Globoplay.

    9. Amores Materialistas (2025) 

    Amores Materialistas é uma comédia romântica sobre uma mulher casamenteira (Dakota Johnson), que se vê dividida entre dois amores, um homem endinheirado (Pedro Pascal) e um garçom quebrado (Chris Evans). Para quem está à espera de filmes com uma vibe sensual que exploram a decisão da protagonista em relação a com quem ficar, do tipo Rivais, ficará ligeiramente desapontado. 

    Para falar a verdade, assim como no seu longa anterior (Vidas Passadas), Celine Song foge de uma fórmula comum de filmes de triângulo amoroso, para se aprofundar de forma dramática nos conflitos internos da protagonista. O resultado é um filme inteligente que se preocupa muito mais em fazer uma reflexão sobre o amor moderno, mergulhando no lado emocional, sentimental e de autoestima da protagonista, ao invés de se contentar em ser só mais um filme de comédia romântica que replica fórmulas.

    8. Ghosted: Sem Resposta (2023)

    Que tal juntar os dois lados de Chris Evans, aquele dos filmes de ação e das performances físicas como Os Vingadores e sua outra face mais cômica e amorosa, como Qual Seu Número?, em um só filme? Ghosted: Sem Resposta é uma produção que mistura ação de espionagem com comédia romântica, bem parecido com filmes como Sr. & Sra. Smith e Encontro Explosivo.

    É uma prova de que o ator, que muitas vezes é símbolo de heroísmo e personagens durões, consegue interpretar muito bem um rapaz modesto e inocente, bem diferente do seu personagem cheio de nuances em Amores Materialistas, que está longe de ser inocente. Aqui, o protagonista acaba envolvido em uma trama internacional ao se apaixonar por uma espiã que havia dado um ‘ghosting’ nele. O filme original da Apple não foi tão bem recebido pela crítica, mas eu super recomendaria se você está à procura de uma diversão mais leve, com bons atores (vale lembrar que Ana de Armas é a outra protagonista) para assistir após um dia cansativo.

    7. Antes do Adeus (2014) 

    Eu sei que após assistir à trilogia ‘Before’, de Richard Linklater (Antes do Amanhecer, Antes do Pôr do Sol e Antes da Meia-Noite), a exigência para filmes românticos que se passam em um dia, fica maior. No entanto, se você quer encontrar outro filme na mesma pegada (encontro aleatório, casal andando por espaços, diálogos tocantes e atuações mais sensíveis), tente dar uma chance à Antes do Adeus.

    É uma obra que coloca Chris Evans ao lado de Alice Eve, vagando pelas ruas de Nova York, explorando o nível de profundidade que a relação entre ambos pode atingir ao decorrer de uma noite. Obviamente que, para mim, não tem a mesma qualidade que os filmes de Linklater, mas é uma ótima oportunidade para quem gostou do papel de Evans em Amores Materialistas e quer conhecer o lado ainda mais humano do ator. Além disso, o longa também só tem uma hora e meia de duração, sendo uma boa opção para quem está procurando algo rápido.

    6. Deixa Rolar (2014)

    Chris Evans e Michelle Monaghan esbanjam química em Deixa Rolar. Uma típica comédia romântica, que ao invés de trazer um personagem mais iludido como em Ghosted: Sem Resposta, apresenta um protagonista ‘desiludido’ que, de um dia para o outro, muda a sua percepção de mundo ao conhecer alguém especial. 

    Se Carrie Bradshaw escrevia sobre relações amorosas desesperançosas em Sex and the City, o protagonista deste filme faz o mesmo, ao tentar escrever um roteiro de romance, mas sem acreditar na concepção idealizada de amor romântico. Isso, claro, até conhecer uma mulher que muda a sua visão de mundo. É uma comédia divertida e um tanto quanto inventiva, justamente por utilizar a crise criativa do protagonista como um veículo metalinguístico para o desenvolvimento da história. 

    5. Qual Seu Número? (2011)

    Em Qual Seu Número?, Chris Evans mostra o seu excelente tom cômico e sua distinta capacidade de dar vida a personagens imperfeitos e charmosos, assim como mostrou em Deixa Rolar, ao interpretar o vizinho da protagonista (Anna Faris), que a auxilia na missão de tentar reconectar-se com algum dos seus ex-namorados, antes que seja tarde demais.

    Para quem está à procura de comédias românticas com diálogos sexuais mais explícitos, no mesmo tom de Amizade Colorida, pode ser uma boa opção — mas alertando que há algumas cenas estereotipadas que não envelheceram tão bem, o que faz dele uma obra bem diferente de seus filmes mais modernos, como Ghosted e Amores Materialistas.

    4. Scott Pilgrim Contra o Mundo (2010)

    É curioso ver que em um dos papéis que catapultaram a sua carreira, Chris Evans interpreta um ator que é famoso pelos seus filmes de ação. Algo que, mais tarde, acabou realmente acontecendo na vida real (basta lembrarmos da comédia de ação Ghosted: Sem Resposta, presente nessa lista). No entanto, neste filme, Evans é um dos ‘vilões’ da história, dando vida ao vaidoso ex-namorado da menina que o protagonista (Michael Cera) está apaixonado.

    Adaptado dos quadrinhos de Bryan Lee O'Malley, Scott Pilgrim Contra o Mundo é um romance de ação que tem como inspiração uma estética jovem, que remete a jogos de videogame e histórias de super-heróis, bem parecido com Kick-Ass: Quebrando Tudo. Mesmo que Evans não seja o protagonista aqui, talvez seja o filme da cinematografia do ator, mais recomendado para um público adolescente — muito por conta da sua interpretação, que é mais enérgica, divertida e caricata. E isso não é um demérito. Afinal, o filme de Edgar Wright funciona muito bem com a sua miscelânea de gêneros.

    3. Tesouro Perdido (2008)

    Às vezes ouvimos algumas lendas de textos perdidos de prestigiados escritores. Mas, neste caso, a história é real. Um roteiro perdido do grande mestre Tennessee Williams (de Uma Rua Chamada Pecado), intitulado Tesouro Perdido, foi adaptado para a tela em 2008, com Jodie Markell encabeçando o projeto, e Bryce Dallas Howard e Chris Evans formando o par romântico do filme.

    Em um contexto (e estilo) completamente oposto ao de Scott Pilgrim Contra o Mundo, este longa busca refletir, de maneira crítica, sobre a diferença de classes vigente no início do século XX nos Estados Unidos, através de uma profunda relação entre uma socialite que se envolve com um jovem da classe trabalhadora — representado por um Chris Evans super novinho, mas desde cedo muito charmoso e com uma presença de tela arrebatadora. É uma obra de época com uma excelente reconstrução histórica e fortes atuações, muito recomendado aos apreciadores de romances como Desejo e Reparação e Orgulho e Preconceito.

    2. O Diário de uma Babá (2007)

    Muitos esquecem, mas no início de ambas as carreiras, Chris Evans e Scarlett Johansson, que trabalharam juntos durante anos pela Marvel, formaram um par romântico no filme O Diário de uma Babá. Para quem está com saudades de vê-los contracenarem juntos, é uma comédia romântica que vale muito a pena assistir.

    Assim como Tesouro Perdido, o filme também retrata as relações e diferenças entre classes sociais, mas dessa vez em um mundo contemporâneo e com um tom muito mais cômico e leve, através da história de um homem rico que se envolve com a babá da família vizinha. Desde muito cedo, já dava para notar que o ator levava jeito ao dar vida a homens interessantes, engraçados, e com um forte ‘sex appeal’.

    1. London (2005) 

    Lançado no mesmo ano que Quarteto Fantástico, onde Chris Evans deu vida ao Tocha Humana, London foi um dos filmes que fez com que a crítica e o público levassem o trabalho do ator mais a sério. Isso porque o longa exigiu uma performance fora da zona de conforto do ator, através de um relato duro e brutal de um jovem viciado em drogas que acaba de ser largado pela namorada.

    Se você analisa a filmografia de Chris, dá para notar que o filme foi importantíssimo para a sua carreira, justamente pelo ator ter conseguido mostrar — durante uma fase em que era visto apenas como mais um rostinho bonito — o seu lado mais dramático e sensível, na pele de um homem frágil e com uma tendência autodestrutiva. Elementos esses que até então não haviam sido muito explorados nos seus papéis anteriores. Eu indicaria àqueles que procuram dramas românticos mais sérios como Namorados para Sempre.

  • O Elenco de 'Harry Potter e a Pedra Filosofal' Está Muito Diferente Hoje: Saiba por Onde Andam os Atores
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    Já se passaram mais de duas décadas desde que Harry Potter e a Pedra Filosofal apresentou o mundo bruxo ao público e transformou seus jovens atores em nomes famosos. Enquanto alguns continuaram atuando em grandes franquias, outros seguiram carreiras inesperadas ou, infelizmente, já morreram.

    Desde o sucesso de Daniel Radcliffe no cinema independente até o legado de Alan Rickman, veja o que aconteceu com o elenco do primeiro filme da saga. 

    Daniel Radcliffe (Harry Potter)

    Daniel Radcliffe, após Harry Potter, mostrou coragem ao explorar diversos gêneros. Estrelou filmes inusitados, como Um Cadáver Para Sobreviver (como um cadáver com gases) e o biográfico Weird: The Al Yankovic Story. No terror, destacou-se em A Mulher de Preto e Amaldiçoado; no drama, interpretou o poeta Allen Ginsberg em Versos de um Crime. Na comédia, brilhou em Miracle Workers e, na ação, em Armas em Jogo. Também se destacou em papéis secundários, como em Truque de Mestre 2 e como vilão em Cidade Perdida. Hoje, ele vai muito além do "menino que sobreviveu", tendo uma carreira completa tanto na Broadway, quanto nas telinhas e telonas.

    Emma Watson (Hermione Granger)

    Após Harry Potter, Emma Watson conciliou atuação e ativismo com maestria. Brilhou em filmes como As Vantagens de Ser Invisível, o live-action da Disney A Bela e a Fera (como protagonista) e uma das irmãs da família principal de Adoráveis Mulheres. Paralelamente, tornou-se Embaixadora da ONU Mulheres, liderando a campanha HeForShe pela igualdade de gênero. Apesar de reduzir seus trabalhos recentes na atuação, seu legado artístico e social permanece marcante, mostrando que sua influência vai muito além de Hermione Granger.

    Rupert Grint (Ron Weasley)

    Diferente de seus colegas de Harry Potter, Rupert Grint seguiu para a TV em papéis sombrios e excêntricos. Destacou-se na comédia policial Snatch, no thriller Servant e na série de horror O Gabinete de Curiosidades de Guillermo Del Toro. Atualmente, afastou-se dos holofotes para se dedicar à vida familiar, priorizando sua nova jornada como pai. Aparecendo em alguns papéis desde o fim de Harry Potter, seu legado vai além de Rony Weasley, mesmo que hoje sua maior atuação seja fora das telas. 

    Matthew Lewis (Neville Longbottom)

    Matthew Lewis, o eterno Neville Longbottom, passou por uma das transformações mais marcantes de Hollywood. Deixou para trás o personagem desastrado de Harry Potter e assumiu papéis maduros em filmes como Como Eu Era Antes de Você e séries como Ripper Street e All Creatures Great and Small. Além da atuação, ganhou destaque ao interagir com fãs brasileiros nas redes sociais, inclusive causando polêmica com comentários sobre futebol – hoje, porém, a relação está mais que reconciliada.

    James & Oliver Phelps (Fred & George Weasley)

    Os gêmeos Phelps, que interpretaram os travessos Weasleys, afastaram-se da atuação, mas mantêm viva a conexão com Harry Potter. Eles apresentam um podcast de viagens (Normal Not Normal), participaram de programas como Silent Witness e tiveram aparições pequenas como em Noite Passada em Soho. Recentemente, ambos apresentam Harry Potter: Bruxos da Confeitaria, um reality show culinário voltado aos fãs do menino bruxo. 

    Alan Rickman (Professor Snape)

    Alan Rickman elevou o Professor Snape a um dos personagens mais memoráveis de Harry Potter com sua voz marcante e presença intensa. Antes da saga bruxa, já era icônico como Hans Gruber em Duro de Matar (1988). Após Potter, destacou-se em O Mordomo da Casa Branca (2013) e Eye in the Sky (2015). Sua morte em 2016 chocou fãs, mas seu legado permanece – especialmente com a publicação póstuma de seus diários, que revelaram seu profundo processo criativo e a conexão emocional com Snape.

    Maggie Smith (Professora McGonagall)

    A icônica Maggie Smith, que encantou como a Professora Minerva McGonagall em Harry Potter, já era uma lenda do cinema muito antes da saga. Após o universo bruxo, roubou a cena como a sagaz Viúva Condessa em Downton Abbey (2010-2015) e nos filmes derivados. Também brilhou em The Lady in the Van (2015) e O Exótico Hotel Marigold 2 (2015). Com uma carreira de sete décadas, faleceu em setembro de 2024, aos 89 anos, deixando um legado de talento, humor ácido e personagens inesquecíveis.

    Ian Hart (Professor Quirrell)

    Ian Hart deixou sua marca em Harry Potter e a Pedra Filosofal como o nervoso Professor Quirrell, que escondia Voldemort sob seu turbante. Apesar de seu breve papel na saga, construiu uma carreira sólida na TV britânica, destacando-se em séries como The Terror, The Last Kingdom e The Responder. Conhecido por sua versatilidade, Hart prova que mesmo pequenos papéis podem lançar atores para longas e respeitadas trajetórias no mundo do entretenimento.

    Richard Harris (Alvo Dumbledore)

    O lendário Richard Harris trouxe serenidade e sabedoria ao primeiro Alvo Dumbledore em Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001) e Harry Potter e a Câmara Secreta (2002). Com uma carreira de seis décadas que incluía clássicos como Camelot (1967) e Um Homem Chamado Cavalo (1970), seu falecimento em 2002, aos 72 anos, deixou um vazio na saga. Michael Gambon assumiu o papel a partir do terceiro filme, trazendo uma energia mais dinâmica ao personagem. Harris permanece como a representação mais fiel ao Dumbledore literário para muitos fãs.

    Os Dursleys (Richard Griffiths, Fiona Shaw, Harry Melling)

    Richard Griffiths, o inesquecível Tio Válter, brilhou no teatro e no cinema após Harry Potter, especialmente na premiada comédia The History Boys (2006), antes de falecer em 2013. Fiona Shaw (Tia Petúnia) reinventou-se como atriz de personagens marcantes, como a psicóloga Carolyn Martens em Killing Eve e a comandante Meero em Andor. Já Harry Melling (Duda) surpreendeu com sua transformação física e atuações intensas em Gambito da Rainha, O Diabo de Cada Dia e O Pálido Olho Azul (2022)  – provando que até o "menino mimado" de Harry Potter se tornou um dos atores mais versáteis de sua geração.

    Onde assistir aos filmes e séries com o elenco de 'Harry Potter e a Pedra Filosofal'? 

    Abaixo, saiba onde assistir online, em streaming, aos filmes e séries com o elenco de Harry Poter e a Pedra Filosofal.

  • Os 10 Melhores Filmes de Ação Disponíveis no Amazon Prime Video
    Bruno Pinheiro Melim

    Bruno Pinheiro Melim

    Editor JustWatch

    O Amazon Prime Video tem um catálogo vastíssimo de filmes de ação. Seja em um mundo pós-apocalíptico, em um sonho, em um universo de super-hérois, ou em uma favela brasileira, o que esses filmes têm em comum é a capacidade de ‘fisgar’ o espectador com sequências de luta, combate, perseguição, explosão (e por aí vai), extremamente bem coreografadas. Além claro, das suas histórias interessantes e envolventes, que atraem o público, tanto de forma emocional, como sensorial. 

    Para você que é fã de filmes de ação, ou pretende ter mais informações sobre os melhores longas do gênero, disponíveis na plataforma de streaming da Amazon, utilize este guia! 

    Mad Max: Estrada da Fúria (2015)

    Mad Max é um dos expoentes máximos do cinema de ação. Criado pelo diretor australiano George Miller, os longas da franquia pós-apocalíptica são um dos grandes responsáveis por redefinir o gênero nas últimas décadas. Dos cinco filmes existentes, é difícil escolher o favorito. No entanto, se formos mencionar o mais ousado, deslumbrante e hardcore de todos eles, é preciso dar o seu devido crédito a Mad Max: Estrada da Fúria. Um filme com um ritmo alucinante, cenas de perseguição frenéticas, efeitos especiais práticos colossais e um visual de tirar o fôlego. Tudo isso em uma história modesta, mas fascinante: Max e Furiosa em uma fuga angustiante pelo deserto futurista.

    Exterminador do Futuro 2 (1991)

    Na época de lançamento, muitos duvidavam que Exterminador do Futuro 2 seria tão bom quanto o primeiro. Mas James Cameron surpreendeu a todos com uma continuação à altura. Para aqueles que estavam acostumados a ver Arnold Schwarzenegger na pele de um ciborgue malígno que persegue Sarah Connor, chegou a vez de vê-lo agora como ‘bom moço’ protegendo o filho dela, John. O longa tem muitos momentos marcantes, mas a cena de perseguição entre um caminhão, conduzido por um ciborgue assassino, e uma moto, onde estão o Exterminador e John, continua sendo, até hoje, uma das sequências de ação mais icônicas da história do cinema.

    A Origem (2010)

    O sonho sempre foi um espaço de infinitas possibilidades. Imagine então um filme de ação que se passa dentro dos sonhos dos personagens. Este é A Origem, um marco do cinema dirigido por Christopher Nolan, que narra a história de um ladrão de segredos, interpretado por Leonardo DiCaprio, que é capaz de entrar no subconsciente das pessoas enquanto elas estão dormindo. O longa, além de enigmático e metafísico, tem sequências de ação bastante intensas e inovadoras. Afinal, cenas que manipulam o espaço-tempo, ou até mesmo desafiam a gravidade, são plenamente factíveis quando inseridas em uma história que se passa, boa parte do tempo, dentro do inconsciente de alguém.

    John Wick: Um Novo Dia para Matar (2017)

    John Wick iniciou a sua busca implacável pelo assassino do seu querido cachorrinho, que sua esposa deixou antes de morrer, no primeiro filme da franquia. Já no segundo longa, John se vê obrigado a largar a vida de aposentado, uma vez que havia feito um pacto de sangue com um homem que quer contratá-lo para matar a irmã. A sequência mantém o estilo realista nas cenas de luta, com uma performance ainda mais sofisticada de Keanu Reeves, que novamente passou muito tempo treinando artes marciais para o filme. Com um tom ainda mais macabro e um ritmo mais intenso, John Wick: Um Novo Dia para Matar é considerado, por muitos, um dos pontos altos da franquia. 

    Tropa de Elite (2007)

    Tropa de Elite foi um dos maiores fenômenos de bilheteria e popularidade da história do cinema brasileiro. Dirigido por José Padilha, e protagonizado por Wagner Moura, como Capitão Nascimento, o filme acompanha um líder do BOPE que, cansado da perigosa vida que leva, tenta encontrar um substituto à sua altura. O longa tenta fazer um retrato realista da vida nas periferias do Rio de Janeiro, ao mesmo tempo que expõe a corrupção presente em diversas esferas da sociedade brasileira. Uma característica marcante do filme são as cenas de conflito, apavorantes, entre polícia e crime. Sua inovação formal e narrativa fez com que a produção fosse premiada com o Urso de Ouro no Festival de Berlim.

    Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008)

    O Homem Morcego já teve diversas fases ao longo da história do cinema. Mas, sem dúvida, o Batman de Christian Bale foi o mais implacável e violento de todos. No segundo filme da trilogia de Christopher Nolan, o vigilante de Gotham tenta impedir que sua cidade caia no caos, nas mãos de Coringa. Batman: O Cavaleiro das Trevas é frequentemente lembrado como um dos filmes de super-herói mais viscerais e emblemáticos de todos os tempos. Além da atuação transcendental de Heath Ledger, a obra também é conhecida por utilizar o mínimo possível de efeitos especiais durante as cenas de ação.

    Fúria Primitiva (2024)

    A estreia do ator Dev Patel, marcado pelo sucesso de Quem Quer Ser um Milionário?, como diretor, deu origem a um filme de ação eletrizante que explora o submundo do crime na Índia. Fúria Primitiva é a jornada de vingança de Kid, um jovem marcado pelo trauma do assassinato da sua mãe e da destruição da sua comunidade, por uma elite corrupta. Em um clandestino clube de luta subterrâneo, ele se prepara para se transformar em um assassino implacável e destruir a cúpula de poder que explora os mais desfavorecidos. Com cenas de luta vibrantes, o longa é inspirado na lenda de Hanuman, o deus-macaco que, no Hinduísmo, simboliza a coragem. Para quem quer mais um motivo para assistir, o filme tem Jordan Peele, diretor dos sucessos Corra!, Não! Não Olhe! e Nós, como produtor - convenhamos, um baita selo de aprovação.

    O Dublê (2024)

    Ryan Gosling já provou a sua versatilidade e não é de agora que ele demonstra todo o seu talento, tanto na comédia, quanto em filmes de ação. Pois, O Dublê une os dois gêneros e coloca o ator como um dublê em crise profissional que abandona seu ano sabático para tentar salvar o filme dirigido por sua ex-namorada, interpretada por Emily Blunt, quando o seu protagonista desaparece misteriosamente. Como é de se esperar pela profissão do personagem, o filme é repleto de cenas explosivas, com capotamentos, saltos de helicóptero, perseguições e manobras perigosas - fora a icônica sequência em que Gosling é atirado a uma altura de 12 andares de um prédio. Uma verdadeira carta de amor aos dublês e suas acrobacias perigosas, porém emocionantes, em filmes de ação. 

    Lucy (2014)

    O ser humano normal usa aproximadamente 10% do cérebro, mas como seria ter acesso a todo o potencial da sua mente? Scarlett Johansson protagoniza Lucy, onde vive uma jovem capturada pelo maior chefe do tráfico de Taiwan. Após acordar em um quarto de hotel, ela é obrigada a transportar uma poderosa droga sintética implantada no seu abdômen. Mas quando o seu corpo começa a absorver a substância, Lucy passa progressivamente a acessar todo o seu cérebro, ganhando capacidades que vão muito além de qualquer ser humano - e se tornando uma guerreira implacável em busca de vingança. Repleto de cenas de luta muito bem coreografadas, o filme mistura ação e ficção científica com uma vibe cyberpunk ao mesmo tempo que questiona os limites da mente humana.

    Vingança (2018)

    Um violento jogo de gato e rato se inverte no sangrento Vingança, o primeiro longa-metragem da diretora francesa, Coralie Fargeat, de A Substância. Surpreendendo a crítica e o público com uma narrativa que beira um irrealismo em alguns momentos, é uma subversão do gênero de ação. No filme, um empresário arrogante e milionário leva a sua amante, Jen, para uma escapadela romântica em sua mansão isolada. Mas seus amigos com quem ele curte uma temporada de caça, chegam um dia antes do previsto, e Jen se vê vítima de um ataque violento. Deixada para morrer, Jen sobrevive e, carregada de um armamento pesado, inicia sua própria caça aos três homens no meio do deserto.

    Melhores filmes de ação disponíveis no Prime Video?

    Abaixo, confira o nosso guia completo e descubra outras opções para encontrar online, em streaming, os melhores filmes de ação mencionados na nossa lista!

  • Rua do Medo: A Ordem Correta Para Maratonar a Trilogia de Terror da Netflix
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    Em 2021, a Netflix impressionou os fãs com Rua do Medo, uma trilogia de filmes de terror. Inspirada na série de livros homônima do lendário escritor R. L. Stine, a franquia foi lançada ao longo de três semanas em julho, criando um evento cinematográfico épico e perfeito para maratonar.

    A trilogia se destacou por sua atmosfera retrô de slasher, homenagens a clássicos como Pânico, e por subverter os clichês do gênero. Quatro anos após seu sucesso, a série ganhou um novo capítulo com Rua do Medo: A Rainha do Baile, trazendo o horror de Shadyside para a temporada de formatura. 

    Para quem quer revisitar os filmes antes do novo lançamento, confira nosso guia sobre como assistir à saga Rua do Medo, em ordem, na Netflix. Vale dizer que a saga deve ser assistida na ordem de lançamento, caso contrário, não fará sentido. 

    Rua do Medo: 1994 (2021)

    Rua do Medo: 1994 abre com uma cena chocante: um massacre brutal no shopping de Shadyside, executado por Ryan Torres. À medida que os assassinatos se multiplicam sobrenaturalmente, a adolescente Deena Johnson e seu grupo de amigos — incluindo seu irmão Josh e a ex-namorada Sam — mergulham em uma investigação perigosa para desvendar a origem da maldição que assombra sua cidade há séculos. 

    Com uma estética slasher retrô que remete aos clássicos dos anos 1990, diálogos afiados e cenas de ação intensas, o filme reconstrói o universo de R. L. Stine de maneira ousada, misturando terror, suspense e drama adolescente. A trama introduz uma mitologia única, cheia de segredos sombrios e reviravoltas. 

    Rua do Medo: 1978 (2021) 

    Em Rua do Medo: 1978, a narrativa dá um salto temporal audacioso: por meio do relato sombrio de C. Berman, Deena e seus amigos são transportados para o verão sangrento do acampamento Camp Nightwing. 

    Com Sadie Sink brilhando como Ziggy, uma das poucas sobreviventes, e Emily Rudd como sua irmã mais velha, o filme mergulha em um terror nostálgico de acampamento, repleto de sequências de perseguição claustrofóbicas e mortes criativas. A mudança de cenário — da Shadyside urbana para as florestas isoladas — intensifica a atmosfera de paranoia, enquanto o roteiro entrelaça habilmente o destino dos personagens de 1978 com a maldição que assombra Deena em 1994. 

    Esta prequela não só expande o mito de Sarah Fier, mas também se destaca como uma homenagem visceral aos slashers clássicos dos anos 1970, equilibrando gore, coração e reviravoltas surpreendentes.

    Rua do Medo: 1666 (2021)

    É neste filme que a franquia atinge seu ápice narrativo. Quando Deena vivencia em primeira pessoa os eventos do século XVII pelos olhos de Sarah Fier. Neste salto temporal radical, Rua do Medo: 1666 revela as origens da maldição de Shadyside com uma reconstituição histórica meticulosa, mostrando como a histeria coletiva e a injustiça deram origem ao legado de horror. 

    Na metade do filme, a ação retorna a 1994 com um ritmo alucinante, quando Deena e seus amigos precisam usar o conhecimento do passado para quebrar o feitiço de uma vez por todas. 

    Combinando horror folclórico, drama histórico e slasher moderno, esta conclusão oferece o twist mais impactante da trilogia, resolvendo mistérios centrais enquanto deixa portas abertas para novas histórias no universo de Rua do Medo. A atuação de Kiana Madeira em papéis duplos destaca-se como um dos pontos altos desta ambiciosa narrativa que atravessa séculos.

    Rua do Medo: Rainha do Baile (2025)

    Rua do Medo: Rainha do Baile nos transporta para 1988, preenchendo a lacuna temporal entre os eventos do shopping e do acampamento. 

    O filme transforma o baile de Shadyside High em um palco de terror quando Lori e suas rivais ao título de Rainha do Baile começam a ser perseguidas por um assassino misterioso. Mergulhando fundo na estética anos 1980, a produção equilibra habilmente o slasher sanguinolento com os dramas adolescentes típicos da época. 

    Apesar de não alcançar a complexidade narrativa dos filmes anteriores, esta adição à franquia oferece uma experiência catártica para os fãs, combinando mortes únicas, reviravoltas surpreendentes e uma boa dose de nostalgia. A trama ainda expande sutilmente a mitologia de Shadyside, provando que até os eventos mais glamourosos podem se transformar em pesadelos sangrentos nesta cidade amaldiçoada.

    Onde assistir aos filmes da saga 'Rua do Medo'?

    Abaixo, saiba onde assistir online, em streaming, aos quatro filmes da saga Rua do Medo.

  • ‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’: Elenco e Personagens
    Beatriz Coutinho

    Beatriz Coutinho

    Editor JustWatch

    Baseado no livro de mesmo nome, Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita é o próximo filme da franquia Jogos Vorazes. O longa será lançado em 20 de novembro de 2026 e desta vez os fãs acompanharão a história da juventude de Haymitch Abernathy, mentor de Katniss e Peeta nos primeiros quatro filmes da franquia: Jogos Vorazes, Em Chamas, A Esperança Parte 1 e A Esperança Parte 2. Neste guia da JustWatch você confere de onde conhece o elenco do filme e explicações sobre os personagens da trama.

    A história de Amanhecer na Colheita acontece 24 anos antes de Jogos Vorazes e mostra como Haymitch foi escolhido para participar da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como a 2ª edição do Massacre Quaternário, evento no qual é escolhido o dobro de tributos para participar da trágica competição em que crianças e adolescentes entre 12 e 18 anos devem lutar para sobreviver em uma arena da qual só um sairá vivo. A narrativa mostra por quais motivos Haymitch se torna o alcoólatra, antissocial e solitário mentor no futuro, quando assume a responsabilidade de orientar Katniss e Peeta.

    Haymitch Abernathy (Joseph Zada)

    Nos livros e filmes sobre a trilogia original é revelado que Haymitch vence sua edição dos Jogos Vorazes com um machado. Em Amanhecer na Colheita os fãs verão que ao longo da história a arma é usada de forma inusitada e que o personagem tem uma série de semelhanças com Katniss em questões como personalidade e mentalidade.

    Interpretado por Woody Harrelson nos primeiros filmes da franquia, o jovem Haymitch agora será vivido por Joseph Zada. O ator australiano de 20 anos já interpretou protagonistas em séries como Invisible Boys e Mentirosos, e Haymitch será seu primeiro grande papel em filmes.

    Lenore Dove Baird (Whitney Peak)

    Lenore Dove é a namorada de Haymitch, uma garota rebelde de 16 anos que faz parte do Bando, um antigo grupo nômade que se estabeleceu no Distrito 12 e está bastante ligado às artes, organizando apresentações de música e dança no local. A atriz ugandense Whitney Peak, conhecida por seus papéis como Becca em Abracadabra 2, e Zoya no remake de Gossip Girl, é quem interpretará Lenore no filme.

    Coriolanus Snow (Ralph Fiennes)

    O terrível e assustador Presidente Snow está de volta em Jogos Vorazes, sendo esta a primeira vez que aparece com este título na ordem cronológica da franquia, já que o filme Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes apresenta a história de como ele abre caminho para chegar nessa posição.

    Previamente interpretado pelo icônico Donald Sutherland nos filmes originais, e por Tom Blyth em A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, desta vez quem assume o papel do antagonista é Ralph Fiennes, que deu vida ao vilão Voldemort da franquia a partir de Harry Potter e o Cálice de Fogo. Fiennes é considerado um grande ator, tendo participado também de filmes como Conclave, A Lista de Schindler, entre outros.

    Effie Trinket (Elle Fanning)

    Em Amanhecer na Colheita, Effie é uma das estilistas de Haymitch. O filme mostrará o início da carreira da personagem, que é da Capital e tem uma origem bastante privilegiada em relação aos tributos. No futuro ela se torna a acompanhante do Distrito 12 e, junto de Haymitch, cuida de Katniss e Peeta.

    Antes interpretada por Elizabeth Banks, agora quem dará vida à Effie é Elle Fanning, notícia que animou os fãs da franquia. Conhecida por ter iniciado sua carreira como atriz bastante cedo, ela já participou de filmes como Malévola e Um Completo Desconhecido.

    Caesar Flickerman (Kieran Culkin)

    Caesar Flickerman é mais um dos privilegiados moradores da Capital: apresentador dos Jogos Vorazes, ele é responsável por entrevistar os participantes e comentar a competição. Anteriormente, foi interpretado por Stanley Tucci e agora quem assume o papel é Kieran Culkin, vencedor de um Emmy e um Globo de Ouro por Succession, e de um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por A Verdadeira Dor.

    Wyatt Callow (Ben Wang)

    Wyatt é mais um dos participantes do Massacre Quaternário, inicialmente ignorado por seus parceiros do Distrito 12 por carregar nas costas o estigma de sua família: conhecida por coordenar apostas em dinheiro sobre os tributos nos Jogos. O personagem será interpretado pelo ator Ben Wang, conhecido por seus papéis como os protagonistas de Karatê Kid: Lendas e A Jornada de Jin Wang.

    Louella McCoy (Molly McCann)

    Com apenas 13 anos, Louella também é um tributo da 50ª edição dos Jogos Vorazes. Começando como um amor de infância que se transforma em uma bonita amizade. A jovem atriz Molly McCann é quem interpretará Louella, conhecida por pequenos papéis em Maxine e The Vanishing Triangle.

    Maysilee Donner (Mckenna Grace)

    Maysilee Donner é uma das filhas do prefeito do Distrito 12 e uma das participantes da edição de Haymitch dos Jogos. À primeira vista, ele acredita que ela tem uma vida muito privilegiada, mas aos poucos as ações da personagem o fazem mudar de ideia. Ela também é a dona original do broche de tordo que Katniss adquire na competição. Maysilee será o papel de Mckenna Grace, atriz que interpretou as versões jovens de Tonya em Eu, Tonya, e de Carol Danvers em Capitã Marvel.

    Lou Lou (Iona Bell)

    Lou Lou é uma criança que provavelmente foi retirada do Distrito 11 como punição aos seus pais, considerados traidores da Capital. Ela é torturada e obrigada a agir imitando uma personagem. Lou Lou será vivida pela jovem Iona Bell, que recentemente participou do filme Savage Flowers.

    Plutarch Heavensbee (Jesse Plemons)

    Apresentado ao público no filme Em Chamas como Idealizador-Chefe dos Jogos Vorazes, Plutarch Heavensbee é um dos personagens mais interessantes da saga, um agente duplo, rebelde responsável por liderar a rebelião contra o regime totalitário da Capital. Em Amanhecer na Colheita ele aparece como um jovem operador de câmera, responsável pela mídia do Distrito 12, e por plantar uma semente de coragem e esperança em Haymitch.

    Na trilogia original, o personagem foi interpretado por Philip Seymour Hoffman, e agora o papel é de Jesse Plemons, conhecido por suas atuações em Judas e o Messias Negro, Assassinos da Lua das Flores e Guerra Civil.

    Drusilla Sickle (Glenn Close)

    Drusilla é a acompanhante do Distrito 12 durante a 2ª edição do Massacre Quaternário e tem um papel decisivo na forma como Haymitch é escolhido como tributo. Ela ativamente expressa que seria mais feliz e realizada profissionalmente se fosse responsável por um Distrito de mais prestígio, sendo um verdadeiro retrato da tirania e crueldade da Capital.

    A personagem será interpretada pela atriz Glenn Close, conhecida por papéis icônicos como Cruella de Vil no live-action de Os 101 Dálmatas, Alex Forrest em Atração Fatal, Jenny Fields em O Mundo Segundo Garp, entre outros.

    Magno Stift (Billy Porter)

    Ex-marido de Drusilla, Magno deveria ser o estilista do Distrito 12, mas ele quase nunca é visto cumprindo esta função, mostrando-se mais preocupado com seu próprio visual. O artista Billy Porter, muito reconhecido por seus diversos papéis em peças da Broadway, dará vida ao personagem. Ele também é famoso por ter atuado em Pose como o querido personagem Pray Tell, e em Além da Imaginação, além de ter dirigido a comédia romântica E Se?.

    Wiress (Maya Hawke)

    Já conhecida dos fãs por conta de Em Chamas, Wiress é a vencedora da 49ª edição dos Jogos Vorazes pelo Distrito 3 e uma das mentoras do Distrito 12. Ela venceu os jogos de forma bastante peculiar, sem ter matado nenhum outro participante, e auxilia o jovem a fazer como ela e pensar em diferentes estratégias para sobreviver. Maya Hawke, a Robin de Stranger Things, e a Ansiedade de Divertida Mente 2, é a atriz que interpretará Wiress em Amanhecer na Colheita. Anteriormente, Wiress foi interpretada por Amanda Plummer, que trouxe uma versão já fragilizada da personagem após todo o trauma de seu passado. 

    Beetee Latier (Kelvin Harrison Jr.)

    Beetee também é conhecido e bastante querido pelos fãs de Jogos Vorazes. Ele foi o vencedor da 34ª edição da competição pelo Distrito 3, é considerado muito inteligente e também é um rebelde que conspira contra a Capital, atitude punida de forma cruel: o filho dele, Ampert, é um dos tributos do Massacre Quaternário ao lado de Haymitch. O personagem será interpretado por Kelvin Harrison Jr., dublador de Taka, o jovem Scar em Mufasa: O Rei Leão, também conhecido por papéis em Cyrano e Elvis. Nos filmes originais, o personagem foi interpretado por Jeffrey Wright.  

    Mags Flanagan (Lili Taylor)

    Mags também é uma personagem familiar para fãs da franquia. Ela foi a vencedora da 11ª edição dos Jogos Vorazes e posteriormente também participou do 3º Massacre Quaternário visto em Em Chamas. Mentora de Haymitch e dos outros tributos do Distrito 12 durante Amanhecer na Colheita, ela é considerada gentil e corajosa por eles e muitas outras pessoas em Panem. Mags será o papel de Lili Taylor, conhecida por suas atuações em Três Mulheres, Três Amores, Invocação do Mal e American Crime.

    Onde assistir a filmes e séries com o elenco de ‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’ online?

    Veja abaixo em quais serviços de streaming assistir a filmes e séries com o elenco de Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita online.

  • Como Assistir a Todos 'Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado' em Ordem Cronológica
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    Se você é fã de suspense adolescente com um toque de terror slasher, a franquia Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado é um prato cheio — mas pode gerar dúvidas sobre a ordem certa para assistir aos filmes e à série. Desde o clássico original de 1997, passando pela recente adaptação em formato de série, chegando ao filme de 2025, o universo da obra mistura segredos mortais, perseguições implacáveis e reviravoltas sangrentas. 

    Abaixo, explicamos a cronologia ideal para mergulhar nessa história de culpa, vingança e máscaras assustadoras.

    1. Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997) 

    Um clássico do terror slasher dirigido por Jim Gillespie, com roteiro de Kevin Williamson (de Pânico). Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado acompanha quatro amigos (Jennifer Love Hewitt, Sarah Michelle Gellar, Ryan Phillippe e Freddie Prinze Jr.) perseguidos por um assassino misterioso após atropelarem um homem e ocultarem o corpo. Misturando suspense, reviravoltas e cenas de terror icônicas (como o vilão de capa de pescador e gancho), o filme se tornou um marco dos anos 1990, inspirando sequências e revivals. Trilha sonora tensa e mortes criativas completam essa obra cult do gênero.

    2. Eu Ainda Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998)

    Eu Ainda Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado é a sequência direta do slasher de 1997, trazendo de volta Jennifer Love Hewitt como Julie, agora perseguida pelo mesmo assassino durante um feriado em uma ilha tropical. Desta vez, o vilão de capa e gancho aproveita uma tempestade para caçar Julie e seus amigos (Brandy, Mekhi Phifer e Freddie Prinze Jr.) em um resort isolado. Com cenas de terror intensas e um mistério sobre a identidade do assassino, o filme mantém a fórmula do original, mas com mais violência e um clima tropical sombrio. O filme é menos aclamado que o primeiro, mas virou cult entre fãs do gênero. 

    3. Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (2006)

    O terceiro filme da franquia, Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado, abandona o elenco original para seguir um novo grupo de adolescentes em uma pequena cidade litorânea, mas segue a cronologia, ou seja: não é uma sequência, mas também não é um reboot. Quando um acidente fatal é encoberto durante as festividades do 4 de julho, os jovens passam a ser perseguidos por um assassino misterioso que conhece seu segredo. Diferente dos anteriores, este filme opta por um terror mais brutal e menos psicológico, com mortes violentas e um vilão que parece onipresente. Apesar de manter elementos icônicos (como mensagens ameaçadoras), a ausência dos personagens originais e um roteiro mais previsível fizeram com que o filme fosse menos aclamado que seus predecessores.

    4. Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado – série (2021) 

    A série Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado reinventa o clássico slasher em formato seriado, acompanhando novos personagens no Havaí após um acidente fatal. Com oito episódios, expande o mistério original com reviravoltas, diversidade e críticas sociais, enquanto mantém a essência: jovens sendo caçados por conhecerem seu segredo. Apesar do cancelamento após a primeira temporada, destacou-se pela atmosfera tropical sombria e desenvolvimento dos personagens, diferindo dos filmes ao priorizar o terror psicológico sobre mortes gráficas. Modernizou a franquia com temas atuais, mesmo sem conexões profundas com o material original que inspirou o título.

    5. Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado (2025)

    O novo Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado acompanha cinco amigos que, após ocultarem um acidente fatal, são perseguidos por um assassino com gancho. Enquanto tentam sobreviver, descobrem segredos sombrios e conexões com um massacre ocorrido em Southport em 1997. A trama mistura terror e suspense quando os jovens buscam os únicos sobreviventes do incidente passado para enfrentar o maníaco. O filme equilibra cenas de perseguição intensas com revelações sobre traumas não resolvidos, mostrando como o passado sempre retorna. Com atmosfera claustrofóbica e reviravoltas, a história questiona até onde alguém iria para proteger um segredo mortal.

    Onde assistir aos filmes e à série de 'Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado'? 

    Abaixo, veja onde assistir online, em streaming, aos filmes e às séries de Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado.

  • ‘Um Filme Minecraft’: 10 filmes Semelhantes para Quem Gosta de Jogos e Aventuras
    Beatriz Coutinho

    Beatriz Coutinho

    Editor JustWatch

    Entrando para a lista de adaptações cinematográficas de jogos que agradaram aos fãs, Um Filme Minecraft reúne referências ao amado e mais vendido videogame de todos os tempos a um elenco incrível, que conta com Jack Black e Jason Momoa. 

    Se você gostou do longa, confira nesta lista da JustWatch 10 filmes semelhantes que também estão repletos de aventura, humor e easter eggs de jogos famosos.

    Super Mario Bros. O Filme (2023)

    Jack Black é um grande fã de videogames e vem realizando o sonho de estar nas adaptações cinematográficas de vários deles. Além de aparecer em Um Filme Minecraft como Steve, o ator e músico também estrela Super Mario Bros. O Filme como Bowser, clássico vilão da franquia da Nintendo. 

    O filme mostra uma aventura dos personagens Mario e Luigi pelo Reino dos Cogumelos e conquistou o público com dezenas de referências aos jogos, humor e ação. Vale lembrar que uma sequência foi confirmada e já está em desenvolvimento.

    Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes (2023)

    Assim como Um Filme Minecraft, Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes entrega uma aventura e tanto em forma de filme. O jogo de RPG mais famoso do mundo empresta para a telona um mundo repleto de criaturas fantásticas como elfos, anões, dragões e goblins, também cheio de referências para quem está acostumado a jogar campanhas. 

    No filme, o bardo Edgin (Chris Pine) parte para uma missão em busca de uma relíquia mágica capaz de ressuscitar sua esposa e recuperar a confiança de sua filha Kira (Chloe Coleman). A adaptação pega pesado no humor, trazendo uma aventura hilária que é perfeita para qualquer um, fã ou não de Dungeons & Dragons

    Pixels (2015)

    Em Pixels também temos uma adaptação de games, mas de forma diferente. A história do filme conta que a humanidade enviou diversos materiais sobre sua cultura para satélites espalhados pelo universo, até que um deles foi encontrado por uma raça alienígena que decide invadir a Terra com monstros digitais inspirados em personagens de games, como Pac-Man, Space Invaders, Donkey Kong e Tetris. Para combater os seres extraterrestres são convocados especialistas em jogos, como Sam Brenner, interpretado por Adam Sandler. Prepare-se para muita ação e nostalgia nesta aventura.

    Uma Aventura LEGO (2014)

    Falando em filmes sobre blocos para construção, Uma Aventura LEGO não poderia ficar fora desta lista. A animação apresenta a história de Emmet (Chris Pratt), que é confundido com o grande criador do mundo de brinquedo em que vive porque encontrou a famosa Peça de Resistência, o artefato capaz de desarmar a máquina que o maligno Sr. Negócios criou para acabar com todas as peças.

    Ao lado de outros bonecos LEGO, Emmet embarca em uma aventura para salvar o mundo. O filme é genuinamente engraçado e divertido, além de servir como inspiração para que as pessoas criem suas próprias histórias fantásticas com brinquedos, usando tropos conhecidos para trazer uma trama única.

    Free Guy: Assumindo o Controle (2021)

    O filme Free Guy: Assumindo o Controle começa com uma premissa interessante: o que você faria ao descobrir que é um personagem de videogame? No longa, Guy é um NPC (personagem não jogável) em um jogo de RPG online, que descobre a verdade sobre sua origem após ter contato com a rebelde jogadora Molotov Girl. Com sua realidade virtual em perigo, ele passa de uma vida monótona para alguém que descobre como manipular as regras do game para salvar o mundo. O protagonista desta história curiosa é interpretado por Ryan Reynolds, que traz muito humor e personalidade ao NPC. 

    Sonic - O Filme (2020)

    Outro personagem dos games que ganhou adaptação para o cinema é o ouriço azul mais famoso do mundo, que conquista jogadores ao redor do mundo desde a década de 1990. Sonic - O Filme é uma história repleta de referências para os fãs, na qual o protagonista é enviado para a Terra por meio de um anel que abre portais gigantes. Sonic cresce se adaptando a este novo mundo, mas depois de causar um problema por conta de sua velocidade acima do normal, ele terá que escapar das garras do maligno Dr. Robotnik (Jim Carrey). O filme recebeu continuações e um derivado, trazendo um universo completo para fãs do ouriço azul mais veloz do mundo. 

    Detona Ralph (2013)

    Detona Ralph é uma das animações mais queridas da Disney e que, assim como Um Filme Minecraft, une perfeitamente aventura, emoção e videogames. No filme, Ralph é o vilão de um arcade chamado Conserta Félix Jr., no qual sua função é basicamente destruir o edifício que Félix Jr. precisa consertar. No entanto, o personagem quer provar que, na verdade, é uma boa pessoa. 

    Para isso, Ralph escapa de seu game por um cabo de alimentação e inicia uma jornada por outros jogos, na qual conhecerá novos personagens, como a doce Vanellope von Schweetz, que também tem um sonho especial. Juntos, eles enfrentarão consequências por Ralph ter deixado seu jogo original, mas também aprenderão lições valiosas.

    Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2018)

    Se você quer mais Jack Black, mais Jack Black é o que terá. No reboot Jumanji: Bem-Vindo à Selva, quatro adolescentes vão parar dentro de um jogo de videogame e em questão de segundos vão de um velho porão empoeirado para uma floresta tropical cheia de desafios. Eles então assumem seus lugares como os personagens do jogo, um aventureiro (Dwayne Johnson), um ajudante (Kevin Hart), uma heroína (Karen Gillan) e um cartógrafo (Jack Black), e terão que trabalhar juntos para voltar ao mundo real. O reboot também recebeu uma continuação divertida e promete trazer mais Jack Black em um terceiro filme. 

    Pokémon: Detetive Pikachu (2019)

    Se Pokémon fez parte da sua infância, você com certeza já imaginou como seria se os monstrinhos fizessem parte do mundo real. É exatamente assim que o mundo de Pokémon: Detetive Pikachu funciona, com diversas espécies deles fazendo parte do dia a dia das pessoas. 

    No filme, o famoso ex-Treinador Pokémon Tim Goodman (Justice Smith) conta com a ajuda de um Pikachu para encontrar seu pai, o famoso detetive Harry Goodman (Ryan Reynolds), que desapareceu quando estava investigando um caso misterioso. 

    Pequenos Espiões 3-D: Game Over (2003)

    Pequenos Espiões 3-D: Game Over pode ser um prato cheio de nostalgia para quem cresceu nos anos 1990 e 2000, mas se este não é o seu caso, vale a pena dar uma chance ao filme para entender justamente o motivo por trás de tantas pessoas dessas épocas gostarem dele.

    ToyMaker (Sylvester Stallone) é um criador de brinquedos que sonha em dominar os jovens de todo o planeta. Para alcançar seu objetivo, ele cria um jogo de realidade virtual cheio de dificuldades e criaturas aterrorizantes que prende seus jogadores dentro dele. Agora, cabe aos jovens agentes secretos Juni (Daryl Sabara) e Carmen Cortez (Alexa Vega) a missão de deter o plano maligno do vilão.

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  • Os 10 Melhores Filmes e Séries de Ebon Moss-Bachrach para Assistir em Streaming
    Bruno Pinheiro Melim

    Bruno Pinheiro Melim

    Editor JustWatch

    Ebon Moss-Bachrach é um dos grandes exemplos de que uma carreira não se constrói de um dia para o outro. O ator norte-americano, que já é quase um cinquentão, venceu só agora prêmios individuais de grande relevância, como o Emmy e Critics Choice, pelo papel de Richie em O Urso

    Porém, muito antes de viver o primo estressado da série, ou ser o Coisa no novo Quarteto Fantástico, Ebon rodou Hollywood com papéis que foram primordiais para a sua ascensão no setor. Para você conhecer melhor a carreira do ator, que é reconhecido pelos seus personagens extremamente realistas e ambíguos, separamos um guia com os seus melhores filmes e séries. Saiba também onde assistir a eles em streaming!

    O Urso (2022) 

    Às vezes nem parece que estamos vendo o mesmo Richie, em O Urso, dependendo da sequência e intensidade da cena. Há momentos em que vemos o lado amoroso e sensível do personagem, e outros em que presenciamos o seu lado explosivo e grosseiro. E, nas duas ocasiões, acreditamos piamente no que estamos vendo, além de sentirmos empatia pelo que Richie está passando. 

    Mérito de Ebon Moss-Bachrach, que tem a performance de uma vida na pele do ‘cousin’ (primo) do protagonista Carmy — na realidade eles não são primos, só se chamam de primos. Na série, após a morte de Michael, Richie tenta ajudar na reorganização do restaurante ‘The Original Beef of Chicagoland’, ao mesmo tempo que tenta lidar com o luto e culpa pela partida do seu melhor amigo. 

    Andor (2022) 

    Andor é uma série do universo de Star Wars, que na linha do tempo da história geral da saga, serve como uma espécie de prequela do filme Rogue One, já que acompanha a jornada radical de Cassian Andor até se tornar um dos líderes da Rebelião contra o Império Galáctico. 

    Ebon Moss-Bachrach interpreta Arvel Skeen, um dos personagens-chave da trama, que ao contrário de muitos idealistas da Aliança Rebelde, entra para o grupo por motivações um tanto quanto egoístas. Sua performance é marcante, justamente por dar vida a uma figura, que no meio de tantos ‘heróis’, se destaca pelo seu caráter imperfeito e dual, o que nos faz questionar muitas vezes se ele é ou não um antagonista. 

    Que Horas Eu Te Pego? (2023)

    Quem disse que as boas comédias românticas acabaram? Que Horas Eu Te Pego? é um bom exemplo de que ainda é possível entreter o público com histórias leves, amorosas e engraçadas. 

    É fato que a divertidíssima Jennifer Lawrence contribui, e muito, para o sucesso do filme. Mas Ebon Moss-Bachrach também faz seu show à parte, como o estranho e iludido ex-namorado da protagonista Maddie. A história acompanha uma mulher que, em busca de dinheiro para não perder sua casa, aceita a proposta de um casal rico de ‘se envolver’ com o seu filho anti-social, logo antes dele ir para a faculdade. 

    O Justiceiro (2017)

    No universo Marvel, sabemos que um ator se destaca quando o seu personagem passa a ser mais interessante nos filmes ou séries, do que nos quadrinhos. Este é o caso de Ebon Moss-Bachrach ao interpretar David Lieberman, conhecido também como Microchip, o fiel parceiro de Frank Castle, na primeira temporada de O Justiceiro.

    Excêntrico e com um visual um tanto quanto ‘mal cuidado’, assim como normalmente são retratados os hackers e gênios informáticos, Microchip é uma figura neurótica e cheia de defeitos, mas extremamente leal e prestativa, principalmente no que diz respeito ao seu auxílio na luta de Frank contra a máfia. Mais uma prova da qualidade de Ebon ao interpretar personagens ambíguos.

    Girls (2012)

    Sex and the City trouxe todo o glamour da rotina de quatro mulheres, na casa dos trinta, vivendo em Nova York. Já Girls fez um retrato mais realista das dificuldades e desilusões de um grupo de mulheres, na casa dos vinte, também na ‘cidade que nunca dorme’. 

    As duas séries da HBO são famosas por se aprofundarem em relações femininas, trazendo quatro protagonistas mulheres. Mas, assim como Chris Noth e Stanford Blatch interpretaram personagens masculinos extremamente importantes, Ebon Moss-Bachrach também deu vida a uma das figuras mais marcantes da série Girls

    Ebon, novamente, dá vida a um personagem marcado pelo seu contraste, Desi Harperin, um músico que se envolve com Marnie, uma das protagonistas da série. Ao mesmo tempo que pode ser um homem sedutor e cuidadoso, ao decorrer do desenvolvimento do enredo ele também mostra a sua face mais obscura e manipuladora.

    Afunde o Navio (2019) 

    Apesar de não ter muito tempo de tela, o personagem interpretado por Ebon no thriller Afunde o Navio é o grande catalisador da história e da progressão narrativa das duas protagonistas, as irmãs Mary Beth e Priscilla Connolly. 

    Apresentado como um homem atraente para uma das garotas que acabou de perder a mãe, Gorski mostra o seu lado mais sombrio, e faz com que uma das irmãs o mate, acidentalmente, na tentativa de se defender. Após o ocorrido, as duas terão que tentar encobrir o crime em uma pequena cidade de Maine, repleta de segredos. A presença do ator em tela é tão marcante e aterradora, que o seu impacto na trama é permanente, mesmo não aparecendo durante todo o filme.

    John Adams (2008)

    Muitos anos antes de ser um dos destaques de uma das séries mais hypadas do momento e de protagonizar um filme da Marvel, Ebon Moss-Bachrach impressionou em uma produção aclamada pela crítica e celebrada pelo povo norte-americano.

    Na minissérie John Adams, Ebon interpreta o filho mais velho do segundo presidente dos Estados Unidos, que foi um dos responsáveis pela Declaração de Independência do país. Na pele de John Quincy Adams, o ator desempenhou um dos papéis mais difíceis da sua carreira, mas que o transformou em um profissional extremamente respeitável no meio, por conseguir dar vida a uma figura histórica marcada pelo seu intelecto aguçado e o seu amadurecimento precoce. 

    A Casa do Lago (2006)

    Olha ele novamente dando as caras em um filme — com grandes estrelas — de quase vinte anos atrás! Ebon Moss-Bachrach interpreta Henry, um arquiteto que vive na sombra do seu irmão, o também arquiteto Alex (Keanu Reeves), que acaba de se mudar para uma casa modernista na frente de um lago.

    Na verdade, em A Casa do Lago, Alex e Kate (Sandra Bullock) moram na mesma casa, mas em períodos diferentes. Mesmo assim, uma caixa de correio, digamos que ‘mágica’, faz com que os dois possam trocar cartas que viajam no tempo, construindo assim, uma relação à distância — no caso, não só espacial, mas também temporal — entre os dois.

    The Dropout (2022) 

    Inspirada em acontecimentos reais, The Dropout mostra a ascensão e queda de uma startup que prometia revolucionar a indústria de saúde com um novo método de coleta de sangue. Convenhamos, algo bastante suspeito… Ebon Moss-Bachrach encena um dos personagens mais impactantes da série, o jornalista responsável por divulgar o escândalo da empresa fraudulenta liderada por Elizabeth Holmes, interpretada por Amanda Seyfried.

    A atuação de Ebon é bastante elogiada pela maneira com que consegue transmitir a fixação e empenho do personagem John Carreyrou, além da sua intuição de que existe algo de errado, durante uma investigação jornalística extremamente minuciosa, responsável por desmascarar a gigantesca empresa de tecnologia, Theranos. 

    O Sorriso de Mona Lisa (2003)

    O Sorriso de Mona Lisa é um filme que tenta quebrar paradigmas, não só através da história da protagonista Katherine Watson, professora de um colégio interno feminino, que tenta educar as mulheres para que consigam o seu espaço no mundo, mas também por meio de personagens coadjuvantes. Esse é o caso do educado e tímido Charlie Stewart, interpretado por Ebon, uma figura que foge do estereótipo do homem insensível. 

    O drama de época, situado nos anos 50, com um elenco que conta com grandes estrelas como Julia Roberts, Kirsten Dunst, Julia Stiles e Maggie Gyllenhaal, foi um dos grandes responsáveis por apresentar, no início do século, o trabalho do jovem e talentoso ator, Ebon Moss-Bachrach.

    Onde assistir aos melhores filmes e séries de Ebon Moss-Bachrach online, em streaming?

    Abaixo, saiba onde encontrar os melhores filmes e séries do ator Ebon Moss-Bachrach, todos disponíveis online, em streaming!

  • David Lynch: 10 Obras Essenciais do Mestre do Cinema Surreal
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    Visionário e enigmático, David Lynch construiu uma filmografia única onde o sonho se mistura com o pesadelo e o banal esconde o extraordinário. Dos subúrbios perturbadores de Veludo Azul aos mistérios sobrenaturais de Twin Peaks, seu trabalho desafia narrativas convencionais para explorar os recantos mais obscuros da psique humana. 

    Esta seleção reúne suas obras mais marcantes - onde a realidade se dissolve em simbolismos, os personagens carregam segredos inconfessáveis, e cada frame é uma peça de um quebra-cabeça hipnótico que só Lynch poderia criar. Prepare-se para mergulhar em universos onde nada é o que parece.

    1. Twin Peaks (1990-1991 / 2017)

    Considerada a obra-prima televisiva de Lynch, Twin Peaks reinventou a narrativa serial com sua mistura de drama suburbano, surrealismo e horror sobrenatural. A investigação do assassinato de Laura Palmer revela uma cidade cheia de segredos, onde personagens excêntricos coexistem com forças cósmicas malignas. A terceira temporada (O Retorno, 2017) elevou a complexidade, fundindo cinema experimental com nostalgia, em episódios que desafiam a lógica. Com a Black Lodge, o temível Bob, e cenas icônicas (como o baile de Laura), a série permanece um fenômeno cultural – e a essência do Lynchiano.

    2. Cidade dos Sonhos (2001)

    Cidade dos Sonhos é um quebra-cabeça psicológico sobre Hollywood, identidade e desejo. A trama segue Betty (Naomi Watts), uma atriz ingênua, e Rita (Laura Harring), uma amnésica, em uma espiral de sonho e realidade. A cena do clube Silêncio, a figura aterrorizante atrás do restaurante, e a transformação final de Betty são momentos inesquecíveis. Lynch explora o fracasso artístico e a fragmentação do eu, usando narrativa não linear e simbolismos (como a chave azul). Vencedor do prêmio de direção em Cannes, é considerado por muitos seu melhor trabalho – uma meditação sobre o lado obscuro dos sonhos.

    3. Veludo Azul (1986)

    Veludo Azul é um filme fundador do "horror suburbano", onde Jeffrey (Kyle MacLachlan) descobre um mundo de perversão ao investigar uma orelha cortada. A relação sádica entre Frank Booth (Dennis Hopper) e Dorothy Vallens (Isabella Rossellini) é uma das mais perturbadoras do cinema, misturando violência, fetichismo e trauma. Lynch contrasta a fachada idílica de Lumberton com cenas claustrofóbicas (como a visita de Jeffrey ao apartamento de Dorothy), usando cores saturadas e sombras expressionistas. A canção-título de Bobby Vinton ganha um significado sinistro, encapsulando a dualidade do filme: inocência superficial sobre podridão escondida.

    4. O Homem Elefante (1980)

    Diferente de seu estilo habitual, este drama histórico é a prova da versatilidade de Lynch. Baseado na vida de Joseph Merrick (John Hurt), O Homem Elefante mostra sua jornada de abuso para redenção, sob a proteção do médico Frederick Treves (Anthony Hopkins). Filmado em preto e branco, com sombras expressionistas e trilha sonora angustiante, a obra humaniza Merrick sem sentimentalismo barato. Cenas como a da estação de trem e o grito "I am not an animal!" são de partir o coração. Indicado a 8 Oscars, é um conto sobre compaixão e a essência da humanidade.

    5. Estrada Perdida (1997)

    Um dos filmes mais desafiadores de Lynch, Estrada Perdida é um pesadelo em forma de noir psicológico. O músico Fred (Bill Pullman) se transforma no mecânico Pete (Balthazar Getty) após confessar um crime impossível. Com a figura enigmática do Homem Misterioso (Robert Blake), cenas de voyeurismo (as fitas VHS) e a casa que parece respirar, o filme desconstrói identidade e tempo. A trilha sonora industrial (com Nine Inch Nails e Rammstein) amplia a atmosfera de paranoia. Aberto a interpretações, é um mergulho no inconsciente – e na ideia de que a realidade é uma construção frágil.

    6. Coração Selvagem (1990)

    Vencedor da Palma de Ouro em Cannes, Coração Selvagem é um "conto de fadas punk" que segue Sailor (Nicolas Cage) e Lula (Laura Dern) em uma fuga pelo sul dos EUA, perseguidos por assassinos e pelo destino. Lynch mistura romance, violência gráfica e humor absurdo (como a cena do acidente com a vítima "still alive!"). O visual é hiperbólico: estradas infinitas, céus vermelhos e a jaqueta de cobra de Sailor. A cena do "Love Me Tender" é icônica, mas o filme também tem momentos sombrios (o passado abusivo de Lula). Uma ode ao amor como força cósmica – e destrutiva.

    7. Eraserhead (1977)

    O debut surrealista de Lynch é um pesadelo existencial em preto e branco. Henry (Jack Nance) lida com um bebê mutante, vizinhos bizarros e ruínas industriais, em uma alegoria sobre paternidade e ansiedade. O som (o zumbido constante), a iluminação (sombras alongadas) e a criatura do bebê criam uma atmosfera claustrofóbica. Filmado ao longo de 5 anos, Eraserhead tornou-se um clássico cult da meia-noite – e o embrião de todos os temas Lynchianos: o medo do desconhecido, a decomposição do corpo, e a linha tênue entre humano e monstruoso.

    8. Twin Peaks - Os Últimos Dias de Laura Palmer (1992)

    Prequela de Twin Peaks, inicialmente mal-recebida, Twin Peaks - Os Últimos Dias de Laura Palmer hoje é visto como essencial. Mostra os últimos dias de Laura Palmer (Sheryl Lee) e a investigação do FBI em Deer Meadow. Cenas como o massacre da lanchonete (com o Anjo) e o monólogo de Laura no quarto são devastadoras. Lynch amplia a mitologia da série, introduzindo o Lodge e personagens como Phillip Jeffries (David Bowie). O tom é mais cru e experimental que a série, com sequências de sonho (a sala vermelha) que prefiguram The Return. Um filme sobre o inevitável – e o trauma que antecede a tragédia.

    9. Império dos Sonhos (2006)

    O filme mais experimental de Lynch, gravado em vídeo digital, Império dos Sonhos é um labirinto de narrativas em narrativas. Laura Dern interpreta uma atriz cuja vida se confunde com seu papel em um filme amaldiçoado. Cenas como os coelhos humanoides, o monólogo no quarto de hotel, e a dança final "Locomotion" são hipnóticas. Sem roteiro tradicional, Lynch improvisou com os atores, criando um clima de paranoia e despersonalização. Difícil, mas recompensador, é um mergulho radical nos temas do diretor: duplos, loops temporais, e o cinema como espelho do inconsciente.

    10. Duna (1984)

    Duna é um marco singular na carreira de Lynch — um fracasso comercial que se tornou cult. Com seu visual barroco (trajes opulentos, naves biológicas) e atmosfera sufocante, o filme captura o misticismo do romance de Frank Herbert através da lente Lynchiana: cenas de sonho com vermes gigantes, close-ups de mentes em tormento e a dicotomia entre pureza (Paul Atreides) e decadência (Baron Harkonnen). Apesar das limitações de produção, é fascinante ver Lynch mergulhar em ficção científica, transformando Arrakis num pesadelo místico-industrial. Imperfeito, mas visionário.

    Onde assistir aos filmes e às séries dirigidos por David Lynch?

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  • Conheça 10 Séries Misteriosas e Sombrias que Vão Agradar os Fãs de 'Twin Peaks'
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    Se você foi cativado pelo surrealismo, pelos mistérios sombrios e pelos personagens peculiares de Twin Peaks, prepare-se para mergulhar em outras produções que capturam a mesma essência enigmática e atmosférica. 

    Assim como a obra-prima de David Lynch, essas séries misturam o sobrenatural com o mundano, tramas intrincadas com humor peculiar, e um clima que oscila entre o sonho e o pesadelo. Seja por pequenas cidades cheias de segredos, investigações que desvendam mais do que crimes, ou narrativas que desafiam a lógica, aqui estão séries que vão satisfazer seu desejo por histórias tão hipnóticas e inquietantes quanto o universo de Twin Peaks.

    1. The Leftovers (2014–2017)

    Assim como Twin Peaks, The Leftovers explora o luto, o inexplicável e a psicologia humana diante do desconhecido. A série começa com o desaparecimento súbito de 2% da população mundial, mas o foco não é o evento em si, e sim como as pessoas lidam com o vazio e a fé. Com um tom melancólico e episódios surreais (como um homem que acredita ser imortal), a série mistura realismo mágico com drama existencial, criando uma atmosfera tão hipnótica quanto a de Twin Peaks.

    2. Dark (2017–2020)

    Uma pequena cidade alemã esconde segredos temporais em Dark, série que, como Twin Peaks, usa o sobrenatural para falar de trauma e destino. A narrativa não linear, os loops temporais e a mitologia complexa lembram a estrutura de Twin Peaks: O Retorno. Além disso, a floresta e a caverna funcionam como a Black Lodge — um lugar onde o tempo não existe. A série também compartilha o mesmo tom opressivo e a mesma atenção a detalhes simbólicos, como objetos e diálogos que ganham significado ao longo da trama.

    3. The OA (2016–2019)

    The OA é uma mistura de ficção científica, espiritualidade e realismo mágico, assim como Twin Peaks. A protagonista, Prairie, volta após anos desaparecida com histórias de dimensões alternativas e movimentos corporais que desafiam a lógica — algo tão enigmático quanto os segredos de Laura Palmer. A série também aborda temas como reencarnação, viagens dimensionais e a ideia de que a realidade é uma construção frágil. O final aberto e a narrativa fragmentada fazem dela uma experiência tão provocativa quanto a de Lynch.

    4. Carnivàle (2003–2005)

    Ambientada nos EUA da Grande Depressão, Carnivàle mistura religião, profecias e dualidade entre bem e mal, temas caros a Twin Peaks. O circo itinerante esconde personagens com poderes místicos, como Ben Hawkins (um curador) e o pregador Brother Justin, cujo conflito lembra a luta entre Cooper e Bob. A atmosfera é onírica, com simbolismos densos e uma mitologia própria que exige atenção do espectador — assim como os mistérios de Twin Peaks. Infelizmente, cancelada antes do tempo, mas ainda assim fascinante.

    5. Legion (2017–2019)

    Baseada nos X-Men, Legion é uma série que desconstrói a narrativa tradicional assim como Lynch faz. O protagonista, David Haller, tem poderes psíquicos, mas sua percepção da realidade é distorcida — semelhante ao modo como Twin Peaks brinca com identidade e sanidade. A direção de arte é surreal, com sequências musicais, cores vibrantes e cenas que misturam passado, presente e alucinações. A série também explora o mal como uma entidade externa (o Demônio do Amarelo), ecoando a presença de Bob em Twin Peaks.

    6. Fargo (2014–presente)

    Cada temporada de Fargo é uma história independente, mas todas compartilham o humor ácido, a violência absurda e os personagens excêntricos que lembram Twin Peaks. A terceira temporada, em especial, tem elementos Lynchianos: doppelgängers, um vilão enigmático (V.M. Varga) e um episódio quase inteiro em uma realidade alternativa. A neve e o isolamento do Meio-Oeste criam uma atmosfera claustrofóbica, enquanto os diálogos absurdos ("You’re sweet, but you’re trouble") lembram as conversas desconexas de Twin Peaks.

    7. Too Old to Die Young (2019)

    Dirigida por Nicolas Winding Refn, Too Old to Die Young é tão visualmente estilizada e violenta quanto os trabalhos de Lynch. A narrativa segue policiais corruptos, assassinos e criminosos em um Los Angeles surreal, onde o mal parece uma força sobrenatural. As cenas são longas, o ritmo é deliberadamente lento, e o clima é de sonho febril — semelhante a Twin Peaks: O Retorno. A série também usa silêncios e música ambiente para criar tensão, além de explorar o duplo (literalmente, em um episódio com gêmeos sádicos).

    8. Riverdale (2017–2023)

    Pode parecer surpreendente, mas Riverdale tem momentos que beiram o Lynchiano, especialmente nas temporadas mais recentes. Com cultos secretos, serial killers, viagens no tempo e um musical no meio do nada, a série abraça o absurdo deliberadamente. O arco da "Farm" (seita que manipula memórias) e o episódio "The Midnight Club" (com adolescentes nos anos 90) são particularmente Twin Peaks-like. É uma opção mais leve, mas que captura o mesmo espírito de mistério e excentricidade.

    9. The Kingdom (1994–1997)

    Criada por Lars von Trier, The Kingdom é uma mistura de horror, comédia e surrealismo em um hospital dinamarquês assombrado. Assim como Twin Peaks, a série equilibra o bizarro (um fantasma de uma criança com pernas de adulto) com críticas sociais. A narrativa é fragmentada, com múltiplos personagens e um mistério central que nunca é totalmente resolvido. A influência de Lynch é clara, especialmente no uso de ângulos de câmera distorcidos e um tom que oscila entre o perturbador e o cômico.

    10. Wayward Pines (2015–2016)

    Baseada nos livros de Blake Crouch, Wayward Pines começa como um mistério estilo Twin Peaks: um agente do FBI chega a uma cidade isolada onde nada é o que parece. Os segredos da cidade (e a razão pela qual ninguém pode sair) lembram os enigmas de Twin Peaks, com uma pitada de ficção científica. A primeira temporada, em especial, tem reviravoltas chocantes e um clima de paranoia constante, embora a segunda perca um pouco o foco. Ideal para quem ama teorias conspiratórias e finais ambíguos.

    Onde assistir às séries para quem amou Twin Peaks?

    Abaixo, veja onde assistir online, em streaming, às séries que com certeza vão agradar os fãs de Twin Peaks.

  • Onde Você Já Viu o Elenco do Live-Action de ‘Como Treinar Seu Dragão’ Antes?
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    O aguardado live-action de Como Treinar Seu Dragão está trazendo de volta a emocionante história de Soluço e Banguela — mas agora com rostos reais que você provavelmente já viu em outros sucessos do cinema e da TV. Desde astros consagrados e talentos em ascensão, o elenco reúne nomes familiares que já deixaram sua marca em franquias populares, dramas aclamados e até outras adaptações de animações. Prepare-se para reconhecer esses atores e descobrir onde eles brilharam antes de embarcar nessa nova aventura em Berk!

    Atenção: Infelizmente, não achamos nenhum trabalho anterior do ator do Banguela. 

    Gerard Butler (Stóico)

    Gerard Butler é um ator versátil que se destacou em papéis marcantes ao longo de sua carreira. Um de seus trabalhos mais icônicos foi em 300 (2006), onde interpretou o rei espartano Leônidas com intensidade física e carisma, eternizando a frase "This is Sparta!" e consolidando sua imagem como astro de ação. 

    Já em O Fantasma da Ópera (2004), ele surpreendeu ao mostrar seu lado dramático e musical, dando vida ao misterioso personagem principal com uma mistura de tormento e sedução. Esses dois papéis contrastantes demonstram sua capacidade de transitar entre gêneros, do épico sanguinário ao romance melancólico, sempre com presença de palco inconfundível.

    Vale dizer também que Butler é quem deu a voz a Stóico na animação original de Como Treinar Seu Dragão (2010). 

    Mason Thames (Soluço)

    Mason Thames é um jovem ator em ascensão que já demonstrou seu talento em produções marcantes. Um de seus papéis mais notáveis foi em O Telefone Preto (2021), onde interpretou Finney, um garoto sequestrado que usa um telefone misterioso para se comunicar com vítimas anteriores do assassino. Sua atuação equilibrou medo, vulnerabilidade e resiliência, sustentando a tensão do filme. 

    Já em For All Mankind (2022), série da Apple TV+, ele deu vida ao jovem Danny Stevens, mostrando versatilidade ao explorar conflitos familiares em um drama histórico alternativo. Esses trabalhos revelam seu potencial para narrativas intensas, seja no terror ou na ficção científica.

    Nico Parker (Astrid)

    Apesar de sua carreira ainda jovem, Nico Parker já deixou sua marca em produções de grande relevância. Seu papel mais emblemático até então foi em The Last of Us (2023), onde interpretou Sarah, a filha de Joel, em uma atuação emocionalmente poderosa que marcou o tom dramático da série. Sua atuação, repleta de naturalidade e profundidade, foi essencial para estabelecer o vínculo emocional central da narrativa. 

    Anteriormente, em Dumbo (2019), sua estreia no cinema ao lado de Colin Farrell mostrou seu carisma em um papel mais leve, mas igualmente cativante. Esses dois trabalhos revelam uma atriz capaz de transitar entre o peso dramático e a fantasia, prometendo uma carreira brilhante.

    Nick Frost (Bocão)

    Nick Frost se consagrou como um dos nomes mais carismáticos do cinema britânico, especialmente através de suas colaborações com Simon Pegg. Em Hot Fuzz (2007), seu papel como o policial desastrado Danny Butterman ao lado de Pegg rendeu cenas hilárias e diálogos antológicos, tornando o filme um clássico cult da comédia. 

    Já em Into the Badlands (2015-2019), Frost surpreendeu ao trocar o humor por ação, interpretando um mercenário letal em uma série pós-apocalíptica repleta de artes marciais. Esses dois papéis mostram sua versatilidade, indo do nonsense cômico à intensidade física, sempre com presença marcante.

    Julian Dennison (Perna-de-Peixe)

    O neozelandês conquistou o público com sua presença carismática e timing cômico impecável. Em Godzilla vs. Kong (2021), ele trouxe alívio cômico como Josh, o amigo leal de Millie Bobby Brown, adicionando uma dose de humor adolescente ao meio do caos dos titanescos monstros. Mas foi em Deadpool 2 (2018) que ele realmente brilhou como Russell/Fogo-Fátuo, mostrando incrível versatilidade ao alternar entre vulnerabilidade emocional e momentos de ação intensa. Esses dois papéis provam que Dennison é um ator completo, capaz de roubar cenas tanto em blockbusters de ação quanto em produções com peso dramático.

    Onde assistir a filmes e séries com o elenco principal de 'Como Treinar Seu Dragão'?

    Abaixo, veja onde assistir online, em streaming, a filmes e séries com o elenco de Como Treinar Seu Dragão

  • Saiba a ordem correta para assistir à série e aos filmes de ‘Twin Peaks’
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    A série Twin Peaks, criada por David Lynch e Mark Frost, é uma experiência cinematográfica única que mistura mistério, terror e surrealismo – mas sua cronologia pode confundir até os fãs mais dedicados. 

    Entre a série original (1990-1991), o filme Os Últimos Dias de Laura Palmer (1992), a sequência The Missing Pieces (2014) e o revival Twin Peaks: O Retorno (2017), a dúvida é inevitável: qual a ordem ideal para assistir? 

    Este guia explica o jeito certo de mergulhar no universo da pequena cidade onde "as corujas não são o que parecem" – seja você um iniciante ou querendo revisitar a obra de Lynch.

    Atenção: para total entendimento, é preciso assistir na ordem abaixo. Pode parecer que faz sentido, por exemplo, assistir à prequela primeiro, mas não fará sentido sem assistir às duas temporadas antes.

    1. Twin Peaks – Primeira temporada (1990)

    Em 1990, Twin Peaks revolucionou a televisão ao misturar drama policial e surrealismo sobrenatural. A trama começa com a descoberta do corpo de Laura Palmer, uma estudante aparentemente perfeita, na pacata cidade de Twin Peaks. O excêntrico agente do FBI Dale Cooper (Kyle MacLachlan) assume o caso, usando métodos não convencionais que revelam segredos obscuros por trás da fachada idílica. 

    Entre sonhos premonitórios, personagens peculiares como a Log Lady e a misteriosa entidade Bob, a série constrói uma atmosfera única de suspense psicológico. Com direção marcante de David Lynch, a primeira temporada (8 episódios) termina com revelações chocantes e um cliffhanger enigmático, preparando o terreno para o restante da saga. Mais que um "whodunit", Twin Peaks explora o mal que se esconde sob a superfície da perfeição. 

    2. Twin Peaks – Segunda temporada (1990 - 1991) 

    A segunda temporada de Twin Peaks começa com o impacto do ataque ao Agente Cooper, mergulhando ainda mais fundo no mistério que envolve a cidade. A grande revelação sobre o assassino de Laura Palmer, ainda no início da temporada, divide opiniões – até David Lynch considerou prematura a resposta. 

    Sem seu mistério central, a série explora novos caminhos: o passado sobrenatural de Twin Peaks, com o Black Lodge e suas entidades enigmáticas, tramas laterais excêntricas e, finalmente, o retorno do horror genuíno no arco final. 

    O último episódio, dirigido por Lynch, é um mergulho alucinante no Black Lodge, com imagens que permanecem assombrando os fãs. Apesar de altos e baixos narrativos, o final abre portas para o revival de 2017, solidificando o legado da série como uma experiência televisiva única e inquietante.

    3. Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer (1992)

    Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer revela os últimos sete dias de Laura Palmer, transformando a vítima do mistério original em protagonista de sua própria tragédia. David Lynch esmiúça a dupla vida da jovem - estudante, modelo por dia, viciada e sexualmente abusada à noite - com uma crueza que contrasta com o tom surreal da série. 

    Sheryl Lee entrega uma atuação devastadora, mostrando Laura em espiral entre o desespero silencioso e gritos de socorro através de seu diário. O filme expõe o horror íntimo por trás do mito da cidade, onde o sobrenatural (Bob) e o psicológico (Leland) se fundem. 

    Mais que uma prequela, é um estudo sobre trauma e as máscaras sociais que escondem o verdadeiro sofrimento. A cena final, com o anjo aparecendo para Laura no Black Lodge, permanece uma das imagens mais perturbadoras e poéticas do cinema de Lynch.

    4. Twin Peaks: The Missing Pieces (2014)

    Essa coleção de cenas excluídas de Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer revela um Twin Peaks alternativo, onde momentos cruciais foram sacrificados pelo ritmo do filme final. 

    Seguimos o agente Desmond em Deer Meadow, testemunhamos encontros sobrenaturais entre Jeffries e Briggs, e vemos Laura Palmer em cenas cotidianas que tornam sua tragédia mais pungente. Estas filmagens esquecidas formam um mosaico narrativo independente - mais melancólico que o filme, com humor mais ácido e mitologia mais densa. 

    Cenas como Laura dançando na floresta com James ou a sequência com o Anão oferecem novas camadas ao mistério. Não são sobras, mas peças de um quebra-cabeça maior que ecoa em Twin Peaks: The Return, mostrando como Lynch trabalha por subtração.

    5. Twin Peaks: O Retorno (2017)

    A terceira temporada de Twin Peaks transcendeu qualquer expectativa, transformando-se numa obra de arte audiovisual que redefiniu narrativas. David Lynch conduz o espectador por 18 episódios que misturam nostalgia, terror existencial e humor absurdo, enquanto o Agente Cooper vive três realidades paralelas: como o inocente Dougie Jones, o perverso Mr. C, e finalmente sua versão verdadeira em busca de redenção. 

    A temporada expande o mito de Laura Palmer para dimensões cósmicas, desde cenas surreais na Las Vegas dos anos 2010 até a perturbadora origem do mal no teste nuclear de 1945 – o fatídico “episódio oito”. 

    Com um final aberto que ainda gera debates, O Retorno  não entrega respostas, mas uma experiência sensorial única – onde cada frame, som ou silêncio proposital compõe um quebra-cabeça infinito sobre identidade, tempo e trauma. Mais que TV, é cinema puro na tela pequena.

    6. Livros

    Existem dois livros relacionados a Twin Peaks, A História Secreta de Twin Peaks e Twin Peaks: The Final Dossier, que podem ser lidos em qualquer momento, mas não são necessários para a compreensão da série e do filme

    Onde assistir aos filmes e séries de ‘Twin Peaks’?

    Abaixo, saiba onde assistir online, em streaming, aos filmes e séries de Twin Peaks. 

  • Os 10 Melhores Filmes de Wes Anderson e Onde Assistir a Eles
    Bruno Pinheiro Melim

    Bruno Pinheiro Melim

    Editor JustWatch

    Raramente, ainda mais nos dias de hoje, um diretor norte-americano consegue ganhar destaque pelo seu estilo e identidade. Wes Anderson é um desses poucos exemplos, de um cineasta que desenvolveu uma estética sui generis ao longo da sua carreira. Seu rigor formal simétrico e sua direção de atores teatral são alguns dos inúmeros elementos que formam sua personalidade fílmica.

    Aproveitando o seu último lançamento, intitulado O Esquema Fenício, nada mais justo do que um mergulho na sua filmografia. Para isso, separamos um guia com os melhores filmes do diretor, para que você possa assistir online, nas maiores plataformas de streaming.

    O Grande Hotel Budapeste (2014)

    Com quatro estatuetas do Oscar, O Grande Hotel Budapeste foi o ponto alto da carreira de Wes Anderson. Um filme que praticamente flerta com a perfeição artística, levando em conta a proposta estilística do diretor. Com composições plenamente simétricas, cores vibrantes, cenários grandiosos e personagens exóticos, a obra se tornou um clássico instantâneo, sendo a representação máxima do trabalho do cineasta. A ficção se passa entre as duas guerras mundiais, e acompanha as aventuras dos dois inseparáveis amigos, Gustave H, um concierge de um famoso hotel na Europa, e Zero, empregado do hotel, que tentam recuperar uma pintura renascentista roubada.

    O Fantástico Sr. Raposo (2009) 

    Nem só de live-action vive Wes Anderson. Saiba que o excêntrico diretor também já fez algumas incursões na animação, sendo O Fantástico Sr. Raposo, a melhor delas. Explorando a técnica de stop motion, o filme é uma adaptação do livro de Roald Dahl e narra a história de uma família de raposas, cujo pai, após anos controlando o vício de roubar galinhas, acaba tendo uma recaída e volta à ativa como antigamente. Ação que gera uma série de consequências para a família. Uma obra original, divertida e com uma estética única, sendo um dos filmes mais familiares já realizados pelo diretor.

    Moonrise Kingdom (2012)

    Mais um peso pesado da filmografia de Wes, Moonrise Kingdom é o filme mais leve, despojado e adolescente do diretor. Além de trazer uma narrativa que explora um casal formado por dois adolescentes, a obra também tem uma estética jovem, nostálgica e fantasiosa. Explorando temas como o primeiro amor, a descoberta da identidade e a busca por autonomia, o filme se passa em uma ilha próxima à Nova Inglaterra dos anos 60, e acompanha dois jovenzinhos, Sam e Susy, que se apaixonam e decidem fugir juntos para viver uma aventura bastante selvagem. Será que a família e as autoridades irão encontrá-los?

    Ilha dos Cachorros (2018)

    Ilha dos Cachorros é a segunda animação em stop motion do diretor, e se passa em uma cidade futurista no Japão, onde um decreto determina que todos os cãezinhos de estimação sejam exilados em um lixão. Um menino, então, parte para uma jornada para encontrar o seu cachorro que foi levado. Apesar do estilo de Wes Anderson ser facilmente identificável nos seus filmes, cada obra tem sua singularidade e virtudes. No caso deste filme, a sensibilidade e profundidade na representação dos personagens animais, o tom cômico preciso e questionador da narrativa, e a influência do cinema japonês, são alguns dos aspectos que fazem dessa produção uma pérola na filmografia do diretor.

    Os Excêntricos Tenenbaums (2001)

    Os Excêntricos Tenenbaums, sem dúvida, foi o filme que definiu o estilo cinematográfico de Wes Anderson. Apesar de ter sido o terceiro longa realizado pelo autor norte-americano, a obra apresentou pela primeira vez a peculiaridade visual e narrativa que passou a definir a sua filmografia posterior. Trabalhando com grandes nomes do cinema, como Gene Hackman, Gwyneth Paltrow, Ben Stiller, Bill Murray e Owen Wilson, este último roteirista do filme e grande parceiro criativo de Wes, a produção acompanha uma família disfuncional, com crianças geniais, que se encontram depois de anos vivendo de forma distanciada. Dividido por capítulos, adentramos de maneira profunda nesta família ‘mais do que excêntrica’.

    Três é Demais (1998)

    Alguns elementos, como a ilusão de uma estética bidimensional e a fixação pela simetria, já começaram a ser estudados pelo diretor no seu segundo longa, Três é Demais. Assim como também foi o início da colaboração com algumas figuras carimbadas, como Jason Schwartzman e Bill Murray. O filme explora a relação turbulenta e complexa entre três personagens, um jovem que se apaixona pela sua professora, um magnata que se torna amigo do jovem, e a professora que acaba tendo um caso com o magnata. Uma história sobre amadurecimento e a importância das amizades, que fez com que a crítica e o público passassem a conhecer melhor o trabalho e a visão de mundo de Wes Anderson.

    A Crônica Francesa (2021)

    Explorando as possibilidades de uma história episódica, dividida como se fosse uma edição de uma revista fantasiosa que leva o mesmo nome do filme, A Crônica Francesa é um dos filmes mais ousados do diretor. Com uma estética e ritmo diferentes para cada episódio, refletindo, de certa forma, o estilo de cada escritor das crônicas, o décimo longa de Wes Anderson faz uma homenagem à nobre arte de contar histórias. É uma das obras mais experimentais do autor, pela inovação narrativa e estética, desafiando algumas convenções do cinema contemporâneo. Seguramente um filme com fortes influências do cinema francês, principalmente da Nouvelle Vague.

    A Vida Marinha com Steve Zissou (2004)

    Contando com uma breve participação do cantor e ator brasileiro Seu Jorge, como Pelé dos Santos, um homem que interpreta, em português, canções de David Bowie, A Vida Marinha com Steve Zissou é um dos filmes mais apreciados pelos fãs de Wes Anderson. Uma comédia familiar que narra a aventura de Steve Zissou (Bill Murray), um explorador marinho e documentarista, que busca vingar a mítica figura de um tubarão-jaguar que matou o seu parceiro. Ao mesmo tempo, ele tem que lidar com um homem que apareceu dizendo ser seu filho. Apesar de divertido, é um dos filmes mais profundos e tocantes da filmografia de Wes.

    Asteroid City (2023) 

    Em Asteroid City, o diretor explora pela primeira vez o tema de extraterrestres, flertando com o gênero de ficção científica. Wes Anderson recria uma cidade fictícia nos Estados Unidos dos anos 50, onde uma convenção de jovens que sonham ser astrônomos acontece. Porém, um acontecimento extraordinário altera para sempre a dinâmica daquele lugar. O diretor ainda investiga os limites da ficção, ao inserir momentos metalinguísticos com um filme e uma peça teatral dentro do próprio filme. Com um rigor formal gigantesco e um elenco mais que estrelado, Asteroid City é uma das suas obras mais existenciais e espirituais da carreira.

    O Esquema Fenício (2025)

    O mais novo filme de Wes Anderson, O Esquema Fenício, explora o tema da derrocada de grandes magnatas, algo que o cinema já viu bastante. Apesar da história estar situada nos anos 40, o diretor admitiu à Cahiers du Cinéma, que um autor pode reagir inconscientemente ao que acontece no seu tempo histórico, ou seja, que podem existir ligações do filme com pessoas reais dos tempos atuais. Com uma forte influência do cinema de Luis Buñuel para a construção dos personagens, o thriller de espionagem conta a história de Zsa-zsa Korda, um dos homens mais ricos da Europa, que faz de tudo para escapar de várias tentativas de assassinato e proteger a sua fortuna, que ele deixará para a sua filha, a freira chamada Liesl.

    Onde assistir aos melhores filmes de Wes Anderson?

    Abaixo, saiba onde encontrar os melhores filmes dirigidos pelo cineasta norte-americano mais querido do cinema indie!

  • Gerard Butler: Dos Espartanos aos Vikings – Os 10 Melhores Filmes e Onde Assistir
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    De herói implacável a personagens históricos carismáticos, Gerard Butler construiu uma carreira repleta de papéis memoráveis. Conhecido por sua intensidade e presença de tela, o ator escocês conquistou fãs em produções que variam de batalhas épicas a dramas emocionantes. Seja enfrentando invasões terroristas em Invasão à Casa Branca (2013) ou dando vida ao lendário Rei Leônidas em 300 (2006), e mais recentemente, passando pelo live-action de Como Treinar Seu Dragão (2025), Butler prova seu talento para equilibrar força bruta e profundidade emocional. 

    Esta seleção celebra seus trabalhos mais impactantes — perfeita para quem quer descobrir ou revisitar o melhor de sua filmografia.

    300 (2006)

    Gerard Butler entrega sua atuação mais icônica como o rei espartano Leônidas em 300, filme dirigido por Zack Snyder. Com diálogos épicos e sequências de ação estilizadas, Butler personifica a resistência heroica dos 300 espartanos contra o exército persa. Sua atuação carismática e física impressionante consolidaram o personagem na cultura pop. Apesar das críticas sobre o estilo visual excessivo, o filme tornou-se um marco do cinema de ação, com Butler roubando a cena em cada batalha. Sua entrega vocal e presença de tela elevam o material, transformando 300 em um clássico moderno do gênero. Vale lembrar que, para nós brasileiros, o filme conta com Rodrigo Santoro no elenco.

    Invasão à Casa Branca (2013)

    Como o agente Mike Banning, Butler protagoniza uma das franquias de ação mais consistentes da década. O primeiro filme, Invasão à Casa Branca, equilibra suspense político e sequências de ação implacáveis. Butler traz credibilidade ao papel de um agente leal, capaz de combates brutais e momentos emocionais. Sua química com Aaron Eckhart (como o presidente) adiciona camadas ao enredo. Com direção competente e ritmo acelerado, o filme aproveita ao máximo o carisma físico de Butler, consolidando Banning como um de seus personagens mais memoráveis e garantindo sequências igualmente eletrizantes. A trilogia de filmes é composta por Invasão à Casa Branca (2013), Invasão à Londres (2016) e Invasão ao Serviço Secreto (2019). 

    P.S. Eu Te Amo (2007)

    Butler surpreende como Gerry, marido postumamente presente na vida de Holly (Hilary Swank) neste drama romântico. Sua atuação em P.S. Eu Te Amo é calorosa e vulnerável, humanizando o personagem, mesmo em flashbacks. Cenas como a dança improvisada em um bar irlandês destacam seu carisma e química com Swank. Longe de seus papéis de ação, Butler prova seu alcance dramático, entregando uma atuação comovente que equilibra humor e melancolia. O filme, apesar de sentimental, ganha profundidade graças à sua interpretação, mostrando que ele pode emocionar tanto quanto explodir coisas na tela.

    Código de Conduta (2009)

    Como Clyde Shelton, um homem comum transformado em justiceiro, Butler oferece uma atuação eletrizante. Sua transição de vítima para vilão intelectual é fascinante, com momentos de frieza calculista que arrepiam. As cenas de confronto com Jamie Foxx (como o promotor) são carregadas de tensão moral. O filme debate justiça e vingança, com Butler explorando nuances raras em seus papéis: inteligência estratégica e dor humana. Apesar de um terceiro ato controverso, sua atuação mantém Código de Conduta relevante, provando que ele pode sustentar thrillers psicológicos com a mesma intensidade de ações espetaculares.

    Como Treinar Seu Dragão (2025)

    Gerard Butler, que já deu voz ao viking Stoico na animação Como Treinar Seu Dragão, agora o interpreta no live-action, mostrando por que era a escolha perfeita para o papel. Com sua presença imponente, ele equilibra a força de um líder guerreiro e a vulnerabilidade de um pai que aprende a aceitar as escolhas do filho, Soluço. Butler mescla a intensidade de 300 com a sensibilidade de P.S. Eu Te Amo, elevando Stoico a outro patamar. Sua atuação é um dos grandes trunfos do filme, que promete emocionar fãs e conquistar novos espectadores com cenas épicas e muita emoção.

    Tempestade: Planeta em Fúria (2017)

    Neste desastre climático, Butler interpreta Jake Lawson, um cientista que deve salvar o mundo de satélites assassinos. Apesar do roteiro irregular, ele investe energia no papel, misturando sarcasmo e heroísmo típico de seus personagens. Cenas de ação em gravidade zero e corridas contra o tempo beneficiam-se de sua entrega física. Tempestade: Planeta em Fúria embora criticado, é divertido como "filme B" de orçamento alto, com Butler elevando o material com presença de tela. Para fãs do gênero, é uma aventura satisfatória graças ao seu compromisso com o papel, mesmo em cenários absurdos.

    O Fantasma da Ópera (2004)

    Butler surpreende como o Fantasma na adaptação do musical de Andrew Lloyd Webber. Sua voz baritonal e interpretação passionais destacam-se em números como "The Music of the Night". Embora críticos musicais tenham questionado sua técnica, sua presença dramática e química com Emmy Rossum (Christine) compensam. O filme oscila entre grandiosidade e melodrama, mas Butler entrega um Fantasma mais humano e menos monstruoso, enfatizando sua tragédia. Uma rara incursão em musicais que mostra sua coragem artística, mesmo em um papel fora de sua zona de conforto. Cultuado por fãs, O Fantasma da Ópera é uma curiosidade essencial em sua filmografia.

    Covil de Ladrões (2018) 

    Neste thriller policial, Butler é o detetive corrupto Nick O'Brien, caçando ladrões de bancos (liderados por Pablo Schreiber). Sua atuação abrasiva e fisicamente convincente, com diálogos cortantes e uma ética questionável que adiciona complexidade. Covil de Ladrões evoca Heat em seu duelo cerebral entre polícia e criminosos, com Butler brilhando em cenas de interrogatório tenso. O clímax, um tiroteio prolongado, é um dos melhores do gênero na década. Um papel que prova que ele pode interpretar anti-heróis tão bem quanto heróis tradicionais, expandindo seu alcance dramático.

    Destruição Final: O Último Refúgio (2020)

    No auge dos filmes-catástrofe, Butler protagoniza Destruição Final: O Último Refúgio como John Garrity, um pai comum lutando pela família durante um apocalipse de cometas. Longe do heroísmo superpoderoso, sua atuação é contida e humana, focada em vulnerabilidade e amor paternal. Cenas como a separação forçada da esposa (Morena Baccarin) são devastadoras. O filme evita clichês do gênero, optando por realismo emocional, com Butler mostrando nuances raras em papéis de ação. Um lembrete de que, sob os músculos, há um ator capaz de profundidade — mesmo enquanto o mundo desaba ao redor.

    Os Deuses do Egito (2016)

    Os Deuses do Egito destaca-se na filmografia de Gerard Butler por oferecer um papel à sua medida: o deus Set, um vilão épico e carismático. Com sua presença magnética e entrega física, Butler rouba a cena, equilibrando brutalidade e um humor sardônico típico de seus melhores personagens. Apesar das críticas aos efeitos visuais, o filme brilha como fantasia mitológica de ação, com sequências grandiosas e um Butler claramente se divertindo no papel. Sua atuação elevou o material, tornando-o uma opção divertida para fãs do gênero e do ator – prova de que mesmo em projetos polêmicos, ele deixa sua marca.

    Onde assistir aos melhores filmes de Gerard Butler? 

    Abaixo, saiba onde assistir online, em streaming, aos melhores filmes com Gerard Butler.

  • Os 10 Melhores Thrillers Eróticos de Todos os Tempos: Sedução e Perigo no Cinema
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    Prepare-se para uma lista que mistura tensão, desejo e suspense como nenhum outro gênero consegue. 

    Os suspenses eróticos — aquelas produções que equilibram sedução e perigo com maestria — já nos deram algumas das histórias mais eletrizantes do cinema. Desde clássicos dos anos 1990 que definiram o estilo até obras contemporâneas que reinventam o gênero, esta seleção reúne os 10 melhores thrillers eróticos de todos os tempos: filmes onde o prazer e o perigo se entrelaçam, os corpos falam mais que os diálogos e cada cena pode esconder uma traição mortal.

    Se você está buscando química explosiva, reviravoltas de tirar o fôlego ou simplesmente aquele clima de "não devia, mas não consigo parar de assistir", esta lista tem o que você precisa. 

    Atenção: conteúdo intenso (e irresistível) à frente.

    Instinto Selvagem (1992)

    Dirigido por Paul Verhoeven, Instinto Selvagem é uma obra-prima do suspense erótico que equilibra tensão psicológica e sensualidade eletrizante. Sharon Stone brilha como Catherine Tramell, uma escritora enigmática e perigosamente sedutora que se torna suspeita de um assassinato brutal. Sua atuação — especialmente na icônica cena do interrogatório — é carregada de ambiguidade, deixando o público e o detetive Nick Curran, vivido por Michael Douglas, em um jogo de gato e rato repleto de desejo e desconfiança.

    O roteiro inteligente, cheio de reviravoltas, e a atmosfera noir moderna criam um clima de perigo constante, onde o prazer e a morte andam de mãos dadas. A química entre os protagonistas, somada à trilha sonora pulsante de Jerry Goldsmith, fazem deste um filme que ainda hoje provoca e fascina. Mais que um thriller ousado, é um estudo sobre poder, manipulação e os limites do desejo. 

    Elle (2016)

    Outro longa dirigido por Paul Verhoeven, Elle desafia convenções com Isabelle Huppert brilhando como Michèle, uma executiva que transforma seu trauma sexual em um perigoso jogo psicológico com o agressor. Mais que vingança, o filme explora a complexa relação entre violência e desejo, recusando simplismos.

    Huppert entrega uma atuação magistral - calculista, fria, mas profundamente humana - que rendeu aclamação universal e indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro. Com diálogos cortantes e cenas que chocam pela ambiguidade, Verhoeven constrói um estudo perturbador sobre poder, controle e os abismos da sexualidade feminina.

    Longe de ser um thriller convencional, Elle permanece como uma experiência cinematográfica única: incômoda, provocante e inesquecível. Uma reflexão brutal sobre a natureza humana que continua a ecoar após os créditos finais. 

    Atração Fatal (1987)

    Dirigido por Adrian Lyne, Atração Fatal é um thriller erótico que apresenta Michael Douglas como Dan, um homem cujo caso extraconjugal com Alex, vivida por Glenn Close, se transforma em terror psicológico. O filme brilha na construção de Alex não como uma vilã caricata, mas uma mulher complexa cuja obsessão nasce da rejeição. A icônica cena do fogão e o grito "Não serei ignorada!" entraram para a história do cinema.

    Com química eletrizante entre os protagonistas e tensão sexual que gradualmente vira pavor, o filme questiona: até que ponto a vítima é cúmplice de seu próprio pesadelo? Indicado a 6 Oscars, permanece como estudo perfeito sobre desejo e consequências.

    Corpos Ardentes (1981)

    Corpos Ardentesreinventou o noir com a história de Ned, interpretado por William Hurt, um advogado medíocre seduzido por Matty, vivida por Kathleen Turner, mulher rica que o envolve em um assassinato perfeito. 

    O calor sufocante da Flórida espelha a paixão dos protagonistas - e a teia de mentiras que os cerca. Turner rouba a cena como uma das femmes fatales mais memoráveis do cinema, misturando vulnerabilidade e cálculo frio. Com diálogos inteligentes ("Dinheiro é o que você ganha quando faz as coisas certas") e reviravoltas que desafiam expectativas, o filme prova que os melhores thrillers eróticos são aqueles onde o perigo é tão sedutor quanto o prazer. 

    Cisne Negro (2010)

    Cisne Negroé um thriller erótico psicológico onde Natalie Portman brilha como Nina, uma bailarina que se despedaça para perfeccionar os papéis do Cisne Branco (pureza) e Negro (sexualidade) no balé. Sua rivalidade com Lily, vivida por Mila Kunis, e a relação obsessiva com a mãe alimentam alucinações sensuais e violentas. 

    Aronofsky usa cores, sombras e a câmera em movimento para criar um clima de paranóia crescente, enquanto a trilha sonora de Tchaikovsky amplia o frenesi emocional. Vencedor do Oscar de melhor atriz, o filme é uma metáfora brutal sobre arte e loucura – onde o corpo dança, mas a mente se corrói.

    Águas Profundas (2022)

    Em Águas Profundas, Vic, vivido por Ben Affleck, tolera os casos da esposa Melinda, interpretada por Ana de Armas, até que homens começam a morrer. 

    Adrian Lyne retorna ao thriller erótico com um casal preso em um jogo de ciúmes e manipulação, onde cada olhar esconde uma ameaça. As cenas entre Affleck e de Armas – carregadas de tensão sexual não consumada – são o ponto alto, revelando um matrimônio que é mais campo de batalha que refúgio. 

    Com diálogos cortantes ("Odeio te ver feliz sem mim") e um clima de suspense crescente, o filme questiona até onde vai o consentimento numa relação doente. Imperfeito, mas hipnótico.

    Proposta Indecente (1993)

    Proposta Indecente é o thriller erótico onde Diana, interpretada por Demi Moore, aceita US$ 1 milhão de John, o astro Robert Redford, por uma noite – com o aval do marido, vivido por Woody Harrelson. O diretor Adrian Lyne – sim, de novo ele – transforma a premissa escandalosa em um estudo sobre desejo e poder: as cenas de sedução (como o toque das mãos no trem) são mestras em tensão sexual reprimida. 

    Moore brilha como uma mulher dividida entre segurança e paixão, enquanto Redford personifica o sedutor perfeito – rico, controlador e irresistível. 

    Com seu final ambíguo e questões morais ainda pertinentes, o filme prova que os melhores thrillers eróticos são aqueles que deixam o público questionando: "O que eu faria no lugar dela?".

    Cidade dos Sonhos (2001)

    Cidade dos Sonhosé o thriller erótico-psicológico no qual David Lynch desconstrói Hollywood através do lesbianismo sombrio entre Betty e Rita. Cenas como o dueto de "Llorando" no Club Silencio ou o beijo apaixonado que vira pesadelo revelam o gênio lynchiano: o desejo aqui é portal para o inconsciente. 

    A trama – inicialmente um projeto de TV rejeitado – transforma-se em alegoria sobre fracasso artístico, com Watts alternando entre doçura e fúria numa das melhores atuações do século XXI. Não espere respostas, mas símbolos (a caixa azul, o cowboy) que ecoam como sonhos febris. 

    A Criada (2016)

    Em A Criada, Park Chan-wook tece um thriller erótico onde Sook-hee planeja enganar a aristocrata Hideko, mas acaba presa em uma teia de desejo e traição. 

    Com reviravoltas geniais e cenas de amor que são poemas visuais, o filme transforma um conto de vigaristas em uma narrativa sobre empoderamento feminino.

    A direção ousada de Park equilibra violência e beleza, enquanto a trilha sonora e os cenários opulentos mergulham o espectador em um mundo de luxo e perversão. Indicado à Palma de Ouro em Cannes, é uma obra que desafia gêneros – metade conto de fadas gótico, metade thriller psicológico – e redefine o que um filme erótico pode ser.

    Ligadas pelo Desejo (1996)

    Corky e Violet viram o jogo contra a máfia num plano onde cada toque é cálculo e desejo. As Wachowski estreiam com um neo-noir onde o casal lésbico é tão inteligente quanto sexy - da cena ícone do beijo com tinta vermelha ao clímax ensanguentado no banheiro. 

    A fotografia (vermelhos quentes, azuis mortais) e os close-ups em luvas de borracha e armas criam um erotismo tenso em Ligadas pelo Desejo, longe dos clichês heteronormativos. Vencedor do Teddy Award em Berlim, o filme provou que thrillers eróticos podem ser, ao mesmo tempo, queer, violentos e cerebralmente satisfatórios. 

    Onde assistir a thrillers eróticos em streaming? 

    Abaixo, saiba onde assistir online, em streaming, aos melhores thrillers eróticos do cinema. 

  • Saiba Como Assistir a Todos os Filmes e Temporadas de 'Dan Da Dan' em Ordem
    Ana Scheidemantel

    Ana Scheidemantel

    Editor JustWatch

    Dan Da Dan foi uma das maiores surpresas no mundo dos animes em 2024, trazendo uma animação vibrante, com personagens adoráveis, espíritos amedrontadores e alienígenas bizarros. Já em 2025, o anime já virou uma das estreias mais antecipadas do ano, com a chegada da segunda temporada e estreia do filme Dan Da Dan: Evil Eye

    Caso você queira maratonar todas as produções do anime, a JustWatch preparou um guia que mostra a ordem de todos os filmes e temporadas.

    1. Dan Da Dan: First Encounter (2024)

    Quando se conhecem, Momo e Okarum discutem sobre a existência de alienígenas e espíritos, resultando em uma aposta dupla que revela o mundo oculto aos dois. Para marcar sua estreia, Dan Da Dan chegou de cara com um filme que junta os três primeiros episódios da série. A produção foi lançada nos cinemas em diversos países pelo mundo junto à primeira temporada, que saiu em streaming.

    Dan Da Dan: First Encounter conta com o começo do primeiro arco do mangá, Turbo Granny, em que os protagonistas se conhecem e descobrem mais sobre as ameaças deste mundo sobrenatural. Por isso, o filme é completamente opcional, servindo apenas como um evento de estreia, já que o anime cobre todo o conteúdo da produção. 

    2. Dan Da Dan (2024) - Temporada 1

    Momo, uma jovem de uma família médium, acredita em fantasmas, conhece Okarun, um menino que acredita fielmente em alienígenas. Discordando sobre o que é real, eles se desafiam a ir a um túnel assombrado e a um local onde um OVNI foi visto, apenas para descobrirem juntos um mundo assustador.

    A primeira temporada de Dan Da Dan mostra o começo da relação de Momo e Okarun e vai até a introdução do arco da Casa Amaldiçoada. A temporada tem 12 episódios totais, dos quais os três primeiros foram exibidos no filme Dan Da Dan: First Encounter. Por isso, quem assistiu o filme pode pular o começo da série e, quem não assistiu, pode começar pela série, sem perder nenhum conteúdo.

    3. Dan Da Dan: Evil Eye (2025)

    Em preparação para o lançamento da segunda temporada, Dan Da Dan está lançando mais um filme nos cinemas. Desta vez, o filme chega aos cinemas brasileiros, contando com os três primeiros episódios da segunda temporada agrupados, fazendo deste apenas um evento opcional para quem quer assistir o começo da nova temporada nas telonas, um pouco antes da estreia em streaming.

    Dan Da Dan: Evil Eye continua logo após os eventos da primeira temporada, focando no arco Evil Eye. Agora amigos, Momo e Okarun precisam investigar um caso paranormal envolvendo a casa de Jiji na misteriosa cidade de fontes termais. Enfrentando forças ocultas perigosas e moradores estranhos, a dupla é lançada em mais uma jornada repleta de ação, dando um começo épico à segunda temporada do anime. 

    4. Dan Da Dan (2024) - Temporada 2 

    Na segunda temporada de Dan da Dan, Okarun e Momo se juntam para se aventurar pelo mundo oculto, seguindo o Arco Cursed House que foca no amigo de infância de Momo, Jiji. Continuando logo após o fim da primeira temporada, os novos episódios adaptam novos arcos do mangá, incluindo Evil Eye, que junta a dupla com Jiji em uma cidade misteriosa.

    Seguindo o padrão, os três primeiros episódios da segunda temporada cobrem o filme, Dan da Dan: Evil Eye. Por isso, quem assistiu o filme pode pular o começo da temporada, que cobre todo o conteúdo do filme e muito mais. 

    * Ambos os filmes de Dan Da Dan (First Encounter e Evil Eye) apenas agrupam os primeiros episódios de cada temporada em um novo formato. Por isso, eles não adicionam nada a série, e apenas dão a oportunidade para fãs assistirem o começo de cada temporada nos cinemas.

    Onde assistir a 'Dan Da Dan' em ordem online? 

    Se você quer maratonar Dan Da Dan online, o nosso guia mostra onde cada filme, série e temporada está disponível online, em streaming.

  • ‘Bailarina - Do Mundo de John Wick’: Onde Você Já Viu o Elenco Antes?
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    O universo de John Wick ganhou um novo capítulo com Bailarina, um derivado que traz ação implacável, coreografias de luta espetaculares e a mesma mitologia violenta que os fãs da franquia original adoram. Mas, antes de mergulhar nessa nova jornada, você já deve ter visto alguns rostos familiares do elenco em outras produções marcantes.

    O rosto principal é o de Ana de Armas, que vive a protagonista Eve, mas o time de Bailarina traz outros talentos que deixaram sua marca no cinema e na TV. Quer saber onde mais esses atores brilharam? Prepare-se para uma lista que vai desde dramas intensos até blockbusters repletos de adrenalina.

    Ana de Armas – Eve

    De holograma emocional em Blade Runner 2049, à enfermeira acidentalmente envolta em um assassinato em Entre Facas e Segredos, Ana de Armas prova ser uma das atrizes mais versáteis de Hollywood. 

    Como Joi, de Blade Runner, sua atuação delicada questionou a natureza da humanidade, enquanto as cenas com efeitos especiais exigiam que ela atuasse sozinha, imaginando interações futuras. Já em Entre Facas e Segredos, seu comprometimento foi tão real que as cenas de vômito — feitas com uma mistura de iogurte — provocaram reações genuínas no elenco. Esses papéis renderam-lhe indicações a prêmios e provaram sua capacidade de roubar a cena até entre veteranos. 

    Agora, em Bailarina, ela une essa profundidade dramática à ação física do universo John Wick, prometendo outra atuação marcante.

    Para os fãs do Brasil, vale lembrar que ela esteve em Sergio, onde atuou ao lado de Wagner Moura em um filme sobre a história do diplomata brasileiro Sergio Vieira de Mello. 

    Keanu Reeves – John Wick

    De profeta digital em Matrix a caçador de demônios em Constantine, Keanu Reeves consagrou-se como um dos atores mais icônicos e queridos do cinema atual.

    Como Neo, de Matrix, sua preparação intensa em artes marciais e filosofia criou um herói que redefiniu o cinema de ação, assim como John Wick. Já em Constantine, sua interpretação sombria do anti-herói místico surpreendeu: Reeves fumou 60 cigarros falsos por dia e mergulhou em estudos de ocultismo para trazer autenticidade ao personagem.

    Esses papéis provam sua rara habilidade de equilibrar profundidade dramática e ação física. Agora, ao retornar como John Wick em Bailarina, Reeves reforça seu legado como mestre das narrativas intensas.

    Um bônus: dois filmes nos quais Ana de Armas e Reeves trabalharam juntos foram Bata Antes de Entrar e Anjos e Sombras

    Ian McShane – Winston

    De Al Swearengen em Deadwood a Mr. Wednesday em Deuses Americanos, Ian McShane constrói personagens que respiram ambiguidade e poder. Em Deadwood, seu dono de bordel do Velho Oeste marcou época com uma brutalidade quase poética: cada palavrão soava como verso shakespeariano manchado de sangue e whisky. O papel foi tão icônico que a HBO reviveu a série anos depois especialmente para ele. 

    Como Mr. Wednesday na adaptação de Deuses Americanos, McShane trouxe ao deus nórdico Odin uma mistura irresistível de charme paternal e perigo ancestral. Sua atuação roubava cenas com somente um sorriso sardônico ou uma pausa calculada.

    Esses papéis provam que McShane é mestre em criar figuras complexas que oscilam entre mentor e ameaça. Agora, ao retornar como Winston – personagem que ficou famoso em John Wick –,  ele reforça seu status como um dos grandes intérpretes do cinema contemporâneo.

    Anjelica Huston – A Diretora

    De Mortícia Addams em A Família Addams à ambiciosa Maerose Prizzi em A Honra do Poderoso Prizzi, Anjelica Huston consagrou-se como mestre na arte de interpretar mulheres complexas e poderosas.

    Como Mortícia, ela reinventou a matriarca sombria com uma elegância sobrenatural e humor ácido, criando um ícone pop atemporal - cada gesto estudado, desde o balançar dos braços até os olhares mortais, tornou-se referência. Já em A Honra do Poderoso Prizzi, sua atuação como a filha rejeitada de uma família mafiosa rendeu-lhe o Oscar de melhor atriz coadjuvante, mostrando sua capacidade de alternar entre vulnerabilidade e ferocidade numa única cena.

    Estes papéis provam seu talento único para personagens que dominam qualquer ambiente com presença magnética. Agora, ela volta como Diretora em Bailarina. Huston traz ao universo de John Wick toda a intensidade e classe que a consagraram como lenda do cinema - porque quando ela entra em cena, todos obedecem.

    Norman Reedus – Daniel Pine

    De Daryl Dixon em The Walking Dead, a Murphy MacManus em Santos Justiceiros, Norman Reedus se tornou o rei dos anti-heróis carismáticos. 

    Como Daryl, sua atuação minimalista – olhares afiados, silêncios eloquentes e lealdade inabalável – transformou um caçador solitário no coração da série, recebendo até um derivado próprio em Daryl Dixon. Já em Santos Justiceiros, seu papel de justiceiro violento, mesclando brutalidade e humor ácido, virou cult. 

    Do apocalipse zumbi aos becos de Boston, Reedus domina personagens que unem vulnerabilidade e força bruta. Agora, em Bailarina, como Daniel Pine, ele ainda tem muito a dizer e lutar, mostrando mais uma vez o quão badass ele é!

    Onde assistir aos filmes e séries com o elenco de ‘Bailarina’? 

    Abaixo, saiba onde assistir online, em streaming, aos filmes e séries com os atores de Bailarina.

  • 10 Filmes Como 'Premonição: Laços de Sangue', com Terror, Destino e Mortes Criativas
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    Se você acabou de assistir à Premonição: Laços de Sangue e continua se recuperando do susto — ou rindo nervosamente de como a morte sempre arruma um jeito criativo de eliminar suas vítimas —, então esta lista é para você! 

    Reunimos 10 filmes – além da saga Premonição – que vão desde terror sobrenatural até thrillers brutais, todos com a mesma essência "fuja antes que seja tarde" que fez a franquia tão famosa. 

    Prepare a pipoca (e talvez um cobertor para se esconder), porque essas histórias vão te deixar de olho em todo e qualquer objeto aparentemente inofensivo ao seu redor. Aviso: assistir a esses títulos pode aumentar sua paranoia em 200%.

    10 filmes para assistir após 'Premonição: Laços de Sangue' 

    O Macaco (2025) 

    Premonição: Laços de Sangue marca um retorno sangrento à famosa franquia de terror, mas suas mortes criativamente gráficas e sombriamente cômicas têm um rival à altura em O Macaco. Baseado no conto homônimo de Stephen King, ambos os filmes compartilham uma visão da morte como uma "arquiteta cruel do mundo” e dona de um senso de humor perturbador. 

    A trama acompanha os gêmeos Bill e Hal que, ao encontrarem um macaco de brinquedo amaldiçoado, desencadeiam uma onda de mortes terríveis. As duas produções apresentam cenas absurdamente inventivas que cruzam os limites do bom gosto com alegria macabra.

    O Segredo da Cabana (2011)

    Com um tom similar, senso de humor afiado e pura diversão em desconstruir clichês do terror, O Segredo da Cabana é o parceiro ideal para Premonição: Laços de Sangue. Dirigido por Drew Goddard, este horror meta brinca com as convenções do gênero para criticar justamente elas: as convenções do gênero. No filme, um grupo de amigos viaja para uma cabana isolada na floresta em busca de diversão, mas acaba enfrentando um pesadelo além de suas piores imaginações. 

    Assim como Laços de Sangue, que equilibra emoção e comédia ácida em meio a mortes criativas, O Segredo da Cabana também oscila entre o sangue escandaloso e a ironia inteligente, além de compartilhar uma imprevisibilidade delirante.

    O Mistério de Candyman (1992)

    Premonição: Laços de Sangue marcou a despedida Tony Todd como William Bludworth, o agente funerário que conhece os segredos da morte; este foi seu último papel antes de morrer. O longa fez uma bonita homenagem ao astro, pois em seu monólogo final, quase que olhando para a câmera, Tony Todd diz a todos que aproveitem a vida. Após o lançamento, os diretores revelaram que as falas foram improvisadas. 

    O ator é um ícone do terror desde O Mistério de Candyman, filme que acompanha Helen Lyle, uma mulher fascinada pela lenda do Candyman – vivido por Todd. Ela, invoca o espírito para provar que ele não existe, mas desencadeia uma onda de mortes. 

    Corrente do Mal (2014) 

    Corrente do Mal é uma das grandes joias modernas do terror independente. Seu ritmo e atmosfera podem ser bem diferentes de Premonição: Laços de Sangue, mas se você curte a ideia de uma força sem nome que avança perpetuando mortes brutais em uma ordem implacável, este é um filme imperdível. 

    Maika Monroe estrela como uma universitária perseguida por uma entidade sobrenatural de movimento lento e formas mutáveis — uma maldição que só pode ser passada adiante por meio do sexo. O filme aborda os desejos hormonais e as ansiedades sexuais dos jovens, sem nunca perder seu poder de aterrorizar. 

    Arraste-me Para o Inferno (2009) 

    Arraste-me para o Inferno é uma ótima opção após Premonição: Laços de Sangue porque, assim como toda a franquia Premonição, ele gira em torno de uma maldição sobrenatural implacável e de mortes marcadas por um destino cruel. Enquanto a saga explora o tema da morte organizada em uma sequência predeterminada, Arraste-me para o Inferno traz uma maldição pessoal e visceral. 

    No longa, a protagonista é perseguida por uma entidade demoníaca após uma decisão moralmente questionável.

    O filme equilibra terror e humor ácido, com cenas de suspense claustrofóbico e efeitos práticos grotescos que ecoam a violência inventiva de Premonição: Laços de Sangue. A maldição aqui segue vingança sobrenatural que se intensifica progressivamente, criando uma tensão similar à sensação de inevitabilidade de Premonição

    Jogos Mortais (2004)

    Assim como Premonição: Laços de Sangue, Jogos Mortais também explora a ideia de mortes meticulosamente planejadas por forças além do controle humano. Enquanto Premonição apresenta a Morte como um designer de acidentes absurdamente elaborados, Jogos Mortais traz um vilão humano — o maníaco Jigsaw — que cria armadilhas cruéis para "testar" o instinto de sobrevivência de suas vítimas.

    Assim como em Laços de Sangue, há uma lógica por trás das mortes, mas em Jogos Mortais ela é perversamente filosófica: quem não valoriza a vida merece sofrer para aprender. O suspense é construído em torno de escolhas impossíveis e mecanismos de relógio, criando a mesma sensação de inevitabilidade tensa que é perfeita para quem é fã da combinação de terror psicológico e mortes inventivas. 

    Pânico (1996)

    Pânico porque, embora um seja um slasher meta-humorado e Premonição: Laços de Sangue um terror sobrenatural, ambos compartilham uma estrutura inteligente de mortes predeterminadas — só que, em Pânico, os assassinatos seguem as "regras" dos filmes de terror em vez de uma maldição cósmica. Enquanto Premonição joga com o destino inevitável, Pânico brinca com os tropos do gênero, mas mantém a tensão de perseguições brutais e vítimas que precisam desvendar um padrão para sobreviver. 

    Assim como Premonição: Laços de Sangue explora a impotência diante da morte organizada, Pânico questiona quem está no controle: o assassino de Ghostface ou as próprias vítimas, que tentam virar o jogo usando a lógica dos filmes que assistiram. A franquia ainda adiciona camadas de mistério e reviravoltas, tornando-a perfeita para quem ama a combinação de suspense investigativo e violência criativa — tudo com aquele toque de ironia que só o criador Wes Craven conseguiria equilibrar.

    Morte Te Dá Parabéns (2017)

    Morte Te Dá Parabéns é uma ótima escolha porque ambos os filmes brincam com a ideia de um destino mortal inescapável; só que, aqui, com um toque de humor ácido e um looping temporal. Enquanto Premonição apresenta a Morte como uma força invisível que corrige erros do destino, A Morte Te Dá Parabéns coloca sua protagonista em um ciclo de morte e renascimento no mesmo dia, forçando-a a desvendar quem é seu assassino para quebrar a maldição.

    O filme mantém a mesma sensação de urgência e mortes criativas (afinal, a protagonista morre de todas as formas possíveis), mas adiciona uma investigação e uma evolução pessoal da personagem. Se você gosta daquela mistura de terror, mistério e um pé no fantástico — com pitadas de comédia —, essa é uma experiência divertida e arrepiante no mesmo pacote.

    Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997)

    Aqui, ambos os filmes exploram o tema de consequências mortais decorrentes de um evento traumático do passado. Enquanto Premonição lida com forças sobrenaturais corrigindo uma "falha" no plano da morte, Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado apresenta um assassino vingativo e humano que persegue um grupo de amigos após um acidente de carro. 

    Assim como em Laços de Sangue, há uma sequência implacável de mortes brutais e a sensação de que o destino está se fechando sobre os personagens. A atmosfera de mistério e a tensão crescente — somadas ao elemento de culpa e segredos obscuros — fazem deste slasher um ótimo complemento para quem gosta de histórias onde o passado volta para assombrar violentamente. O gancho final, com a famosa ameaça Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado, só aumenta a conexão com a sensação de inevitabilidade que marca Premonição.

    Tarô da Morte (2024) 

    Ambos os filmes giram em torno de um destino mortal predeterminado, só que em Tarô da Morte, o perigo vem das estrelas. Enquanto Premonição mostra a morte corrigindo falhas em seu design cósmico, Tarô da Morte traz um grupo de amigos cujos horóscopos começam a prever mortes terríveis que se realizam de formas inesperadas.  

    O filme mantém a mesma essência de mortes criativas e sequenciais, mas com uma abordagem moderna que mistura astrologia e terror. Cada personagem enfrenta um destino único baseado em seu signo, criando uma dinâmica similar à "ordem de execução" de Premonição. Se você gosta daquela mistura de suspense sobrenatural, mortes inventivas e a angústia de tentar fugir de um destino já traçado, Tarô da Morte oferece uma experiência fresca, mas com a mesma adrenalina mortal.

    Onde assistir a filmes para quem gostou de 'Premonição: Laços de Sangue'? 

    Abaixo, saiba onde assistir aos filmes para quem gostou de Premonição: Laços de Sangue, online, em streaming.

  • 10 Adoráveis Filmes de Aliens para Assistir Depois de 'Lilo & Stitch'
    Bruno Pinheiro Melim

    Bruno Pinheiro Melim

    Editor JustWatch

    Para você que acabou de ver Lilo & Stitch em live-action, ou é fã dos filmes de animação do alienígena azul mais fofo da sétima arte, saiba que o seu repertório de produções com extraterrestres pode aumentar.

    Se há um lugar onde não existe limite para imaginar as infinitas possibilidades de representação dessas criaturas, este lugar é o cinema. Seja em um filme de aventura, em uma animação infantil, um drama familiar ou uma ficção científica, existe algo que sempre nos fascina ao nos deparamos com a presença desses seres na tela. 

    Então, que tal uma incursão em família, em outros emocionantes e adoráveis filmes de aliens, todos disponíveis online, em streaming?

    E.T. - O Extraterrestre (1982)

    Convenhamos, o primeiro da lista tem cadeira cativa. Dirigido por Steven Spielberg, E.T. - O Extraterrestre é um dos maiores clássicos do cinema americano. Com uma história tocante e afetiva, o filme acompanha o desenvolvimento da amizade entre um garoto e um extraterrestre, ao mesmo tempo em que a criança tenta descobrir uma forma de levar o ser de outro planeta de volta para a sua casa. O design de criação do personagem alienígena foi tão impactante e realista, que até hoje continua sendo a principal referência visual, para boa parte da população, quando o assunto é um E.T.

    Megamente (2010)

    Um vilão alienígena, hiper inteligente, que vem para a Terra, derrota o seu maior adversário. Aborrecido, sem ter mais com quem lutar, ele cria um super-herói, que acaba, na verdade, se tornando um vilão ainda mais malvado do que ele. Essa é a história de Megamente, uma animação que narra a jornada de autodescoberta e transformação de um vilão que aprende o que é fazer o bem, e um herói que descobre o que é fazer o mal. Uma trama original, que se utiliza de um personagem alien para explorar a dualidade humana, através de uma animação engraçada, envolvente e esteticamente fascinante da DreamWorks.

    O Gigante de Ferro (1999)

    O Gigante de Ferro é uma animação que marcou gerações pela sua beleza e sensibilidade. Aqui, não temos a clássica representação de um ser alienígena humanoide, mas sim um robô gigante. Ambientado nos anos 50, em plena Guerra Fria, a obra retrata a história de amizade entre um robô, que acidentalmente veio parar na Terra, e o garoto Hogarth, que o encontra, tornando-se o seu grande parceiro. O conflito do filme mora no fato dos agentes federais tentarem a destruição do ingênuo e afável ser extraterrestre. Até hoje é considerado um dos melhores filmes de Brad Bird, criador de Os Incríveis e Ratatouille.

    Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977)

    Apesar de não ser um filme que gira em torno de um personagem específico extraterrestre, Contatos Imediatos do Terceiro Grau talvez seja a obra que melhor retrata a sensação de um encontro com seres de outros planetas. Também dirigido pelo mestre Steven Spielberg, é um filme familiar, que passa uma ideia esperançosa, e inverte a abordagem que normalmente Hollywood faz em relação às produções do mesmo gênero. O filme explora a incessante busca de um homem comum que tenta traçar contato com aliens após um marcante encontro com um OVNI. Uma obra surpreendente que consolidou-se como um dos grandes marcos da ficção científica no cinema.

    O Planeta do Tesouro (2002)

    O Planeta do Tesouro é uma joia escondida no catálogo da Disney. O filme não foi um sucesso comercial quando lançado no início do século, mas adquiriu o status de cult com o passar do tempo, principalmente pela sua estética que mistura estilos de animação. Nesta odisseia interestelar, o garoto Jim Hawkins encontra um mapa para um tesouro escondido no espaço. Ele então embarca em uma aventura espacial ao lado de uma tripulação formada por alienígenas e criaturas estranhas. O filme retrata a jornada de descoberta e redenção de um adolescente que se encontrava sem rumo antes de se aventurar pelo universo dentro de uma caravela espacial.

    Cada Um na Sua Casa (2015)

    Trabalhar a relação entre uma criança e um ser alienígena parece que sempre rende bons filmes. Não é diferente com Cada Um na Sua Casa, uma animação que acompanha a jornada compartilhada entre uma garota chamada Tip e um alien chamado Oh. O objetivo da menina é encontrar a sua mãe, que foi levada pelos alienígenas nômades. E o propósito de Oh é buscar a aceitação dos seus companheiros de espécie, que procuram um novo planeta para habitar. Uma história divertida e afetiva, que busca ressignificar a definição da palavra ‘casa’, tanto de maneira interior, quanto exterior, para os personagens.

    O Vôo do Navegador (1986)

    Neste clássico da Disney dos anos 80, David é abduzido por aliens e some durante oito anos. Ao retornar para a Terra, o jovem não aparenta nenhum sinal de envelhecimento, o que intriga a sua família e cientistas da NASA. Agora o menino precisa encontrar uma forma de viajar no tempo, com a ajuda de uma tripulação formada por alienígenas muito peculiares e superdotados, para que consiga voltar a habitar o tempo e espaço em que vivia antes de desaparecer. O Vôo do Navegador é uma ficção científica que fez história pela sua inovação nos efeitos especiais, e que rapidamente se tornou um filme cult para os amantes do gênero.

    Astro Kid (2019)

    Ao viajar com os seus pais pelo espaço, um acidente faz com que o menino Willy seja ejetado da nave espacial e vá parar em um lugar completamente desconhecido e exótico. Em um planeta com uma beleza estonteante, habitado por criaturas alienígenas assustadoras, mas adoráveis, o garoto, com a ajuda do seu amigável robô, precisa aprender como sobreviver sozinho, enquanto aguarda a chegada de alguma missão de resgate. Astro Kid é um filme sobre liberdade, companheirismo e resistência, além de abordar temas como a transição de uma fase de ingenuidade para a descoberta do mundo, ou melhor, neste caso, um ‘novo mundo’.

    Shaun, o Carneiro, o Filme: A Fazenda Contra-Ataca (2019)

    Qual seria a relação de um carneiro com seres vindos de outro planeta? Em Shaun, o Carneiro, o Filme: A Fazenda Contra-Ataca, o célebre animalzinho Shaun acidentalmente encontra um simpático alienígena perdido na Terra e tenta ajudá-lo a voltar para o seu planeta de origem. A animação em stop-motion é uma continuação do filme Shaun, o Carneiro, e se destaca pela sua fascinante construção visual e sonora (a obra praticamente não tem diálogos). A produção, que é uma aventura cômica de ficção científica, faz diversas homenagens a filmes clássicos do gênero, como 2001: Uma Odisseia no Espaço e E.T - O Extraterrestre.

    CJ7 - O Brinquedo Mágico (2008)

    Nada mais justo do que terminar essa lista com um dos aliens mais fofos (e mais caóticos) do cinema. CJ7 - O Brinquedo Mágico é uma coprodução entre Hong Kong e China, que traz a história de um pai, que não tem condições financeiras de dar para o seu filho o brinquedo da moda, e acaba presenteando-o com um pequeno ser alienígena que ele encontra no lixão. Uma comédia que conta com um dos personagens extraterrestres mais carismáticos e engraçados já construídos. É uma obra emocionante sobre afeto parental e estruturas sociais, mais do que recomendada para se assistir em família.

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    Abaixo, saiba onde assistir a adoráveis filmes de aliens, com histórias emocionantes. Todas as produções estão disponíveis online, em streaming!

  • 'Premonição': As 10 Mortes Mais Brutais (e Geniais) da Franquia que Ainda Assombram Seus Dias
    Fernanda Caseiro Talarico

    Fernanda Caseiro Talarico

    Editor JustWatch

    Premonição: Laços de Sangue encerra um hiato de 14 anos da saga. O filme revitalizou a franquia com novas adições à mitologia, muito suspense e, é claro, mortes horripilantes e criativas — que só essa série sabe fazer.  

    Durante anos, os seis longas vem aterrorizando fãs com mortes bizarras, quase cartoonescas, mas ainda assim perturbadoramente plausíveis. Quem nunca pensou duas vezes antes de dirigir atrás de um caminhão de toras ou deitar em uma cama de bronzeamento após assistir a esses filmes?  

    Reunimos aqui as 10 melhores mortes da franquia, ranqueadas por criatividade e brutalidade. Prepare o estômago! 

    Premonição 2 – Morte devido ao caminhão de toras

    Se há uma cena que define Premonição, é o acidente do caminhão de toras em Premonição 2. A sequência começa com Kimberly Corman tendo uma premonição aterradora: um caos na estrada causado por um caminhão que perde sua carga. As toras se soltam e rolam descontroladamente, esmagando carros e causando uma sequência de destruição que culmina em uma tora atravessando o para-brisa de um policial, decapitando-o instantaneamente.

    O que torna essa morte tão icônica? O realismo. Muitos espectadores admitem que, desde então, evitam dirigir atrás de caminhões carregados. A cena também é tecnicamente impressionante, com efeitos práticos e CGI que envelheceram surpreendentemente bem. Além disso, ela estabeleceu um padrão para as mortes da franquia: absurdas, mas justificáveis o suficiente para assombrar seu subconsciente.

    Premonição 5 – Morte na cirurgia de olhos

    Olivia Castle achou que havia enganado a morte ao sobreviver ao colapso da ponte em Premonição 5, mas o destino reservava um fim cruel e cinematográfico. Ao submeter a uma cirurgia ocular a laser, ignorando que, nesta franquia, hospitais são tão perigosos quanto desastres em massa. 

    Quando o médico se ausenta brevemente, o equipamento - possuído pela lógica sádica do roteiro - aumenta misteriosamente sua potência, carbonizando seu globo ocular num momento de horror visceral. Cega e em pânico, Olivia tropeça em meio à dor lancinante e despenca pela janela do consultório, completando o círculo macabro que começa na ponte. 

    A cena é tão brutalmente inventiva que a comunidade médica precisou publicar alertas: lasers cirúrgicos possuem múltiplos sistemas de segurança, e janelas de consultórios são normalmente inamovíveis - mas quando se trata da franquia Premonição, até as leis da física se curvam ao design criativo da carnificina

    Premonição 5  – Morte na ginástica

    Após sobreviver ao colapso da ponte, Candice (Ellen Wroe) enfrenta seu destino durante um treino de ginástica. A cena é magistralmente construída: ela escapa de um prego na trave e de um fio elétrico, criando um falso alívio. O clímax vem nas barras assimétricas — uma distração a faz perder o controle, lançando-a em uma queda brutal. O impacto mostra seu corpo contorcido visceralmente, com sangue e o som ossudo da colisão.

    Considerada uma das mortes mais gráficas da saga, destaca-se pelo realismo cruel e pela quebra de expectativas (após tantos escapes). O público relata até hoje desconforto físico ao assistir, prova do impacto da cena. Uma lição da franquia: a Morte sempre surpreende.

    Premonição: Laços de Sangue – Morte no aparelho de ressonância magnética

    Em Premonição: Laços de Sangue, Erik e Bobby arquitetam um plano desesperado para ludibriar a Morte em um hospital, ignorando – novamente – que hospitais nesta franquia são tão letais quanto quedas de aviões. O destino, porém, responde com uma ironia cruel: o aparelho de ressonância magnética ativa-se autonomamente, transformando o ambiente em uma armadilha mortal. O eletroímã, com força equivalente a um tornado metálico, suga implacavelmente tudo ao seu redor. Os piercings de Erik são arrancados de seu rosto em câmera lenta, enquanto uma cadeira de rodas se projeta como um míssil, esmagando-o contra a máquina e empalando-o visceralmente.

    O que torna a cena particularmente perturbadora é seu embasamento na realidade: acidentes reais com ressonâncias magnéticas já ocorreram, incluindo casos de objetos metálicos transformados em projéteis. A franquia, mais uma vez, mistura criatividade macabra com um fundo de plausibilidade, elevando o terror a níveis quase documentais.

    Premonição 3 – Morte nas camas de bronzeamento

    Ashley e Ashlyn, as gêmeas vaidosas que escaparam do acidente no parque em Premonição 3, caem na armadilha final da Morte em um salão de bronzeamento. Um vazamento transforma as camas em fornos, prendendo-as sob tampas automáticas enquanto sua pele borbulha como plástico derretido. O ápice do horror vem quando, já com as mãos em chamas, elas as estendem num último gesto desesperado antes de virar estátuas negras de carne carbonizada.

    Apesar do exagero (bronzeadores reais têm proteções), a cena tornou-se icônica pelo simbolismo cruel - a vaidade consumida pelo fogo - e pelos efeitos viscerais de pele derretendo com gelatina. Originalmente planejada para uma sauna, a mudança para o salão acentuou a crítica à obsessão pela beleza, criando uma das mortes mais poeticamente grotescas da franquia.

    Premonição 5 – Morte no ralo da piscina

    Em Premonição 5, Hunt mergulha em uma piscina aparentemente comum, sem saber que o ralo defeituoso escondia um perigo mortal. Quando ativado, o mecanismo suga seu corpo com força desumana, arrancando suas vísceras com violência grotesca e expelindo-as pelo sistema de filtragem — transformando órgãos internos em carnificina aquática.

    Apesar do exagero cinematográfico (a força necessária seria impossível na realidade), a cena se tornou emblemática por explorar um medo cotidiano surrealmente. Inspirado em incidentes reais com drenos potentes, o filme elevou um risco obscuro a pesadelo visceral. Efeitos práticos sangrentos e a imagem chocante das vísceras sendo filtradas garantem seu lugar entre as mortes mais criativas da série.

    Premonição 2 – Morte pelo vidro

    Tim Carpenter, de somente 15 anos, sobrevive por pouco a um acidente absurdo no consultório dentário, onde quase morre engasgado com um peixe de plástico. Mas seu alívio dura pouco. Ao sair do prédio, o destino lhe prega uma armadilha cruel: um vidraceiro distraído deixa cair uma enorme placa de vidro que cai sobre o garoto, esmagando-o instantaneamente diante da mãe impotente.

    Esta cena se destaca como uma das mais impactantes da franquia não só pela violência gráfica do acidente, mas pelo peso emocional de mostrar uma criança sendo ceifada de forma tão abrupta e brutal. A sequência é ainda mais perturbadora por acontecer após um falso susto, quando o público e os personagens acham que o perigo já passou. A imagem final da mãe testemunhando horrorizada o destino do filho eleva o trauma a níveis raramente vistos no cinema de terror.

    Premonição 4 – Morte na escada rolante

    No clímax caótico do shopping, Lori tenta desesperadamente fugir pela escada rolante quando uma explosão revela suas engrenagens mortais. O que se segue é uma sequência de tortura cinematográfica: ela escorrega e é gradualmente consumida pelo mecanismo implacável. Primeiro seus pés são triturados com crueldade calculada, depois suas pernas são puxadas com força industrial, até seu corpo inteiro desaparecer na máquina — tudo em câmera lenta agonizante.

    Esta morte de Premonição 4 se tornou emblemática por transformar um objeto cotidiano em instrumento de terror. A coreografia de violência - mostrando cada estágio da destruição corporal - e o tempo prolongado de sofrimento criam um impacto duradouro. Não à toa, anos depois, ainda ecoa no imaginário popular como o pesadelo definitivo de quem usa escadas rolantes, provando o poder da franquia em tornar o mundano em mortífero.

    Premonição – Morte no incêndio

    Valerie Lewton sobrevive ao voo 180, mas a Morte tece para ela um destino cruelmente elaborado. Em Premonição, um simples derramamento de álcool desencadeia uma coreografia mortal: primeiro, um estilhaço de vidro corta sua garganta com precisão cirúrgica. Quando ela tropeça para trás, uma faca de cozinha a espera, cravando-se em suas costas. O ápice vem quando as chamas alcançam o álcool, e a explosão resultante a empurra com força brutal, fazendo a faca atravessá-la completamente.

    Essa sequência, embora exagerada, encapsula o melhor da franquia - uma morte transformada em arte macabra, onde cada acidente se encaixa como peça de um quebra-cabeças mortal. A progressão calculada do caos, do corte superficial ao golpe final, mostra a Morte como um diretor meticuloso, transformando o cotidiano em palco para seu espetáculo mais horrível.

    Premonição 2 – Morte no elevador

    Nora entra no elevador sem suspeitar que seu companheiro de viagem carrega caixas de prótese de mãos com ganchos afiados. Quando um policial lhe alerta sobre a profecia do "homem com ganchos", o pânico se instala. Em sua tentativa desesperada de fuga, o destino mostra sua crueldade: seus cabelos ficam presos em um dos ganchos enquanto as portas do elevador se fecham lentamente sobre seu pescoço. O momento de terror absoluto chega quando o elevador começa a subir - o gancho puxando seu escalpo com força crescente, até que o inevitável acontece.

    Esta sequência se destaca como uma obra-prima do horror pelo suspense meticuloso e pela execução implacável. A cena transforma um objeto cotidiano em instrumento de terror, utilizando o fechamento gradual das portas como contador regressivo para o desfecho horrível. A maestria está no que não mostram - nossa imaginação completa o resto, tornando-a ainda mais poderosa. Uma lição de como criar terror através da antecipação e deixar a audiência traumatizada para sempre com elevadores.

    Onde assistir às melhores cenas de morte em 'Premonição'?

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  • Nova Série 'Harry Potter' da HBO Max - Onde Você Já Viu o Elenco?
    Bruno Pinheiro Melim

    Bruno Pinheiro Melim

    Editor JustWatch

    Já sabemos quem serão os novos Harry, Hermione e Rony da série Harry Potter da HBO Max. Dominic McLaughlin, Arabella Stanton e Alastair Stout foram os escolhidos para manter o legado de uma das franquias de maior sucesso do mundo do entretenimento.

    O novo trio mirim fará o primeiro grande papel das suas carreiras. No entanto, o mesmo não se aplica para o restante do elenco, que já participou de filmes e séries de grande destaque. Relembre onde você já os pode ter visto e imagine como esses atores interpretarão personagens marcantes do universo de Harry Potter!

    John Lithgow (Alvo Dumbledore)

    Com a maior bagagem entre os atores já anunciados, John Lithgow já recebeu duas nomeações ao Oscar com os filmes O Estranho Mundo de Garp e Laços de Ternura, e venceu algumas vezes o Emmy trabalhando em prestigiadas séries como The Crown e Dexter. Mas se você tem a impressão de vê-lo atuando em um filme recém lançado, saiba que não está enganado. Lithgow interpretou Tremblay, um cardeal sedento para vencer a disputa que elege o novo Papa, em Conclave.

    Versátil e bastante intenso, o ator é conhecido pela sua capacidade de se adaptar a personagens completamente distintos. Seja como um vilão em O Escândalo ou como um mentor na série O Velho, Lithgow sempre dá conta do recado. Por isso, o ator não deve ter problemas em conseguir transportar para a tela toda a autoridade, respeito e sabedoria de um personagem como Dumbledore.

    Janet McTeer (Minerva McGonagall)

    Janet McTeer é a outra “peso pesado” do novo elenco de Harry Potter. Com uma extensa carreira no cinema e na televisão, a atriz é bastante conhecida pelo seu papel na série Ozark, onde interpreta Helen Pierce, uma advogada antagônica e bastante imoral, que está disposta a tudo e mais um pouco para garantir o que almeja. Convenhamos, o oposto da justa e distinta Minerva.

    Apesar do desafio em conseguir cativar os fãs com uma Minerva séria e empática, se tem alguém qualificada para o papel é Janet, não por acaso foi indicada ao Oscar com o filme Albert Nobbs. Outros títulos de destaque na sua trajetória são as séries A Rainha Branca, Jessica Jones, e os filmes Como Eu Era Antes de Você e O Menu.

    Paapa Essiedu (Severo Snape)

    Muito se fala sobre a diferença de idade entre Alan Rickman, que tinha 54 anos quando começou a fazer Harry Potter, e Paapa Essiedu, que com vinte anos a menos foi anunciado como o novo Snape. Porém, vale recordar que o personagem original tinha apenas 31 anos no primeiro livro da saga.

    Paapa Essiedu tem fortes influências shakespearianas e já demonstrou uma habilidade rara ao conseguir atingir um escopo grande de emoções com os seus papéis. O mais conhecido deles talvez seja Kwame, o leal amigo de Arabella na sensível e importantíssima série I May Destroy You. Outras atuações impressionantes de Essiedu, passando pelo terror, ficção científica e drama, podem ser vistas no filme Men, no último episódio da 6ª temporada de Black Mirror e no filme De Volta ao Mar, onde ele contracena ao lado de Saoirse Ronan. 

    Nick Frost (Rúbeo Hagrid)

    Um dos personagens mais adorados do universo Harry Potter, e que carrega (apesar do seu tamanho) uma leveza enorme para a trama, é Hagrid. Não à toa, a HBO decidiu escalar um ator que também é comediante. 

    Nick Frost é conhecido pelo seu papel como Mike Watt na série Spaced, produção que retrata de forma cômica e trágica a vida de jovens londrinos dos anos 90. Mas com muitos papéis secundários acumulados ao longo da carreira, é capaz de você já ter passado por Watt em filmes como É o Fim do Mundo e Todo Mundo Quase Morto, ambos realizados pelo respeitado diretor Edgar Wright, e Paul - O Alien Fugitivo, onde ele interpreta um homem viciado em ficção científica que acaba encontrando um alienígena próximo à misteriosa Área 51.

    Luke Thallon (Quirino Quirrell)

    Quirino Quirrell é um personagem importante do começo da saga Harry Potter. O professor de defesa contra as artes das trevas, um personagem bastante inquieto, nervoso e meio amedrontado, será interpretado pelo ator estreante Luke Thallon. 

    Com uma sólida experiência na cena teatral inglesa, onde já contracenou com grandes atores como Andrew Scott e Sophie Thompson, Luke fará praticamente o seu primeiro trabalho como ator de filmes ou séries. Isto porque, o artista de 29 anos somente fez um pequeno papel não creditado, como um soldado da personagem Abigail, interpretada por Emma Stone, no filme vencedor do Oscar, A Favorita

    Paul Whitehouse (Argus Filch)

    Quem nunca se assustou com alguma aparição repentina do sinistro zelador de Hogwarts, Argus Filch? Agora será a vez de Paul Whitehouse ser responsável por manter as ordens nos corredores da mais famosa escola de magia e bruxaria.

    Para fazer jus à excentricidade do personagem, nada mais adequado do que um ator já acostumado com este tipo de papel. O mais curioso é que Paul Whitehouse aparece em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, como Sir Cadogan, um cavaleiro preso em um dos quadros vivos expostos em Hogwarts. Além deste papel, você já pode ter se deparado com Paul no filme A Morte de Stalin, ou com a voz do ator em A Noiva Cadáver, onde ele dublou três personagens (William Van Dort, Mayhew e Paul), ou até mesmo em Alice no País das Maravilhas e Alice Através do Espelho, onde ele dublou a Lebre de Março.

    Onde assistir aos filmes e séries com o elenco da nova série 'Harry Potter' da HBO Max?

    Abaixo, saiba onde assistir online, em streaming, as produções com o elenco da série Harry Potter!